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Sunday, 18 April 2010

Bushmills 12 Anos

Suave e generoso, não é o meu tipo de whisky preferido mas é muito bom.


Tipo: Single Malt
Origem: Bushmills, Irlanda
Características: 12 anos, 40º 

Edição limitada à venda na distilaria

Crítica:
This Bushmills can only be obtained in the duty free shops and hence is a 1 litre bottle. It's a marriage of the classic Bushmills single malt and Bushmills that has matured in Caribbean Rum casks. It delivers a spicy sweet dram.

The nose is wonderful. Typically Bushmills: sweet with honey and vanilla - but augmented by rum flavours, meaning raisins. You can also discern the ex-bourbon oak. It's quite spicy already and makes your mouth water.

The dram is very creamy and delivers on its promise from the nose, but gets overrun by sweet malt with rum, dark chocolate, caramel and toasted oak. It's quite fruity too. This one is very sweet, but not disturbingly so - on the contrary!

The finish may be limited to rum and spices, but it's so deliciously long.

I have a soft spot for Irish whiskeys (and Bushmills in particular), but this one is truly a wonderful expression. The bottle can be found from approx 50 pounds, but is worth every penny (especially considering that it's a full litre!). Probably one of the best Irish whiskies on the market today.

9/10 por Whisky connors

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Whiskymag

Porta de Cavaleiros

Cor grená, no seu todo equilibrado do nariz ao final.


Tipo: Vinho tinto
Origem: Caves São João, Dão, Portugal
Características: 2007, 13º, Touriga Nacional 100%

Vinho Dão. O tinto distingue-se pela finura do seu aroma e pelo seu paladar aveludado e é o acompanhamento ideal não só para a gastronomia tradicional portuguesa, mas também para ocasiões de confraternização e troca de experiências.

Crítica:
As Caves São João são uma das mais antigas empresas de produção de vinho em Portugal, com uma origem que remonta a 1920.
Alguns dos seus vinhos emblemáticos são nossos conhecidos há muitos anos, como o Frei João, o Frei João Reserva, o Caves São João Reserva e o Porta dos Cavaleiros. Já tivemos algumas experiências extraordinárias com algumas relíquias desta casa, como aconteceu com uma garrafa magnum de Porta dos Cavaleiros Reserva Seleccionada de 1975. Nos últimos anos os vinhos destas caves andaram um pouco longe da ribalta, e durante algum tempo era praticamente impossível encontrar o Frei João Reserva, o Caves São João Reserva e o Porta dos Cavaleiros Reserva. O reencontro de certa forma ocorreu numa das últimas edições do Encontro com o vinho, onde a empresa estava representada com novos lançamentos destes vinhos. Neste momento já é possível encontrá-los à venda.
Há alguns meses experimentámos uma garrafa de Porta dos Cavaleiros Reserva 2002 que não convenceu, ficando em suspenso uma nova prova para tirar dúvidas. Mas entretanto encontrámos à venda uma versão monocasta deste vinho, que desde logo tratámos de adquirir.
Foi uma boa revelação. Trata-se de um vinho suave e aromático, com aroma predominantemente frutado e floral que lhe é conferido pela Touriga Nacional. Na boca é medianamente encorpado com boa persistência e final adocidado e aveludado, mas em que se notam taninos firmes.
Pareceu ter potencial para melhorar com mais um ou dois anos de garrafa, e tendo em conta o preço moderado parece ser uma boa opção de compra. Uma prova a repetir e uma marca a considerar nos recomendáveis.

7.5/10 por No meu copo


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Sunday, 21 February 2010

Bucellas Arinto 2008

Cor citrica bem marcada, no nariz muito aromático. Na boca a acidez é marcada com leves notas limonadas. Boa qualidade preço.

Tipo: Branco
Origem: Caves Velhas, Bucelas, Portugal
Características: 2008, 12º, Arinto 100%

Vinho da Região de Bucelas, feito da casta Arinto. Apresenta uma cor citrina definida com tons esverdeados. O aroma é intenso em frutos tropicais, dominando o maracujá, manga e final com nuances florais e avelanadas. Na boca é frutado e fresco, onde as notas tropicais características da casta Arinto são notórias. A acidez final equilibrada torna-o vivo e persistente.

Crítica:
Nariz exala frescura com predominância para os frutos tropicais.

Na boca apresenta-se como um vinho de corpo leve, fresco, como acidez moderada que lhe confere vida sem castigar os sentidos. Não há grande presença ao nível dos sabores, apresentando-se um pouco retraídos, confirmando-se notas citrinas e de frutos tropicais.

É um vinho perfeito para dias quentes de verão e acompanha bem peixe grelhado e marisco.

Para beber sem compromissos e sem preconceitos. É um vinho ao nível da relação preço qualidade (3,5€) está melhor do que algumas ofertas na zona dos 9€.

por DrinkedIn



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Saturday, 6 February 2010

Arzuaga 2006

Ruby carregado. Fruta e madeira bem estruturada. Final agradável médio. Boa surpresa mas algo caro.


