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Monday, 16 February 2009

Cortes de Cima 2006

Cor rubi, aroma de frutos vermelhos e baunilha, na boca é aveludado e persistente. Muito bom


Tipo: Vinho Tinto
Origem: Cortes de Cima, Alentejo, Portugal
Características: 2006, 14.5º, Syrah, Aragonez, Touriga Nacional, Trincadeira, Cabernet Sauvignon

Com uma densa e profunda cor vermelha, este vinho apresenta aromas a frutos vermelhos maduros, bem casados com a baunilha e as especiarias provenientes do carvalho. O paladar é suave e bem equilibrado mostrando frutos intensos, com taninos finos e carvalho bem integrados. Um vinho rico e complexo, pode beber-se de imediato ou ao longo dos próximos 5 anos.

Crítica:
Aromas cheios de fruta madura com a ligação com a madeira muito bem conseguida, notam-se também os rebuçados e uma ligeira doçura, na boca denota um corpo cheio, rico em volume e intensidade, taninos polidos, excelente acidez e com um final bem persistente.

17/20 por OsVinhos

A mistura, 67% Syrah, 16% Aragonês (Tempranillo), 12% Touriga Nacional, 5% Cabernet Sauvignon. O estágio, 12 meses em carvalho francês e americano. Dizem os que o fazem, com louvável franqueza, aqui.

Um ponto não objectivamente negativo, mas que não me agradou nada: uma rolha técnica num vinho de 10€.

Do vinho propriamente dito...

Cor rubi, escura e densa.

Aroma quente, generoso, a frutos muito maduros. Ligeiríssimo vegetal, também ele maduro à sua maneira. Tosta de barrica. Guloso, mas um pouco pesado. E não sei se foi filme meu, mas o certo é que lhe notei uma ou outra sugestão de cheiro a caça... digo, do suor daqueles animaizinhos peludinhos que gostam de correr livres pelo meio do mato, sabem?

Boca arredondada. Encorpada. Doce. Capitosa. Muitos taninos. Mas não sedosos, antes algodoados. Boa persistência.

Resumindo: é escuro, quente, doce, directo e guloso. E gostei. Mas não tanto assim.

15,5/20 por PutoBebe


História: A Cortes de Cima é uma propriedade familiar de 35 hectares de vinha, localizada na Vidigueira no Alentejo. O seu símbolo, uma talha, representa uma homenagem aos romanos que usavam a talha para fermentação e armazenagem do vinho, um costume ainda hoje mantido. Os olivais antigos, compartilham o terreno com limoeiros, vinhas e ruínas romanas. Aqui César impôs a sua Pax Júlia. Aqui Vasco da Gama foi elevado a Conde em 1519 ao regressar das suas viagens de Descobertas.

No cimo da colina, o monte branco e brilhante, tem sido a casa da família Jorgensen desde 1988. Nesta propriedade familiar produzem-se os mais diversos produtos agrícolas: cereais, girassol, uvas, azeitonas, melões e tomates. Estes últimos secos na própria propriedade constituindo um excelente ingrediente para a nossa cozinha.

Hans Jorgensen, o proprietário, um dinamarquês formado em engenharia mecânica é ajudado pela sua bela e simpática mulher Carrie, uma americana da Califórnia.

A Vinha ligeiramente inclinada, está plantada em solos mediterrâneos de cor castanha, bem drenados e com um subsolo de pedra calcária. Protegida pela Serra do Mendro, o microclima resulta numa das zonas mais secas e soalheiras do Alentejo, moderado pelas brisas frescas do Atlãntico, conferindo ao vinho uma qualidade única. As castas mais utilizadas são: Aragonez, Trincadeira, Touriga Nacional, Periquita, Syrah e Cabernet Sauvignon. E como a qualidade do vinho se faz na vinha, a Cortes de Cima contou com o auxílio de um consultor de viticultura, Dr. Richard Smart, que os ajudou a converter as vinhas tradicionais em vinhas do "Novo Mundo".
Todo o vinho é produzido na moderna adega da propriedade, em cubas de inox com controlo de temperatura e depois envelhece em barricas de carvalho francês e americano antes de engarrafado.

A vindima é supervisionada e acompanhada por um enólogo australiano que se desloca a Portugal todos os anos. É nesta mescla de culturas que se criam excelentes vinhos, vinhos do "Novo do Mundo" do velho mundo.

