Friday, 17 February 2012
Cerco Leningrado
Thursday, 2 February 2012
Vox Lumiere: Phantom of the Opera
Thursday, 5 January 2012
Alegria
Alegría apresenta um elenco de 55 artistas e músicos originários de 17 países diferentes. Alegría tem um estilo barroco e operático, com um guarda-roupa extravagante, música ao vivo e uma actuação elaborada que realça o surpreendente espectáculo artístico e atlético. O resultado é uma impressionante mistura de talento, força e velocidade, combinados com performances elegantes, quase etéreas. O espetáculo de duas horas e meia, com intervalo, mostra acrobacias de cortar a respiração. Os atos incluem o Synchro Trapeze e a elevada energia do Aerial High Bars, em que trapezistas temerários voam para as mãos de outros que balançam a mais de 12 metros do palco. A vibração da juventude está presente na acelerada Power Track, uma brilhante demonstração sincronizada de coreografia e saltos num sistema de trampolins que se esconde por baixo do palco. Nas Russian Bars, artistas voam em espectaculares cambalhotas e flips para aterrarem numa barra com 10 centímetros de largura, pousadas nos ombros de colegas. Alegría é mais do que um espectáculo... é uma experiência única e entusiasmante que cativa público de todas as idades. De um grupo de cerca de 20 artistas de rua, quando começou em 1984, o Cirque du Soleil cresceu até atingir a liderança no entretenimento de qualidade, contando com mais de 5 mil empregados, incluindo mais de 1300 artistas originários de quase 50 países diferentes. A companhia já deslumbrou e maravilhou quase 100 milhões de espectadores, em mais de 300 cidades nos 5 continentes.
in Lux.Iol.pt
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Thursday, 28 July 2011
Aurea no Casino Estoril
Tem 23 anos e «tomou de assalto» as rádios nacionais com o single de estreia «Busy (For Me)», aponta a instituição. As influências desta alentejana de Santiago do Cacém, que residiu muitos anos no Algarve, vão de Aretha Franklin a Joss Stone, passando por John Mayer e pela falecida Amy Winehouse, estendendo-se também a James Morrison e Zero 7.
in Diário Digital
Wednesday, 13 April 2011
Dazkarieh

Os Dazkarieh estão de regresso com “Ruído do Silêncio”, o seu quinto trabalho estúdio.
Depois de uma digressão internacional que os levou a salas e festivais da Malásia, Alemanha, Áustria, Estónia, Polónia, Espanha e Portugal, a banda regressa um disco que revela uma banda mais madura e que explora a sua sonoridade consolidada em volta da música de raíz tradicional assim como, novos caminhos musicais. É inquestionável que o som dos Dazkarieh é único e “Ruído do Silêncio” só o vem comprovar.

Dazkarieh é som do passado pelos instrumentos antigos e acústicos e é som presente que se ecoa quando se transforma em distorção pura. É tradição portuguesa, mas também tradição dos nossos dias que provocam uma explosão sonora, ainda que plena de intimismo.

Quatro músicos em palco são o elo de ligação entre passado, presente e futuro. uma viagem pelo imaginário sonoro de Portugal e do Mundo e uma energia avassaladora que não deixa ninguém indiferente."
Vasco Ribeiro Casais: Bouzouki, Nyckelharpa, Gaitas-de-Foles;
Joana Negrão: Voz, Pandeireita, Adufe, Gaita-de-foles;
Rui Rodrigues: Guitarra, Cavaquinho;
André Silva: Bateria
in Sonorika
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Tuesday, 14 December 2010
Wednesday, 10 November 2010
Apanhados na Rede

Com encenação de António Feio e Fernando Gomes, "Apanhados na Rede" é uma comédia a alta velocidade, assinada por Ray Cooney, um dos mais brilhantes dramaturgos ingleses.