Tipo: Tinto Crianza
Origem: Arzuaga Navarro, D.O. Ribera del Duero, Espanha
Características: 2006, 14º, Tinta Fina, Cabernet Sauvignon, Merlot

La Denominación de Origen Ribera del Duero incluye términos municipales de las provincias de Burgos, Soria, Segovia y Valladolid. Esta es una amplia zona de producción en la que los principales municipios vitivinícolas son los de Pedrosa del Duero, La Aguiera, Gumiel de Hizán, Aranda de Duero, La Horra, Roa, Peñafiel y Valbuena del Duero.
El clima es continental, muy seco y ventoso; los inviernos son muy duros, con frecuentes heladas, aunque escasas nevadas.
En los viñedos de la Denominación de Origen Ribera del Duero domina una variedad que supera con mucho a todas las demás: la Tinto del País, excelente y muy similar a la Tempranillo.
El vino tinto se obtiene con éxito en esta zona. Es un vino aromático, muy afrutado y de color rojo muy vivo en su juventud y más suave, aterciopoelado y con gran riqueza en elegantes sensaciones olfativas y sápidas que se ponen de manifiesto a lo largo de su evolución.
Típicos de Ribera del Duero son los rosados ('claros') frescos y de fácil tomar. Su color es muy atractivo y con una graduación alcohólica moderada

Vendimiado a mano en su punto óptimo de maduración en cajas de 15 Kg. Los racimos pasan por la mesa de selección y a continuación se despalillan, las uvas son encubadas en depósitos de acero inoxidable, se mantienen unos días en frío, con una lenta fermentación alcohólica a unos 27º C. Una crianza de 15 meses en barricas mitad de roble francés y mitad de americano hace un vino potente y frutal, pero con elegancia y finura.

Rojo picota con ribetes violáceos, con un bonito brillo. Aromas de vino consistente, muy complejos, lleno de matices frutales aderezados con notas de
torrefactos. Es un vino en continua evolución, vivo y fresco. Equilibrado y denso llena la boca con multitud de sensaciones frutales y cremosas. Es sabroso y elegante, perfecto para maridar con multitud de platos. Es un vino que no deja indiferente por las buenas sensaciones que aporta.


Crítica:
Vino que visualmente se presenta vestido de color cereza,capa alta y ribete amoratado.
En nariz recuerdos torrefactos y mucha presencia de fruta negra. Tras un tiempo en la copa se aprecian vainillas, cacao, regaliz y una presencia cada vez mas acusada de ciruelas y moras en licor.
En boca es de persistencia media, con unos matices balsámicos muy acusados en la botella catada. Buena carga frutal y taninos bastante bien integrados, aunque aún con recorrido para mejorar en botella.
Un mas que correcto crianza de corte clásico.

8 em 10 por Verema

Rojo picota de capa media, ribete sin evolución, limpio brillante. Lagrima ligeramente coloreada pero poco abundante y rápida.

En nariz predominio de tostados, cacao, vainillas sobre un fondo de fruta roja madura u notas de regaliz. Nariz poco expresiva, plana con predominio de las notas de la crianza en buenas maderas.

En boca entrada ligera, recorrido corto, buena acidez y taninos marcados y secantes que son la nota dominante de este vino

7 em 10 por Verema

Tonalidade ruby escuro com concentração média/alta.

Nariz com fruta madura de qualidade, presente na vertente negra (cereja e groselha) em sintonia com a barrica, um ponto assente e causador de imediata empatia. O bouquet desenrola-se para as especiarias com toque de cravinho e canela, e a baunilha a dizer que também gosta de aparecer de vez em quando, discreta mas presente. Em fundo surge um ligeiro toque que faz lembrar amêndoa torrada, juntamente com herbáceo, dando a sensação de alguma secura, que complementa com os aromas a café torrado. Delicado na sua complexidade, é um vinho muito elegante e fora de modas, sério, nada vacilante e com uma boa evolução no copo durante toda a sua prova.

Boca de entrada bem estruturada e de corpo médio, boa espacialidade, sereno sem causar grandes alaridos, entra e ocupa calmamente o seu lugar, dando lugar a uma fruta bem presente, novamente a baunilha com a especiaria a dizerem presentes, num fundo que remete para uma suave amêndoa torrada. Em grande momento de consumo, arredondado nos taninos macios e bem domados, tem uma frescura na medida certa, toda a sua envolvência na boca permitem desfrutar durante largo período de tempo, com final de persistência média.

16 em 20 por Cop3


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Bodegas e Vinos

Sunday, 10 January 2010

Laphroaig

O intenso aroma a Peat domina este uísque, o sabor inconfundivelmente iodado dão carácter. Ou se gosta ou se odeia não é bebida de consensos. Pessoalmente aprecio muito.


Tipo: Single Malt Scotch
Origem: Laphroig, Islay, Escócia
Características: 10 anos, 40º 

Laphroaig 10 Year Old is an all-malt Scotch Whisky from the remote island of Islay in the Western Isles of Scotland. Laphroaig, pronounced "La-froyg", is a Gaelic word meaning "the beautiful hollow by the broad bay".