Wednesday, 21 January 2009

Corsendonk

Cor rica e espuma muito interessante. A primeira sensação no nariz é algo forte com odores não identificados, na boca é sedosa e agradável com um primeiro sabor forte. Não gostei muito da primeira impressão mas melhora com a continuação da bebida.


Tipo: Cerveja Ale, Escura, Abadia
Origem: Priorado of Corsendonk, Oud-Turnhout, Bélgica
Características: 7.5º 

This beer has a malty earthy aroma with a hint of alcohol. The color is dark brown with red highlights and just a bit of light passing through. The head is not very thick but has enough retention to keep the top covered in foam.

The taste is malty with some grain flavors and a bit of sweetness. There is a bit of Belgian clove spice and there is another spice flavor that might be from wild yeast. This beer also has a little alcohol warmth not over power just enough to know it is there. The mouthfeel is full with plenty of carbonation. This beer has a malty clove spice finish.

Crítica:
A - Poured from a bottle into a goblet. Pours dark garnet with a thin ecru head.

S - Smells of dark fruits; succulent ripe figs and plump raisins. There's a little bit of maltiness swirling around my nostrils as well. Exceptional aroma.

T - The taste is just as magically delicious as the aroma. Dark, sweet candied fruits, roasted malts, a very mild hop punch, wheat, some mild spices.

M - Creamy, silky, mild carbonation.

Notes - I just got Corsendonk'd... and I liked it.

Serving type: bottle

4.4/5 por BeerAdvocate

Like Leffe which I reviewed recently, Corsendonk is another Belgian Abbey ale. That is, brewed in something approaching the trappist style, but by a large commercial brewery rather than artisan monks.

Again like Leffe, the Abbey (well, Priory actually) to which the Corsondonk name refers was dissolved in the late 18th century, but the ‘brewery’ founded in the 20th century; the old priory is now a hotel. The heritage of this beer is more confusing than most, with it first appearing in its current forms in the early 1980s, and then the brewing being moved from the Oud Turnhout brewery to the Brasserie du Bocq. The more you research it, the more Corsondonk appears to be simply a marketing brand, although maybe I’m just getting cynical.

Corsendonk produce two main ales, Agnes (Pale) and Pater (Brown) - both brewed to 7.5% ABV, sadly I was limited as to how many beers I could either drink while in Brussels, or bring home for tasting, so today it’s just the Agnes.

On opening the bottle you’re struck with an unmistakable scent of malt, with the merest hint of hops. If you’re looking for hops, then stick to IPA.

Flavour wise, again you’re faced with that distinctive sweet/sour flavour than can only be described as Belgian - in the same way that you can identify a Pilsner Lager or a Bitter style, if not a specific brew, but in all honesty this is disappointing, just another strong Belgian Ale. Give me a Leffe any day, or better still a real Trappist ale… I’ll dig some out for our mutual pleasure.

Ummm…. 2.5 stars… good, but not that good.

2.5/5 por BrewClub


História: Corsendonk is named after the Priory of Corsendonk in Oud-Turnhout which comprised a large brewery and malt house. The Priory was founded in 1398 and closed in 1784. The brand as it is now was introduced in 1982 by the Keersmaekers firm in Oud-Turnhout.

Links:
Homepage
Wikipédia
BeerAdvocate
BrewClub

Sunday, 18 January 2009

Santa Vitoria

Cor fechada, no nariz muito aromático a fruta madura (ginja ou ameixa, no fim um toque adocicado), na boca leve qd frio mais macio ao aquecer. Final prolongado. Boa qualidade\preço.


Tipo: Vinho Tinto
Origem: Casa de Santa Vitória, Alentejo, Portugal
Características: 2006, 14º, Trincadeira, Aragonês e Syrah

Fermentação a temperatura controlada de 26ºC.Uma parte da fermentação é feita em cubas especiais do tipo lagar com sistema de pisa com robot "pigeaur", outra parte em cubas troncocónicas e outra em cubas cilíndricas. Estágio de 9 meses em barricas novas de 250L de carvalho francês e americano seguido de uma ligeira filtração antes do engarrafamento. Estágio em garrafa durante 6 meses.

Aroma intenso a ameixa madura e groselha com notas de especiarias e baunilha.Na boca é encorpado e macio com final de prova longo.