Divertida, emocionante e caótica, "Apanhados na Rede" relata as aventuras de um taxista lisboeta que tem duas casas, duas famílias e duas vidas, em lados opostos da cidade.
Tudo corre bem até ao dia que os seus dois filhos (um de cada família !!!) se conhecem e se apaixonam via Internet, decidindo encontrar-se. Para evitar o desastre, João, o taxista, acelera a fundo em manobras de diversão que impeçam o namoro... dos seus filhos !!!
Encenada por António Feio e Fernando Gomes e com interpretação de Claudia Cadima, Eduardo Frazão, João Maria Pinto, Joana Estrela, Jorge Mourato, José Pedro Gomes e Sónia Aragão, "Apanhados na Rede" é uma comédia de costumes assinada pelo autor de "Dois Amores", a peça de sucesso, vista por mais de 85 mil pessoas, que António Feio e José Pedro Gomes estrearam no Teatro Villaret em 2006.
Friday, 10 September 2010
Ennio Marchetto
Durante uma hora, promete entreter com um número que mistura transformismo, teatro, dança, mímica, origami e a rápida mudança de adereços de cartão coloridos. Eis os ingredientes para uma hora em que desfila 50 personagens de traços carregados e fina espessura, de Elvis Presley a Eminem, passando por Dolly Parton, Tina Turner ou Lady Gaga. "O meu espectáculo é universal. É atraente para todos. Do menino à senhora idosa. Não me sinto propriamente um actor porque não me consigo ver em palco sem música, cartão e maquilhagem", explica Ennio Marchetto ao CM.
O italiano de 50 anos, inspirado pela Disney e pelas máscaras do Carnaval da Veneza natal, adapta o guião em função do público: em Portugal encarnará Amália Rodrigues, António Variações e as Doce.
Neste espectáculo, que estará durante três semanas no Casino Lisboa, Marchetto criou os próprios fatos, números e coreografias, que duram pouco mais de um minuto cada. O tempo suficiente para conseguir passar a sua mensagem: fazer rir.
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Wikípédia
Saturday, 10 July 2010
Mayumana
A companhia multicultural, nascida em 1996 em Tel Aviv, desenvolveu “uma linguagem artística única, baseada no ritmo, na técnica, nos efeitos visuais e, acima de tudo, onde a criatividade e o humor”, refere a produtora do espectáculo UAU.Momentum é o nome do novo espectáculo, que agora trazem a Portugal, nesta sua quarta visita a Lisboa, e cuja acção decorre em torno da questão do Tempo, sempre com o ritmo como base da sua performance, e assente no contraste entre o vibrante e o calmo, a agitação e a serenidade.
Durante cerca de uma hora e meia, os 11 artistas em palco, cantam, dançam, tocam e completam todo o som do espectáculo com movimentos, utilizando para isso o próprio corpo ou as mais variadas coisas, numa extraordinária coordenação entre música e movimentos, ao som da batida forte dos percussionistas.
Os artistas recorrem também a baldes e copos com água, caixas de madeira, batidas no chão, sons com a boca, para ajudar à composição musical.
A dança em quadrados acompanhada de sons e a serenata a uma jovem da plateia “que se torna a paixão de um dos bailarinos”, num dos vários momentos cómicos e bem dispostos do espectáculo, são dois dos momentos mais divertidos do espectáculo.
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Friday, 30 April 2010
Forever Tango
O Tango é um sentimento que se dança. Cada história conta-se em três minutos. É paixão, é melancolia. É terno. Mais do que uma dança, Tango é música, drama, uma cultura, um modo de vida !!!São histórias que contam as vidas dos argentinos das zonas portuárias de Buenos Aires, os seus amores, raivas, momentos de coragem e, claro, o seu ego machista...
O espectáculo, onde o romantismo da voz de Carlos Morel presta homenagem a Carlos Gardel, está de volta com o melhor da tradição argentina. Com uma grande produção musical, o espectáculo conta com um conceituado elenco de bailarinos, um assinalável virtuosismo musical e toda a magia interpretativa do tango. O “ritmo-pasión” dos argentinos promete proporcionar diferentes sentimentos a quem se aventurar a ir ao Casino Lisboa.