In making Laphroaig, malted barley is dried over a peat fire. The smoke from this peat, found only on Islay, gives Laphroaig its particularly rich flavour.

Laphroaig is best savoured neat, or with a little cool water. Roll it around on your tongue. Release the pungent, earthy aroma of blue peat smoke, the sweet nuttiness of the barley, the delicate heathery perfume of Islay's streams. It is as unique as the island itself.


Crítica:
Old-fashioned sticking plaster, peat smoke and seaweed leap off the nose, followed by something a little sweeter and fruitier. Massive on the palate, with fish oil, salt and plankton, though the finish is surprisingly tight and increasingly drying. The biggest beast in the jungle, even if its roar has become more muted in recent years. ‘Love it or hate it,’ as one Laphroaig advert rather boldy put it, but you just can’t ignore it.

3 em 5 por Whisky Pages


História: Ninguém sabe ao certo a verdadeira história da Laphroaig, que se foi perdendo no tempo.
É sabido que durante algum tempo havia destilação local mas devido ao seu caracter clandestino era um assunto do qual se evitava falar.
Por volta de 1800 os Johnstons já tinham uma quinta e sabe-se que por essa altura Charles e Willie Doig foram convidados a fazer alguns trabalhos numa destilaria ....a Laphroaig.

Tornou-se numa das destilarias de Islay mais misticas, caracterizada pelo "fumo" dos seus produtos (40ppm) que se distinguem a primeira abordagem.

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Thursday, 24 December 2009

Ponte de Alcorce 1998

Imensa surpresa. Após 11 anos obtivemos um vinho bem maturado e rico. Começou envergonhado mas alguns minutos ao ar libertaram todo o seu potencial. Bom corpo, taninos ainda presentes. Final médio longo.


Tipo: Vinho tinto
Origem: Sociedade Agrícola de Gouxa e Atela, S.A, Ribatejo, Portugal
Características: 1998, 13º, Touriga Nacional, Merlot, Cabernet Sauvignon e Castelão

Vinho de cor rubi com laivos acastanhados, aromas de ameixa preta e alguma compota, boca com estrutura equilibrada e redonda com taninos suaves e final de média persistência

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Produtor
2002

Saturday, 12 December 2009

Morgadio da Calçada

Cor profunda, no nariz frutos vermelhos, na boca envolvente, guloso, final longo. Um prazer beber este vinho.


Tipo: Vinho tinto
Origem: Niepoort (Vinhos) S.A, Douro, Portugal
Características: 2006, 13.5º, Touriga Franca e outras

Esta é a terceira edição deste vinho tinto resultado da parceria entre a família da Casa da Calçada e a Niepoort. O Morgadio da Calçada é produzido a partir de vinhas situadas na zona Provezende com mais de 20 anos onde predominam a Touriga Franca. Vinho de aroma intenso e frutado, com notas de ameixa preta e esteva, complexo e apelativo. Na prova de boca tem uma boa estrutura, é fresco e vivo, com concentração termina longo com elegante tostado de barrica. Depois de colhidas, as uvas foram transportadas em caixas de 25 kg para adega, após desengaçe total o mosto fermentou sem inoculação durante 8 a 10 dias em lagares de inox com sistema de pisa de hidráulico. Após fermentação o vinho estagiou em barricas de carvalho francês por um período de 15 meses.


Crítica:
Um tinto fácil de gostar. Maduro, franco e generoso em toda a prova. Fruto de amora e ameixa, leve tosta e caramelo, boa frescura, taninos especiados e final longo e guloso.

16.5/20 por Revista Vinhos


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Niepoort

Sunday, 29 November 2009

Conde de Vimioso 2008

Cor carregada. No nariz fruta vermelha. Bem robusto. Bom nível a muito bom preço.


Tipo: Vinho tinto
Origem: A Falua – Sociedade de Vinhos, SA, Ribatejo, Portugal
Características: 2008, 14º, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Cabernet Sauvignon

Vinho de aspecto cristalino e cor granada profunda. No nariz revela mineralidade e aromas de ameixas, amoras pretas e especiarias. Na boca apresenta-se macio, com taninos robustos e complexos, que lhe conferem grande potencial de envelhecimento. Os frutos vermelhos fundem-se com a estrutura e a frescura combinação de grande elegância. Termina com persistentes notas de fruta preta.


Crítica:
Não sendo um vinho de encantar, também não desagrada e pode ser uma boa aposta para vinho do dia-a-dia, que se bebe com agrado, especialmente para os apreciadores de vinhos bastante encorpados. Beba-se desde já.

6/10 por KronicasVinicolas


História: Este vinho estagiou em pipas, novas e de segundo ano, de carvalho francês durante dezasseis meses.
Chegadas à adega as uvas são descarregadas e imediatamente desengaçadas e esmagadas. A fermentação, a temperatura controlada (25º C), decorre dentro dos Balseiros de carvalho françês por acção de leveduras indigenas. Durante este período é feita a maceração pelo processo de remontagem, de modo a haver uma boa extracção de cor e taninos (responsáveis pelo corpo do vinho). A curtimenta dura todo o período de fermentação, prolongando-se por um período de cerca de um mês, por forma a conferir maior complexidade e longevidade ao vinho. Depois da fermentação alcoólica ocorre a "fermentação" maloláctica, fundamental para a estabilização e equilibrio dos nossos vinhos.