Crítica:
Tenho reparado que se torna difícil encontrar um vinho a baixo preço (<5€) que consiga proporcionar um nível de prazer interessante e ao mesmo tempo mostre algo diferente. Apesar disto, noto que os vinhos que circulam pelas gamas baixas revelam mais qualidade. É bom para o consumidor. O risco de apanhar uma bela zurrapa é menor. Ainda bem.

O que cansa é olhar para eles e ver que comportam-se, quase sempre, da mesma maneira. Possuem os mesmo argumentos, oferecem os mesmos sabores, os mesmos cheiros. Só o rótulo os distinguem. Bem vistas as coisas, também nas gamas mais ricas isto acontece. Só que aí a compreensão é menor e os erros não se perdoam com tanta facilidade.

Notícia, para mim, é apanhar uma pérola no meio deste mar homogéneo. Com 5€, cacei um vinho tinto alentejano curioso, bem conseguido, que conciliou facetas raras nesta gama. Boa escala de aromas, bom paladar, nunca caindo em monotonia. Não soltei um bocejo. Vem daqui.
Aromas vegetais, terrosos e pequenas sensações florais prenderam a minha narina ao copo. Era fresco, alegre, quase primaveril. Curiosa, muito curiosa, a impressão a carvão (pensem no cheiro que se solta quando afiamos o lápis). Durante a sua estadia no recipiente, ganhou cheiros especiados que sugeriram canela. Estava misturada com o tabaco, com a baunilha, com uma leve sugestão a cacau amargo. A fruta? Silvestre, sem açúcar. Sedosa.
Os sabores eram sadios e vivos. Fui confrontado, mais uma vez, com um comportamento que combinou alegria com seriedade. O vegetal, a tosta e a fruta formavam um bloco bem conseguido. Apetecível, saboroso, com boa largura. Nunca se tornou chato, monocórdico. Pelo preço que paguei não posso pedir mais. Não posso

15/20 por pingasnocopo

28 Dezembro 2005
PROVA Casa de Santa Vitória 2003


Depois de provado o Insólito, é provado agora o vinho da gama média, o Casa de Santa Vitória 2003.
Elaborado com as castas Trincadeira, Aragonês e Syrah, tem estágio de um ano em barricas novas de carvalho americano e francês, apresentando-se com uma tonalidade ruby escuro e 14%
No nariz tem uma intensidade média, com fruta (ameixa, groselha, amora), fumo, torrados, ligeira baunilha com toque vegetal, toffee, algum chocolate e ligeira especiaria.
Na boca, mostra corpo mediano, com presença da fruta, fresco e suave dando uma prova agradável com presença de especiaria e chocolate, com um final de boca médio/longo, com um preço de 4,50€.

15/20 por Copod3


Links:
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Pingas no copo

Saturday, 17 January 2009

Quinta de Pancas 2006

Dourado para o pálido. No nariz lembra ananás maduro. Sedoso e fresco na boca, Final persistente. Este vinho parece-me uma boa escolha para um branco habitual.


Tipo: Vinho Branco
Origem: Companhia das Quintas, Estremadura, Portugal
Características: 2006, 13º, Chardonnay, Arinto

Vinho produzido na Estremadura através das castas Arinto e Chardonnay. Limpo,bom equilibrio de aromas. Estrutura correcta, acidez evidente, amanteigado. Final de boca longo. Acompanha bem com aperitivos, peixes e mariscos.

Crítica:
Cor de ouro pálido com boa intensidade. No nariz está exuberante, cheio de fruta fresca e citrinos com especiarias e algumas notas de tosta. Na boca com notas de laranja madura e madeira bem casada, mostra-se suave e gordo. Bom fim recheado a baunilha.

85/100 por Wineconnections


Links:
Wineconnections

Tuesday, 6 January 2009

Alagón 2002

Este vinho foi cescendo ao longo da refeição vindo a provar ser uma boa surpresa


Tipo: Vinho tinto Crianza
Origem: Valdeáguila, Serra de Salamanca, Espanha
Características: 2002, 13º, 100% Rufete


Crítica:
Vino interesante de la Zona de Salamanca, dandole importancia a la variedad Rufete (me encanta esta variedad en los rosados)
Vino de capa Media, limpio, bonitas gotas de glicerol.
En Nariz para mi, esta un poco pasado de madera, Pero en seguida salen las notas de fruta, viendose una buena elaboración (Se nota la mano del Sr Joan Mila). Boca con buena acidez, buen tanino, de uva de viñedo viejo. retrogusto medio

7/10 por Verema

Thursday, 1 January 2009

Chimay Bleue

Excelente cerveja. Forte, encorpada, saborosa.