Presencie o drama e a sensualidade com que os bailarinos se movem no palco, deixe-se contagiar pela cultura rioplatense no espectáculo de Tango, de excelência, da Broadway.
Saturday, 17 April 2010
Opera show
O Auditório dos Oceanos, no Casino Lisboa, é o palco escolhido para receber o espectáculo "The Opera Show", no dia 6 de Abril, pelas 21h30. Um espectáculo exuberante, surpreendente e evocativo que estará em cena até 17 de Abril.Exuberante, surpreendente e evocativo, este é um espectáculo onde reconhecidas árias de ópera são recriadas numa nova paisagem visual animada pela teatralidade de coreografias com muita atitude. "The Opera Show" marca também pela composição colorida dos cenários e pelo arrojo do guarda-roupa e da caracterização.
Dividido em três actos, o espectáculo viaja por diferentes épocas musicais a partir do glamour dos aristocráticos palácios italianos até ao ambiente pós-guerra da década de 40, culminando na loucura do rock'n'roll.
Bach, Beethoven, Mozart, Dvorak e Puccini serão interpretados como nunca (ou)viu, num espectáculo em que a crítica já se rendeu à composição colorida dos cenários e ao arrojo do guarda-roupa e da caracterização.
Dividido em três actos, "The Opera Show" propõe uma viagem a diferentes épocas musicais, convidando o público a acompanhar um elenco de obras conhecidas, como "Papageno, Papagena - Flauta Mágica", de Mozart (1791), "Lascia Chio Pianga - Rinaldo", de Handel (1711), "Ah! Je Veux Vivre - Romeu e Julieta" (1867), de Gounod, entre outras.
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Friday, 12 March 2010
The Voca People

Som puro: sem instrumentos, sem efeitos. Só a pura voz humana!
Som mais puro que esse não existe!
O Voca People é um grupo internacional que tem fenomenal desempenho vocal e combinação de sons vocais tipo Beat-box que imita sons dos tambores, trompetes, guitarras e outros instrumentos musicais e efeitos sem usar qualquer instrumento musical, realizada de uma forma humorística.
Surgidos no início de 2009, os Voca People apresentam-se em palco vestidos de branco, da cabeça aos pés. São três mulheres (contralto, mezzo e soprano), três homens (baixo, barítono e tenor) e dois beat-boxes humanos.
Juntos, os artistas interpretam temas que marcaram várias épocas do rock, pop, jazz e música clássica, segundo o divulgado em comunicado.
Integram o grupo Ben David Boaz, Ben David Inon, Cohen Eyal, Goldshtein Oded, Kozlovski Adi, Levi Naama, Rahmin Liraz e Shahaf Gilan.
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Friday, 26 February 2010
Laurent Filipe The Song Band Intimo
Laurent Filipe, conceituado trompetista com mais de 30 anos de carreira, autor de um vasto repertório na área da música tradicional e contemporânea, compôs música para várias peças e as bandas sonoras. Em 2009 deu vários concertos.Quase..."All Of Me"...ou 30 anos de jazz, foram a comemoração de 30 anos de carreira.
À sua larga experiência como músico juntou a sua estreia na TV, como jurado no programa Ídolos, uma incursão num mundo para ele desconhecido mas que lhe valeu um enorme foco na sua imagem tornando-o reconhecido do grande público.
À parte esta experiência mediática, a sua carreira como músico de jazz continua.
Por isso Laurent Filipe apresenta-se em quarteto no próximo dia 26 no Casino de Lisboa (Auditório dos Oceanos), com o espectáculo THE SONG BAND, que nas palavras do próprio não é mais que a procura da essência das canções num sentido mais alargado.