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Falua
Copovinhos

Saturday, 28 November 2009

Quinta de Pancas 2006

Violáceo. No nariz compota. Corpo mediano. Final médio. Ficou aquém das expectativas, talvez estivesse frio.


Tipo: Vinho tinto
Origem: Companhia das Quintas, Estremadura, Portugal
Características: 2006, 13.5º, Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet

Desde 1498 que o majestoso Solar da Quinta de Pancas e um "terroir" de excepção, conferem a esta emblemática propriedade características únicas. Da combinação das castas Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Alicante Bouschet nasce este vinho de aroma unicamente fumado com notas de compota, menta e especiarias vindas da elegante madeira de carvalho francês onde estagiou durante 9 meses. Na boca mostra-se suave, volumoso e estruturado, com um final longo. Recomendado para acompanhar carnes e massas. Deve servir-se a temperatura de 18°C.


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Produtor

Saturday, 21 November 2009

Solar de Serrade

Amarelo intenso. Cheiro frutado, algum adocicado. Na boca é seco, fresco, acido. Vinho com carisma, gasoso quase inexistente mais a roçar um branco seco.


Tipo: Vinho verde branco
Origem: SAVAM - Soc. Agrícola de vinho Alvarinho de Monção, Lda, Monção DOC, Portugal
Características: 2008, 12.5º, 100% Alvarinho

O “Solar de Serrade – Alvarinho”, Vinho Verde produzido exclusivamente com uvas da casta Alvarinho. Tem cor citrina, é seco e frutado no aroma.

Crítica:
A wine of considerable brio, fragrance and harmony, the Solar appeals to those who seek a greater backbone and body to their vinho verde. Made from alvarinho, the Portuguese version of albarino made famous in Spain‘s Rias Baixas district, this wine promises vibrant aromas of peach, apricot oil and subtle cardamom. On the palate, tropical fruits sing a great duet with the mouth-puckering acidity. Hail Caesar salad!

por KeL


História: Casa brasonada típica do Alto Minho, com origem em meados do século XVII, o Solar de Serrade é um bom exemplo de recuperação cuidada do património arquitectónico da região. Localizado na freguesia de Mazedo, a poucos quilómetros da estrada que liga Valença a Monção, o solar sofreu uma intervenção notável que transformou, através de obras que se prolongaram por meia dúzia de anos, uma casa em ruínas numa das referências do turismo de habitação da região do vinho Alvarinho.
O Solar de Serrade começa por impor-se pelo imponente aspecto exterior, onde se destacam as duas torres que se erguem nos flancos de um corpo longo e mais baixo. No interior, um bonito conjunto de móveis, louças e tapeçarias espalhadas por amplos salões e quartos, a capela com coro e balaustrada em estilo “rocaille”, os tectos de madeira em forma de masseira, tudo isso, somado ao seu jardim romântico, ajuda a reconstituir o ambiente vivido há mais de trezentos anos, nos tempos do morgado de Serrade.
A casa, virada para o turismo de habitação, tem, além da arquitectura, outros argumentos que reclamam uma visita a todos quantos procuram sossego em ambiente bucólico e natural: o solar é parte integrante de uma propriedade agrícola onde se cultiva o Vinho Verde da excelente casta Alvarinho e localiza-se a dois passos de duas vilas que merecem visitas atentas - Monção e Melgaço.

Monday, 26 October 2009

Convento de Tomar 2006

Cor profunda. Nariz rico em compota. Boca equilibrada. Excelente qualidade\preço.


Tipo: Vinho tinto
Origem: Adega Cooperativa de Tomar, Ribatejo (DOC), Portugal
Características: 2006, 13.5º 

Por via de criterioso encepamento e beneficiando de condições edafoclimáticas particularmente favoráveis, obteve-se este vinho que na degustação proporciona deliciosa suavidade.

História: A Adega Cooperativa de Tomar aposta na qualidade do vinho e na parceria com empresas privadas para relançar o seu nome no mercado e readquirir a confiança dos sócios. No ano em que comemora o seu 50º aniversário lança duas marcas comemorativas. A primeira, “Tabuleiros”, está na rua desde 10 de Maio e pretende homenagear o maior evento do concelho, a Festa dos Tabuleiros. “É uma marca específica que sairá apenas nos anos em que houver festa”, confirma o director da adega, Carlos Silva, adiantando tratar-se de um lote especial de sete mil garrafas de vinho branco e 11 mil tinto, exclusivo, com rótulos numerados. A marca “50 anos” é ainda mais exclusiva, destinada apenas aos cerca de 700 sócios e lançada especificamente para comemorar o meio século de existência da adega de Tomar.