Tipo: Cerveja "Trappiste"
Origem: Bélgica
Características: 9º

9% abv darker ale. In the 75 cl bottle, it is known as Grande Réserve. This copper-brown beer has a creamy head and a slightly bitter taste. Considered to be the "classic" Chimay ale, it exhibits a considerable depth of fruity, peppery character. The taste continues to evolve and develop with a few years of age, and is extremely popular with the Belgian population. As with all other Trappist breweries, the beer is sold only for financial support of the monastery and good causes. The brewery business pays rent for use of the property within the abbey, which is used to support the monastic community. All of the profit from the sale of the beer is distributed to charities and for community development around the region.

Like many strong Belgian beers, those produced at Chimay age well and can be cellared for at least five years whilst maintaining quality. The Chimay Bleue variety can be aged for upwards of fifteen years.

The water for the beers is drawn from a well located inside the monastery walls. The filtered solids from the beer mash are recycled into livestock feed which is given to the same cows that produce the milk for Chimay cheeses.

Once brewed, the beer is transported from the monastery to the bottling plant 12 km away, which can fill 40,000 bottles per hour, of which many are returns. The beer is then refermented in the bottle for three weeks before being shipped around the world. 20% of Chimay beer production is sold on the export markets.

Crítica:
Mousse : Assez abondante qui retombe vite, légèrement colorée.
Couleur : Sombre, reflets rouges.
Parfum : Profond, puissant, malté alcoolisé.
Goût : Intense, profond, parfumé. Goût de malt bien prononcé. Bière très équilibrée: puissance, alcool, parfum. Ronde et longue en bouche, elle dégage une grande chaleur.

17 por christian.seon.free.fr

Craftmanship: excellent
Freshness: fresh
Personal Taste: loved
Notes: delicious, very hoppy with a long bitter finish, and a very nice color.

18 por Beercritic


História: Les 5 abbayes trappistes belges, proposent toutes des bières succulentes, ce sont les moines qui ont eu le mérite de se transmettre les recettes de bière au fil des siècles depuis le manuscrit antique de Zozyme le Panopolitain contenant une recette, probablement la plus ancienne connue, jusqu'à la brasserie de l'Abbaye de St Gall au VIIIième siècle signant la renaissance au moyen âge de la brasserie.
Pour ce qui est de Chimay, la petite et très jolie ville ardennaise a fêté ses 500 ans en 1986 alors que la brasserie de l'Abbaye réalisait ses premiers brassins en 1863. Dans les années 1950 le père Théodore a isolé la fameuse souche de levure qui fait encore notre délice aujourd'hui à chaque bouteille de Chimay dégustée.
La Chimay Bleue est depuis plusieurs années distribuée avec des bouteilles millésimées, ce qui est une bonne initiative parce qu'elle reste délicieuse au moins cinq ans évoluant au fil des ans vers un goût plus doux et profond.

Links:
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Wikipédia
Beercritic

Wednesday, 31 December 2008

Marqués de Riscal 2003

Um pouco tímido no nariz ao início mas desenvolve-se na boca bem equilibrado. Gostei especialmente com carne.

País: Espanha
Região: Rioja
Categoria: Vinho Tinto
Variedades: 90% Tempranillo, 10% Graciano y Mazuelo.
Grau: 14º

Crítica:
Rubi com o bordo levemente esbatido denotando alguma evolução. Perfil aromático a mostrar uva passificada, nuances terrosas e apontamentos de especiaria. Entra macio, reforçando o contributo especiado e dando azo a que os taninos cresçam no final tostado. Muito clássico no estilo e sempre bastante atractivo na atmosfera aromática.