"São "canções" que podem não ter letra mas cujo ambiente musical serve de pretexto a uma história muitas vezes sem palavras. Na maleabilidade própria deste quarteto de Jazz revela-se a poética musical, por vezes cinematográfica, que resulta da escolha e da interpretação de um reportório "íntimo" e surpreendente".
Em palco vão estar ao lado de Laurent Filipe os músicos Rodrigo Gonçalves (piano), Massimo Cavalli (contrabaixo) e João Cunha (bateria).
O convidado especial será Bruno Santos (guitarra).
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Sunday, 15 November 2009
St Dominic's Gospel Choir

Foram duas horas de muito ritmo, melodia e belas vozes. Assistir a este coro deixa qualquer um de alto astral. Bem hajam, continuem.
História
Esta ideia surgiu da vontade de uma só pessoa (João Castro) que em 2001 assistiu á actuação de um Coro de Gospel Norte-Americano, o Georgia Mass Choir. Nesse concerto (realizado na Culturgeste) o João Castro, como espectador entusiasta, foi chamado ao palco para cantar com o Georgia Mass Choir a música “Happy Day” e foi ai que tudo começou. Conheceu o Reverendo Milton Biggham (regente do coro) com quem manteve contacto e que lhe lançou o desafio de formar um coro de Gospel (uma vez que este estilo de música não era conhecido em Portugal e por isso muito pouco aceite pelo público).
Será relevante dizer que o Georgia Mass Choir é um coro de renome que já recebeu inumeros prémios pela sua música (nomeadamente os Stella Awards e Grammys) e que são eles que acompanham grandes vozes por nós conhecidas como é o caso da Whitney Houston).
Fizeram parte deste coro o Filipe Gonçalves (Operação Triunfo) e Lara Afonso (solista do tema “Amanhecer” - genérico de novela). Ambos começaram a sua carreira de cantores no coro, lançando-se posteriormente a solo.
Em colaboração connosco encontram o Tó Cruz (Vencedor do Festival da Canção 97), Herman José (apresentador da Sic), Nuno Feist (Maestro), Henrique Feist (Cantor de Revista/ Musicais e produtor musical da Sic), Filipe Gonçalves (cantor), Vanessa e Nuno Aleixo (finalistas da Academia de Estrelas).. entre outros!
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Tuesday, 10 March 2009
Fuego
Inspirada no melhor Flamenco, a Companhia de Dança Carmen Mota estreia o espectáculo "Fuego" no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa, a 3 de Março. Trata-se de um ciclo de actuações que se distingue pela fusão de elementos de dança moderna com a ancestral pureza estética da arte Flamenca. Com um evoluído conceito coreográfico, "Fuego" propõe um conjunto de quadros que merece a atenção do público. Numa sucessão de peças de prestigiados compositores, os bailarinos interagem, em palco, exibindo um guarda-roupa de excepção.
"Fuego" é protagonizado por 18 bailarinos e 5 músicos / cantores que interpretam compositores tão épicos como Karl Orff (Carmina Burana) a par dos modernos Dire Straits (Private Investigations). O cuidado guarda-roupa e o desenho de luz acentuam as impressionantes coreografias, ora intimistas ora plenas de energia, assinadas por Joaquin Marcelo.
"Fuego" conquistou já as mais exigentes plateias internacionais, que se renderam ao singular enquadramento de luz, cor e movimento. A Companhia de Dança Carmen Mota protagoniza um espectáculo inovador, sem quebrar as barreiras do tradicional Flamenco.
Pleno de ritmo e sensualidade, "Fuego" divide-se em dois actos. Carmen Mota explica a sua concepção, "Quis familiarizar os espectadores de todo o mundo com o Flamenco, sem alienar todos os que já são apreciadores da dança tradicional espanhola".