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Adega Cooperativa Tomar

Saturday, 24 October 2009

Reserva Esporão 2006

Cor carregada. Aroma envolvente, fruta madura. Na boca é cheio, voluptuoso com final longo e delicioso. Um dos melhores vinhos que bebi. Excelente.


Tipo: Vinho tinto
Origem: Herdade do Esporão, Alentejo, Portugal
Características: 2006, 14.5º, Aragonês, Trincadeira, Cabernet, Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet

Produzido na Herdade do Esporão a partir das castas Aragonês, Trincadeira, Alicante Bouschet e Cabernet-Sauvignon, revela-se um vinho de aspecto límpido e cor intensamente grená. No nariz é perfumado, sugerindo fruta vermelha delicada e ligeiro toque floral, bem integrado com a madeira nova. A boca ostenta textura sedosa, com várias camadas de fruta sobrepostas, que lhe conferem grande riqueza e complexidade. O final é longo e persistente.

Crítica:
Após um período mais ou menos sabático e mais ou menos prolongado, vejo-me impelido a voltar às lides por força dum vinho que me marcou. Falo da colheita 2006 do Esporão Reserva, um ícone do Alentejo, um clássico, um daqueles vinhos que considero incontornáveis. Ainda na minha fase inicial de descoberta, o Esporão era um dos vinhos mais em voga e um que me fez despertar para este mundo. Ficaram-me na memória mais recôndita os aromas frutados que de vez em quando recordo de forma difusa sem saber muito bem onde os encontrava.
Nos últimos anos, tal como acontece com outros vinhos, andei um pouco afastado deste produto. Pareceu-me que a qualidade estava a decair um pouco e que o vinho se estava, de certa forma, a vulgarizar. Comecei a dar preferência aos monocasta e principalmente ao excelente Quatro Castas, que nos últimos anos me pareceu ser claramente melhor que o emblema da casa.
Mas um dia teria de regressar às origens. Foi este mês, por ocasião duma efeméride familiar, comemorada com uma incursão ao Vasku's (outro regresso recorrente às origens) para comer o inigualável fondue do lombo. Olhando para a carta de vinhos e tentando encontrar algo a meio caminho entre o bom e o não muito caro, detive-me na extensa lista de vinhos alentejanos, quase todos entre os 20 e os 30 €. Lá no topo o Esporão constava a 33 €. Pensei “há tanto tempo que não o bebo, e hoje é dia de festa...”. E assim veio para a mesa uma garrafa do dito Reserva 2006, previamente decantado.
Em boa hora o escolhi. Só vos posso dizer que fiquei de novo rendido, perfeitamente encantado com este vinho. Estava lá tudo o que eu tinha nas profundezas da memória. Um vinho extremamente equilibrado em todas as suas componentes: corpo, profundidade aromática com fruto maduro bem evidente mas sem excessos, acidez, macieza, madeira, taninos, persistência e complexidade muito suave, tudo no ponto certo. E os 14,5% de álcool perfeitamente disfarçados pela envolvência do vinho, como é timbre da casa. Um vinho que apetece ir bebendo sempre mais e que não cansa nem enjoa, que se deseja que não acabe. De tal forma que não demorei a adquirir uma garrafa que poucos dias depois foi aberta à mesa com o tuguinho e o Politikos. A opinião foi coincidente entre os três: não conseguimos encontrar nada de menos bom neste vinho. É um regresso em grande e, claro, é para comprar mais e deixar na garrafeira. E um dia destes vou fazer a comparação com o Quatro Castas para tirar as teimas.

9/10 por KronikasVinicolas


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Kronikas Vinicolas

Sunday, 4 October 2009

Emina 2006

Cor profunda. Nariz perfumado de fruta. Boca cheia agradável. Muito boa surpresa.


Tipo: Vinho Tinto
Origem: Emina, Ribera del Duero, Espanha
Características: 2006, 13.5º, Tinta del País 100%

Tinta del País 100%. Criado 12 meses en barrica de roble americano de tostado alto y francés Allier de tostado medio.

Capa alta cardenalicios con algunos amoratados. Aroma profundo y franco de fruta madura, fresa, tenues lácteos y vainilla, café y torrefactos de su crianza. En boca es redondo, con taninos dulces y agradables y final largo y agradable. Marida con carnes rojas, asados, quesos y pescados azules.
Disponible en formato de 50 cl y en Mágnum de 1,5 L


História: Bodega EMINA, es una Bodega situada en la localidad de Valbuena de Duero, dentro del llamado “Triángulo de oro” del vino. En la actualidad, EMINA cuenta con cerca de 80 hectáreas, repartidas entre los mejores Pagos del Bajo Duero. La variedad de uva utilizada en todas las elaboraciones es la Tempranillo. Actualmente elaboramos 3 tipos de vinos: EMINA Crianza, EMINA Prestigio (con 16 meses en barrica de roble francés) y EMINA Atio (18 meses en barricas de robles francés y americano).

El Centro de Interpretación Vitivinícola Emina, ha sido concebido como un centro de ocio, de cultura, empresarial, turístico, de formación, gastronómico... con el único objetivo de acercar a nuestros visitantes la cultura del vino. En esta web, podrá encontrar todo aquello que le podemos ofrecer. Si alguna información no estuviera disponible, por favor en este apartado, háganoslo saber y se la haremos llegar inmediatamente.

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Monday, 28 September 2009

Akerbeltz

Um pouco doce, mas gostei.


Tipo: Lager
Origem: Akerbeltz, País Basco, França
Características: 5.5º

Fermentation Haute pour la Akerbeltz ambrée
Le nom de cette fermentation vient du fait que la levure, une fois qu’elle a épuisé le glucose, remonte à la surface de la bière. C’est la méthode la plus ancienne. Elle s'effectue à 15-20°C avec des levures qui remontent à la surface de la bière, pendant 3 à 5 jours. La bière ainsi produite se conserve moins longtemps que celle de fermentation basse.

La fermentation haute permet d'obtenir de hautes teneurs en alcool ainsi que des arômes complexes. Elle donne des bières denses, goûteuses et longues en bouche qui sont généralement peu chargées en gaz carbonique. Elles se consomment à plus haute température que ces dernières, généralement entre 6 et 12°C.


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Guide des Bieres

Sunday, 2 August 2009

Almeida Garret 2006

Vinho algo mediano mas agradável. Melhor no nariz que na boca.


Tipo: Tinto
Origem: SABE - Sociedade Agrícola das Beiras, S.A., Beira Interior, Portugal
Características: 2006, 12.8º, Touriga Nacional, Trincadeira e Tinta Roriz



Crítica:
Cor rubi e auréola ligeiramente violeta, os aromas são frutados embora sem grande exuberância, acompanhados pelas especiarias, na boca revela um volume mediano, a fruta melhora mas não deixa de ser um vinho fácil de beber, sem grande complexidade mas com uma frescura agradável, o final é curto.

14 por OsVinhos



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Os Vinhos

Saturday, 11 July 2009

Quinta dos Loridos

Amarelo vivo, No nariz frutas tropicais. Fresco.


Tipo: Vinho verde branco
Origem: Quinta da Bacalhôa Vinhos de Portugal, DOC Estremadura, Portugal
Características: 2007, 13º, Alvarinho

Vinho Branco DOC (de origem controlada) Óbidos. Produzido com uva de casta Alvarinho (a casta mais famosa e conhecida no mundo), colhido em 2006. 40% do mosto fermentou e estagiou 5 meses em barricas novas de carvalho francês Allier.

Crítica:
Este vinho tem cor amarelo palha brilhante com reflexos esverdeados. O aroma de frutas cítricas (abacaxi e lima) foram bem fáceis de identificar e um toque bastante agradável de frutas silvestres. Na boca é ácido (lembrando os vinhos verdes) porém agradável, nuances de madeira suavizam agradavelmente o conjunto desse vinho.

Produzido com uvas Alvarinho, é um vinho bastante agradável que provoca a sensação de matar a sede, devido principalmente à acidez predominante e agradável. Na produção desse vinho parte do mosto fermenta em barricas de carvalho francês por 6 meses, dando os toques amadeirados ao vinho.

Degustado no Armazém Gourmet durante a degustação de vinhos portugueses da Quinta da Bacalhôa junto com uma salada de folhas e endívias, purê de ervilhas com bacalhau. Em Campinas com a Heloísa.

3.5 em 5 por NotasDegustacao


Wednesday, 27 May 2009

Guiness

Um clássico. Forte, apaladada, gulosa. Dá para mastigar


Tipo: Cerveja Stout
Origem: Dublin Co, Irlanda
Características: 7º 

Branch out and dry a delightful dark beer say draft fans. Guinness is a mild but flavorful beer with hints of coffee, chocolate and molassas. "I could drink this all night," says a self proclaimed beer snob. While it's not a complex, robust dark, Guinness is a taste of the old country with a nice head and a nice flavor. It's a wonderful introduction to the world of draught beverages.

Crítica:
Guinness obviously gets a 9, because it rules, and it obviously only gets a 9 because it is not as good as Belgian trappist beer, which is the best beer in the universe. I was recently in Montreal, and after visiting the no-load waste-of-time excuse for a casino there, I went to an Irish pub, where I proceeded to put down about 4 Guinness a night each night for the rest of the week (thanks to the United Nations, that complete waste of time and money, for sponsoring). The bartender's name is Tim, for anyone who actually goes there. Note that the guy who ripped on the beer misspelled "Guinness." And lumberjacks are awesome.

9/10 por backpacker.com

OK, so this rich, dark brown, and somewhat heavy and syrupy tasting brew is not my first choice for a hot afternoon of yard work. It is somewhat heavy, but I have found a fabulous use for Guinness stout, and there is at least one bottle as a staple in my pantry at all times. (fortunately I have a liquor store that allows you to sample imported brews one or two bottles at a time) Oh yeah, and hopefully folks are aware that alot of the Guiness we purchase in the US is actually brewed and bottled in Canada, and is not exactly the same in taste or texture as that which is actually brewed and imported from Ireland-something to be said for tradition and old casks as opposed to modern and sanitary brewing techniques) Anyway, take your favorite beef barley soup recipe, or your favorite beef stew recipe, or even your favorite pot roast recipe, and about an hour before this is ready to serve, top the stew pot or roaster with 1/2 liter of the Guiness stout and let if finish cooking....This will yeild the absolute richest gravy or soup broth you have ever tasted....It also works really well for French Onion soup (but I am still partial to using the full cup of brandy in French Onion-as Brandy is more french) I don't ever have to drink this stuff to appreciate it....Soak your bratwurst in it before grilling (The Germans invented beer brats, but using Guiness kind of perfects the whole thing) This is one beer that I don't drink, but I don't live without. Go Figure?!

4/5 por Viewpoints.com


História: Arthur Guinness started brewing ales from 1759 in Leixlip, then at the St. James's Gate Brewery, Dublin, Ireland. On 31 December he signed (up to) a 9,000 year lease at £45 per annum for the unused brewery. Ten years later on 19 May 1769 Guinness exported his ale for the first time, when six and a half barrels were shipped to England.

Guinness is sometimes believed to have originated the stout style of beer. However the first use of the word stout in relation to beer was in a letter in the Egerton Manuscript dated 1677, almost 50 years before Arthur Guinness was born. Arthur Guinness started selling the dark beer porter in 1778. The first Guinness beers to use the term were Single Stout and Double Stout in the 1840s.

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Friday, 1 May 2009

Planalto 2007

Amarelo pálido. Muito fresco e frutado. Boa persistencia.


Tipo: Vinho branco
Origem: Sogrape, Douro, Portugal
Características: 2007, 12,5º, Malvasia Fina, Gouveio, Viosinho, Códega

PLANALTO, como o seu nome sugere, é proveniente de uma zona planáltica da região do Douro, abrigada dos ventos atlânticos pela Serra do Marão. PLANALTO é um vinho Douro Branco Reserva que, desde a sua criação em 1990, se estabeleceu como uma das referências portuguesas em vinhos brancos de qualidade. PLANALTO é um vinho fresco e elegante que alia um estilo próprio inconfundível e apelativo a uma grande versatilidade, numa escolha de excelência para muitos enófilos.
PLANALTO 2007 apresenta uma cor amarela citrina, de aspecto límpido e brilhante. O seu aroma intenso revela aromas primários de flôr de laranjeira, citrinos e e um toque mineral, bem conjugados com aromas tropicais provenientes da fermentação como ananás e maracujá Na boca é um vinho elegante e complexo, com boa acidez e estrutura, o que o torna muito equilibrado e harmonioso, com um final longo e envolvente.


Crítica:
Planalto, o branco seco do Douro da Sogrape que é sempre uma aposta simpática. À semelhança de outros brancos relativamente leves e secos, este é sempre agradável de beber, com uma boa acidez e notas florais, corpo médio e um final persistente e refrescante. Nota-se a presença da Malvasia Fina a dar um perfil mais arredondado ao vinho dentro do seu carácter predominantemente seco. Neste caso acompanhámo-lo apenas com uns entreténs-de-boca enquanto aguardávamos a “pièce de résistance” que neste caso eram duas, divididas a meias: uma posta à mirandesa e um bife Wellington. Ela na sua tradicional disposição, ele acoitado em massa folhada, muito tenro e suculento.

7.5/10 por Kronicaviniculas


História: A vindima de 2007 decorreu com tempo incerto, alternando o tempo quente com períodos de chuva intensa permitindo deste modo um terminar do ciclo vegetativo da vinha de uma forma ideal, criando assim as melhores condições para a elaboração de vinhos de excelente qualidade. À chegada ao centro de vinificação da Sogrape em Vila Real, as uvas colhidas à mão foram desengaçadas e esmagadas suavemente. Posteriormente, foram fermentadas em cubas de aço inox a uma temperatura controlada entre os 16º-18ºC, durante cerca de 20 dias.
Os vinhos resultantes foram mantidos separadamente por casta e/ou vinha a baixas temperaturas. Após um grande conjunto de provas e na sequência de uma apurada selecção, foi elaborado o lote final que, depois de clarificado e estabilizado, foi engarrafado. PLANALTO 2007 pode ser apreciado na sua plenitude 6 meses após o engarrafamento, mantendo-se contudo nas melhores condições durante 2 a 3 anos, desde que conservado na posição horizontal a temperaturas de 10º a 15º C.

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Saturday, 21 March 2009

Duas Quintas 2006

Cor violácea, no nariz muito aromático açucares cheios de fruta, na boca começa fresco evolui para um vinho guloso.



Tipo: Vinho tinto
Origem: Ramos Pinto, Douro, Portugal
Características: 2006, 14º, Touriga Francesa 40%, Tinta Barroca 20% e Tinta Roriz 40%

A casa RAMOS PINTO, fundada em 1880, mantém ainda hoje a firme determinação do seu fundador, Adriano Ramos Pinto, de produzir e seleccionar as melhores uvas da Região Demarcada do Douro para a elaboração dos seus vinhos. Em terras de xisto e de baixa altitude situa-se a QUINTA DE ERVOMEIRA, onde as uvas são criadas num clima quente e seco, permitindo a sua profunda maturação. Noutro terreno granítico de maior altitude situa-se a QUINTA DOS BONS ARES. Aqui, as uvas amadurecem em clima fresco e arejado, o que lhes confere frescura e vivacidade. Através de uma prova cuidada fundiram-se as "Duas Quintas" num só vinho, com fruto, força e complexidade. A casa RAMOS PINTO elaborou este vinho a partir das castas Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca.
Cor intensa e limpa, com reflexos vermelhos.
Aroma fresco e frutado, destacando-se aromas de cereja e de ameixa. Em agitação,
aparecem notas de regaliz e de especiarias.
Na boca entra macio e volumoso, revelando-se logo a sua frescura e uma estrutura
consistente e aveludada. Reaparecem então aromas de frutos vermelhos, amoras, esteva e
pimenta branca que deixam um longo e agradável final de boca.

Crítica:
Cor intensa e com laivos violetas, tem um aroma cheio de frutos silvestres maduros, na boca revela complexidade e estrutura, taninos bem polidos, leves notas de fumo e alguma madeira, o final é muito agradável, num conjunto pronto a beber.

16/20 por Os Vinhos



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Thursday, 5 March 2009

Fontanário de Pegões

Cor Granada, Aroma intenso a fruta toques baunilha, na boca é aveludado com final prolongado.


Tipo: Vinho Tinto
Origem: Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões, CRL, Palmela, Portugal
Características: 2005, 13,5º, 100% Castelão

Península de Setúbal, região onde estão situadas as nossas vinhas, caracterizada por um microclima com óptimas condições endafo-climáticas, únicas onde se destaca os solos arenosos ricos em água e o clima Mediterrâneo com influência marítima devido à proximidade do mar. A perfeita harmonia destes elementos favorecem o desenvolvimento de castas nobres perfeitamente adaptadas originando vinhos de excepcional qualidade.
Fermentação alcoólica em cubas inox com temperatura controlada seguida de maceração pelicular prolongada.
Meses em pipas de carvalho Americano e Francês seguido de 6 meses em garrafa.
Medalha de Ouro, Prata e Bronze no "Challenge International du Vin" em Bordéus. Classificado na "Revista de Vinhos" como Melhor Vinho na Península de Setúbal e "Melhor Compra".

Crítica:
Nariz de carácter, agregando a boa complexidade do castelão conferida pela rusticidade do fruto, fumo, especiarias e couro. Um perfil equilibrado e sensato. Boca fina, saborosa, aliando taninos suaves com profundidade de sabores. Longo, harmonioso, suave.

16/20 por Anónimo


História: A Cooperativa Agrícola de Sto. Isidro de Pegões, foi constituída por Alvará de 7 de Março de 1958.
Como infra-estrutura indispensável de apoio ao plano de fomento e ordenamento agrícola executado pela ex-Junta de Colonização Interna, que implantou na área cerca de 800 hectares de vinha, distribuída por centenas de casas agrícolas, nas herdades doadas aos Hospitais Civis de Lisboa pelo grande benemérito Dr. Rovisco Pais.
Nascida por iniciativa da ex-Junta de Colonização Interna, a Cooperativa recebeu do sector estatal, forte apoio financeiro e em meios técnicos e humanos durante as primeiras décadas da sua existência. Assim, a ex-Junta nacional do Vinho prestava graciosamente a assistência técnica fornecendo os enólogos e analistas além de outros apoios na comercialização.

Superada uma fase da ocupação e de desequilíbrio consequente do processo revolucionário então em curso, a Cooperativa empreendeu nos últimos 8 anos um trabalho sistemático de recuperação e de investimento na modernização da sua adega, com o objectivo de valorizar os vinhos produzidos. Assim a sua adega está dotada de um sistema de vinificação e estabilização de frio, recuperação dos primitivos depósitos de cimento com revestimento em "Epoxy", complexo de cubas e lagares de inox para fermentação com controlo de temperatura, Prensa de vácuo e prensas pneumáticas, nova linha de enchimento e rotulagem, ETAR, obras de beneficiação e conservação geral dos edificios e acessos fabris, e encetou um programa de modernização e desenvolvimento relativo à sua organização, encontrando-se neste momento em processo de Certificação da Empresa no âmbito da Norma NP EN ISO 9001:2000 e HACCP.

A Cooperativa Agrícola de Sto. Isidro de Pegões possui uma área vinícola de 967 hectares da qual produz em média 5 000 000 kg de uva sendo 74% tinta e 26% branca, as tintas produzidas são o Castelão (Periquita) 94%, Touriga Nacional, Aragonês, Cabernet Sauvignon, etc, 6%. nas brancas predominam o Fernão Pires 37%, Moscatel 28%, Tamarez, Arinto, Antão Vaz, Chardonnay, etc, 35%.

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InfoVino
Copperativa de Pegões