14.5 por NovaCritica-Vinho


Slightly closed initial impression on the nose but quickly opening up to reveal ripe fruit and vanilla notes. Intense colour with a crimson rim and a deeper more concentrated ruby red core. In the mouth, the initial impression is of freshness from the acidity with soft ripe red fruits and American oak on the mid palate. The wine has good concentration and length. Marqués de Riscal Reserva is made from grapes grown on vines over 15 years old and spends approximately 2 years in oak barrels to produce that classic Rioja style. Raisiny fruit on the nose leads to ripe fruit and soft tannins on the palate.

por drinksDirect


Links:
Bodega

Thursday, 25 December 2008

Bunnahabhain

Adoro. A minha história com este Whisky vem de muito longe. Suave com nariz bem marcado pelo Pheat ... uma delícia.

The Bunnahabhain Distillery (pronounced Boon-a-havn and meaning rivermouth in Gaelic) was built in 1881 on the north-eastern tip of the enchanting isle of Islay. It was incorporated in 1882 by the Islay Distillery Co. and then later merged with Wm. Grant & Co. to form Highland Distillers. Burn Stewart Distillers Ltd. acquired Bunnahabhain and the distillery in 2003 along with Black Bottle.

Burn Stewart Distillers Ltd. carried out extensive research amongst its consumers and
ultimately decided to evolve and update the look of the brand. A “journey of discovery” lies at the heart of the brand. It encompasses a distinguished heritage, a remote idyllic environment whose geography and history are entwined with hardy seafaring lore and, above all, a liquid with a unique, surprisingly gentle and delicate taste profile.

The gentle taste of Bunnahabhain is due partly to the lightly peated malted barley used in its creation as well as the pure spring waters of the Margadale River, trapped underground away from the peaty moorlands. The nose offers a fresh and aromatic experience with a subtle whiff of smoke floating through the air. The taste starts with a light fruit and nut appeal that leads to a spectacular malty sweetness, finishing into a beautifully rich, full-bodied, lingering experience.

Bunnahabhain Islay Single Malt Scotch Whisky has been adding to its portfolio with the long awaited release of two exciting new mature additions, an 18 year old and a 25 year old. These charming single malts are unequivocally inviting, with a gentle taste profile that makes them quite distinct from many other Islay whiskies. The Bunnahabhain journey is one to be enjoyed by all.

Bunnahabhain has a growing presence in a number of markets, notably in the U.K., Sweden, Northern Europe and the United States. The brand continues to enjoy strong year on year growth and is now distributed in over 20 countries around the world.

BUNNAHABHAIN 12 year, Single Malt Scotch Whisky

The nose offers a fresh and aromatic experience w/ a subtle whiff of smoke floating through the air. The taste starts with a light fruit and nut appeal that leads to a spectacular malty sweetness, finishing into a beautifully rich full-bodied, lingering experience

Links:
Homepage
Whisky.com
Wikipédia

Friday, 19 December 2008

Sexy 2006

Gostei. Muito animado e frutado. Óptimo aroma. Talve um pouco alcóolico de mais. Para investigar melhor.


Vinho Regional Alentejano

Clima: Mediterrâneo Continental, Dias quentes e secos com noites muito frias
Solos: Muito pobres de origem granítica
Castas: Touriga Nacional (50%) Aragonês (25%) Cabernet Sauvignon (15%)
Syrah (10%)
Denominação: Vinho Regional Alentejano

Vinificação: Vindima manual muito selectiva, em caixas de 20kg Transporte para adega em camião de frio. Vinificação atípica para o Alentejo. Fermentações alcoólicas e malolática  naturais e espontâneas. “ Cuivason” de mais de 20 dias

Envelhecimento: Estagiou 9 meses, 50% em barricas de carvalho francês grão fino tosta média+ e o restante em cuba de inox
Álcool: 14,5% em Volume
Garrafas: 65.000 de 0.75L e 5,000 de 0,375L
Data de Lançamento: Novembro de 2007
Conservação: Conservar a 16-18ºC
Serviço: Vinho com muito álcool, servir a 18ºC, para ser bebido a 20ºC

Gastronomia: Acompanha pratos de carnes brancas e vermelhas, tanto na cozinha tradicional como na cozinha moderna. Evitar pratos com picante

Notas de Prova: Cor rubi-violeta concentrada. Aroma quente a frutos do bosque, com notas de especiarias e toffee de bom carvalho francês. Na prova é meio encorpado, taninos redondos e com muito aroma. Acidez equilibrada e boa persistência

Viticultor: David Booth
Enólogo: António Maçanita

Links:
Fita preta
osvinhos.blogspot

Monday, 1 December 2008

Zamayón

Sabor a frutos vermelhos muito intenso e agradável. Corpo interessante. Boa surpresa.