Com melodias de compositores imortais e um magnífico guarda-roupa, as coreografias de Joaquin Marcelo fascinam o mais céptico espectador, conquistando-o quadro após quadro. Carmen Mota é uma figura incontornavel da dança tradicional espanhola. Tem mais de cinquenta anos de carreira e trabalhou com Lola Flores e Carmen Amaya , para quem assinou diversas coreografias.
Em 1977 fundou a sua própria companhia e rapidamente se internacionalizou.
Em FUEGO Carmen Mota ultrapassa-se conseguindo uma harmonia perfeita entre os ritmos tradicionais do flamenco e a dança moderna.
Saturday, 28 February 2009
Os Maias no Trindade
Em 1867, o Teatro da Trindade abria pela primeira vez as suas portas, nascendo assim aquele que viria a ser, e permaneceu ao longo destes 140 anos, um dos mais importantes e belos Teatros de Lisboa. Alguns anos depois, em 1888, foi tornada publica a 1ª edição de Os Maias, talvez o mais notável romance de toda a literatura portuguesa. Nele, o seu autor, Eça de Queiroz, imaginou uma significativa cena passada no Trindade. Foi esse o ponto de partida para a leitura que o dramaturgo António Torrado fez da obra, traduzindo assim em linguagem teatral o grandioso fresco da sociedade portuguesa do século XIX que, à data da sua publicação, constituiu um polémico escândalo, pela autenticidade da denuncia de uma colectividade apagada e pretensiosa, por vezes reles, por vezes ridícula.
"Os Maias no Trindade" é o título da peça é, não é por acaso. É que a adaptação
da obra-prima de Eça de Queirós ao palco, é uma versão da autoria do escritor
António Torrado. Em cena no Teatro da Trindade até 26 de Abril, a peça encenada
por Rui Mendes, conta a trágica história amorosa de Carlos e Maria Eduarda, um
retrato cru da sociedade portuguesa no final do século XIX.
Esta versão
não quis cair "na reverência cronológica perante o romance", destacando o Sarau
de Beneficência, que constitui um dos capítulos mais significativos da obra, e
que tem lugar precisamente no salão daquele teatro lisboeta, poucos anos depois
da sua inaguração.
O texto sofreu alterações justificadas sobretudo pela
necessária economia teatral, sendo que o encenador alerta para o facto de o
espectáculo "não dispensar" a leitura da obra, em toda a sua mestria e riqueza.
Esta grande produção conta com um conjunto de iniciativas paralelas
dedicadas ao escritor, entre tretúlias, filmes e a exposição "Eça em
Caricatura".
Com um elenco vasto e heterogéneo, a peça é protagonizada
por José Fidalgo e Sofia Duarte Silva. Nesta versão, o encenador assinala que o
espectáculo é "o retrato de um país que, no essencial, pouco mudou nestes 120
anos, o que o próprio autor parece ter já adivinhado nas últimas páginas do
romance, mas que agora podemos reviver nos nossos próprios termos e desenhar com
a nossa própria visão."
in LifeCooler
Com: Afonso Malão, Augusto Portela, Igor Sampaio, João Didelet, José Airosa, José Fidalgo, Luis Alberto, Luis Mascarenhas, Mário Jacques, Pedro Górgia, Rogério Vieira e Sofia Duarte Silva
Autor: António Torrado
Encenador: Rui Mendes
Saturday, 31 January 2009
Jacinta - Songs of Freedom
Num projecto inovador, Jacinta cria um espectáculo irreverente e absolutamentesurpreendente, apresentando uma soberba simbiose do jazz com célebres temas dos
anos 60, 70 e 80. De Ray Charles a U2, passando por James Brown, Nina Simone, Bob
Marley, Beatles, Beach Boys, Stevie Wonder, Prince, Bee Gees e Bobby McFerrin,
Jacinta – considerada a melhor jovem artista de jazz do continente europeu em 2007,
no âmbito da iniciativa "O Melhor da Europa” – promete revelar todo o seu potêncial
enquanto intérprete, evidenciando-se a sua voz umas vezes portentosa, outras vezes
sublimemente delicada e, sobretudo, a sua competência ao nível do swing.
Neste regresso a um passado recente, a selecção dos instrumentos foi criteriosa,
apresentando-se desta vez num formato minimalista com piano e saxofone.
Evidenciam-se ainda os arranjos e as interpretações de Jacinta que oferecerão a este
espectáculo uma lufada de contemporaneidade.
Jacinta (Voz), Paulo Gravato (Saxofone Barítono e Tenor), Pedro Costa (Piano), João Gustavo (Arranjos)
Crítica:
Jacinta canta do fundo da sua alma com uma
alegria absolutamente contagiante... tratando
com respeito todas as canções que interpreta.
in New York Times
Saturday, 18 October 2008
Cabaret
Eu não sou fã de musicais. Aliás, todas aquelas cenas lamechas de cantoria despropositada nas mais diversas e absurdas situações da vida, como se eu desatasse a cantar ansiosamente enquanto folheio uma revista na sala de espera de um dentista, irritam-me profundamente. Não me entendam mal, eu gosto muito de música e de canções, mas onde façam sentido, e para mim, oferecer um ananás a alguém não é motivo para cantar. Dito isto não é difícil adivinhar que a maioria do espectáculo foi um suplício para mim, agravado pela fraca qualidade de algumas vozes. Do que é que eu gostei então? Gostei dos números de Cabaret própriamente ditos e do mestre de cerimónias, Henrique Feist que a meu ver é o melhor em palco, “Money makes the world go arround” um grande momento. A actuação de “Sally Bowls” não me convenceu muito, tiques a mais, uma grande voz mas não me faz esquecer a Liza. No global, apesar do meu ódio visceral a musicais, até gostei, e por isso, devia ser mesmo bom.

A versão cinematográfica, de 1972, ficou para a história com a inesquecível voz de Liza Minnelli a dar vida à cantora Sally Bowles. O musical “Cabaret”, com encenação de Diogo Infante, estreou-se no dia 10 de Setembro no Teatro Maria Matos, em Lisboa. A protagonista foi escolhida num programa da RTP. Ana Lúcia Palminha foi a vencedora do programa “À Procura de Sally”, do canal público, escolhida para interpretar o papel da protagonista.
Sally Bowles é uma jovem cantora inglesa que trabalha no Kit Kat Klub, em Berlim, e por quem um escritor americano (Cliff Bradshaw) se vai apaixonar. “Cabaret” relata a vivência na capital alemã, na década de 30, num tempo de contradições e ascensão nazi. Ambiente com o qual o amor de Sally e Cliff terá de conviver e sobreviver.
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Wednesday, 15 October 2008
Cavalia
Definitivamente não faço parte da legião de fãs deste espectáculo. Sim, os animais são soberbos. Sim, a encenação está bem construída e o fluir do espectáculo é envolvente. Sim, os artistas têm uma relação humanizada com os animais a um nível pouco visto. O espectáculo é de um nível técnico inexcedível, penso que não. Posso não ser conhecedor da arte, mas do toureio à alta escola equestre nacional, o que não nos falta são artistas nesta área. Honestamente, achei lindo, mas fraquito. Já a máquina financeira associada, desde os preços dos bilhetes absurdamente caros, pacotes para elite, estacionamentos a 5€, todo o marketing e merchandising, nada disto é fraquito, aliás rapidamente temos consciência que pode existir arte e amor, mas o essencial é o negócio. Para ajudar à festa o dia em assisti ao show foi pródigo em peripécias e acidentes: equipamentos (ecran lateral) que não funcionava, artistas às escuras porque as tochas que seguravam apagaram-se, acrobacias falhadas, durante a cena “Bungee e Cavaleiros” o elemento feminino caiu literalmente de quase 3 metros quando lhe escapou a mão e finalmente um cavalo caiu ao tropeçar num ressalto de madeira do palco devido a má condução do acrobata durante um galope vertiginoso. Aconselho a ver o espectáculo pela nobreza dos animais, mas acho que não vale o preço.

A magia de Cavalia, uma espectacular odisseia equestre.
Depois de mais de 1100 espectáculos por todos o mundo, o “ballet mágico entre o homem e o cavalo” chega ao Passeio Marítimo de Algés, no dia 2 de Outubro. Um espectáculo imaginado por um dos fundadores do Cirque du Soleil, que já encantou mais de dois milhões de espectadores em todo o mundo. Normand Latourelle, presidente e director artístico do Cavalia, está satisfeito e orgulhoso por trazer o seu espectáculo para Portugal pela primeira vez. Ele está convencido que o público português verá um espectáculo realizado por uma equipa de artistas e cavalos excepcionais, apresentados de uma forma que nunca antes viram. O nosso espectáculo é uma experiência inesquecível e eu estou convencido que o espectador irá invariavelmente ser tocado por tanta beleza e poesia.

Cavalia, um espectáculo diferente de todos os criados até hoje, é uma junção de técnicas multimédia, com artes equestres e performativas. Os espectadores serão transportados para um cenário virtual fantástico para testemunhar um sonho de liberdade, cumplicidade e harmonia que explora a relação histórica entre humanos e cavalos. Desenhada especialmente para Cavalia, a tenda “Big Top” encerra um palco de 49 metros onde actuarão 37 talentosos artistas e 60 cavalos. Um espaço onde a agilidade, o poder e a graça dos cavalos é demonstrada em toda a sua beleza e em total liberdade.

Cavalia, chega agora ao Passeio Marítimo de Algés - Oeiras, na sequência de uma tournée mundial, iniciada em 2003, que já levou este espectáculo a importantes cidades como Amesterdão, Berlim, Bruxelas, Dallas, Las Vegas, Los Angeles, Madrid, Montreal, Washington, entre outras. Cavalia é uma criação de Normand Latourelle, um dos fundadores do Cirque du Soleil, aclamado pelas suas produções arrojadas e inovadores. O espectáculo é dirigido por Erick Villeneuve e a direcção equestre está a cargo de Frederic Pignon e Magali Delgado. Todas as músicas são tocadas ao vivo e são uma composição de Michel Cusson, propositadamente para o Cavalia.
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Saturday, 10 May 2008
Tango Pasión
Poderoso, sofisticado e virtuoso, Tango Pasión é, para muitos o espectáculo-Bíblia desta nobre dança argentina com mais de um século de existência.Em palco, 6 pares de bailarinos, acompanhados peça Sexteto Mayor Orchestra, vencedora de um Grammy, criam quadros únicos embeleza e sensualidade.
Coreografado por Hector Zaraspe e com orquestração e arranjos musicais de José Libertella e Luis Stazo, Tango Pasión conta a história do tango, desde as primeiras milongas (danças) bailadas nos bordéis até aos tangos sofisticados e contemporâneos de Astor Piazzola, passando pela época áurea do cabaré, numa atmosfera intimista que desperta os sentidos e emoções.
Tango Pasión já foi aplaudido em toda a Europa , Ásia e América, revelando-se um verdadeiro sucesso em palcos como o Teatro de Champs-Elysées (Paris), o Teatro do Kremlin (Moscovo), A Sistina (Roma) e o Longacher Theatre (Broadway). Este foi ainda o espectáculo escolhido para a cerimónia de celebração dos 700 anos da Dinastia Grimaldi, no Stade Louis II (Mónaco).
Crítica:
Set in the tango bars of Buenos Aires, Tango Pasión is simply the most exhilarating production. It jumps at you with passion, colourful characters and magical music. This is a totally flawless masterpiece of theatre for this or any season.
Sexy, haunting and superb! From the moment the curtain went up the audience at the packed Theatre Royal in Newcastle, was completely bewitched by the sexy dancing and haunting tango music.
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