LA BODEGA
Muy corta historia tiene esta bodega, ya que fue solamente en 2002 cuando Carlos Martín comenzó a elaborar sus propios vinos; las instalaciones son sencillas y se concentran en una pequeña nave industrial, aunque cuenta con los medios que requiere una bodega moderna (depósitos de acero, prensas de calidad). También cuenta con dos decenas de barricas en la que está experimentando la evolución del vino de 2003 en madera.

EL VIÑEDO Y LAS UVAS
El vino está elaborado con uvas procedentes de varias parcelas de viñas que suman 7,5 Ha. en total, situadas todas ellas en el municipio de Santibáñez de la Sierra. El 60 % de este viñedo está plantado con la uva local rufete y el resto con tempranillo. Se trata de viñas plantadas en vaso (naturalmente) entre 1900 y 1950. La vendimia se efectuó, manualmente y en cajas, en la segunda quincena de septiembre.

ELABORACIÓN Y CRIANZA
Una vez despalillados los racimos, el mosto-pasta pasó a fermentar a depósitos de acero, con un proceso separado para cada variedad; la rufete, no superó los 22º y la tempranillo alcanzó hasta los 28º. En 9 días se completó el proceso, realizándose el descube seguidamente. El vino reposó unos meses en los depósitos hasta su embotellado, que tuvo lugar en abril de 2004, una vez filtrado y tratado muy suavemente por frío, por lo que podría presentar algún depósito que no afecta en nada a su calidad.

CONSEJOS PARA DISFRUTARLO

GASTRONOMIA
Cordero lechal en caldereta.

(14º) TEMPERATURA DE CONSUMO
Estamos ante un vino joven, frutal, con un grado alcohólico respetable, que se debe beber a una temperatura fresca para resaltar sus agradables aromas.

PERIODO DE CONSUMO
El vino se encuentra en un momento espléndido que mantendrá el año que viene. Es conveniente disfrutar este tipo de vinos en plena juventud porque es cuando nos ofrecen todo lo que llevan dentro, que es mucho y muy personal.

Links:

El Mundo del Vino
Verema

Monday, 7 July 2008

Tirinuelo Cumbre


Bem estruturado, final agradável. Boa surpresa.

Tinto envejecido en roble(6 meses en barrica y uno en botella).Color rojo frambuesa.Limpio y brillante,sin impurezas. Elaborado con la variedad autóctona RUFETE, uva pletórica en aromas frutales.Nariz elegante con notas de grosella, recuerdon de hierbas aromáticas y un ligero aire de vainilla y café.El tiempo en botella lo ha redondeado y pulido hasta convertirlo en un vino amable, con la brillanted de un final que recuerda ligeramente el amargor de la nuez, acídulo y fructoso.Bien estructurado con personalidad propia. Vino de San Esteban de la Sierra (Salamanca).





Links:

Sunday, 22 June 2008

Westmalle


Turva, sabor intenso e final porlongado. Excelente equilíbrio de alcool. Uma delícia. Agradeço aos meus amigos Belgas a oportunidade de a saborear.

Brewed and bottled by the Trappist Monastery of Westmalle. Hazy gold color with a slightly greenish hue and finely-beaded mousse. The aromas are of sweet, toasty pale malt and tangy, citrusy hops with a touch of earthy yeast. A smooth, well-carbonated entry leads to a sweet, tart, medium-to-full bodied palate with tangy malt, alcohol, and kumquat like hops. Finishes with a nice fade of tart fruit, bready yeast and mild dusty hops. Crisp, highly drinkable, and a classic representation of the abbey trippel style. Score of 94 in All About Beers Magazine.

For more than 200 years now the monks in the Abbey of Our Lady of the Sacred Heart in Westmalle have been brewing the famous Westmalle Triple beer. With a high alcohol content of 9% combined with a good mix of hops and malt it is absolutely a delight to drink. Once poured it reveals a lovely cloudy golden yellow/orange color and its foam is smooth but steady, giving an impression of calm... A strong taste of alcohol strengthens its fruity aroma. It also has excellent digestive qualities.

Links: