Friday, 30 November 2007

Zé Pinto

LISBOA

Tasca familiar, as mesas são apertadas, o serviço por vezes atabalhoado, o ambiente não é confortável, voltaria lá?
Sem dúvida. Autenticidade é o adjectivo, pessoas autênticas que nos servem com simpatia o melhor arroz de feijão da cidade. De comer e chorar por mais.
Quem goste, peça o "abono de família", um picante caseiro que apimenta na perfeição a carne. O arroz doce e a mousse de chocolate, verdadeiramente caseiras, são escolhas maiores de sobremesa.
Estou desejoso de voltar.

Comida

Excelente arroz de feijão

Preço

8 a 14 Euros

Ambiente

Não será pela decoração que lá irão.

Serviço

Simpáticos, mas podia ser mais atencioso


Localização:


Nosso menu:

  • Entrecosto frito com arroz de feijão
  • Mousse de chocolate
  • Tinto da casa

Saturday, 24 November 2007

Madragoa café

Rua da Esperança 136
1200-659 LISBOA
Tel. 21 397 85 67
Fecha Sábados (Almoços), Domingos, Reserva aconselhável


Ao principio parece mais uma "tasca" da zona, mas uma vista de olhos pela ementa transporta-nos para longe da típica Madragoa lisboeta. Comida saborosa e serviço esmerado num dos mais castiços bairros do burgo.
Para voltar.

Comida

Pratos equilibrados e saborosos

Preço

€€

16 a 31 Euros

Ambiente

Antiga tasca em bairro típico. Frio no inverno.

Serviço

Atencioso


Um espaço original que apresenta, diariamente, cerca de 12 pratos pertencentes a locais tão diversos como Indonésia, Japão, Norte de África, Itália ou França.
À primeira vista, trata-se de uma típica tasca lisboeta mas as propostas gastronómicas contrariam essa imagem, praticando-se uma cozinha de fusão. Aqui inventa-se, experimenta-se, criam-se novos pratos, combinando sabores e ingredientes de diversas cozinhas, sobressaindo um toque oriental, sob a respobnsabilidade do chefe Fabio Amaral.
Ambiente muito acolhedor e tradicional, fazendo lembrar as tradicionais tascas de Lisboa. As paredes cobrem-se de pequenos candeeiros tradicionais.
O Madragoa Café conta com a experiência do chefe Fernando Matos Branco, que desenvolveu a sua arte em terras estrangeiras, mais concretamente na Austrália, onde experimentou um mundo de diferentes sabores e paladares. Daí nasce a principal riqueza do restaurante, a combinação entre o tradicional português e a influência oriental.


Localização:


Nosso menu:

  • Tostinhas com paté de atum
  • Folhado de camarão c/curry e alho francês servido c/ fricassé de espargos e cogumelos e camarão c/ arroz e salada mista
  • Tranche de Salmão c/ crosta de requeijão e ervas servido cousous ratatouille
  • Bolo de cacau c/ recheio de amexa preta e coco
  • Planalto 2006 branco



Outros links:

Poda de Roseiras

Certificado


Há três maneiras de agir sabiamente:
uma pela reflexão, que é a mais nobre,
outra pela imitação, que é a mais fácil
e a teceira pela experiência, que é a mais amarga.

Provérbio chinês


Declara-se que PJTM sabiamente aprendeu e reflectiu durante o curso de "Poda de Roseiras", que decorreu na Escola de Jardinagem no período compreendido entre os dias 10 a 24 de Novembro de 2007, com a duracção de 9 horas.

Conceitos:

  • Época da poda de roseiras
  • Método de execução
  • Problemas provocados pela poda
  • Higiene e segurança nos trabalhos de poda
  • Introdução à Estacaria
  • Introdução à Enxertia


Ficam aqui desde já os meus agradecimentos à fabulosa equipa dos cursos livres de jardinagem da CML, coordenadoras e formadores, pelo fantástico trabalho que torna a nossa participação em qualquer curso uma experiência única.

África acima

de Gonçalo Cadilhe
Oficina do Livro 2007

Acabei de ler este mágnifico livro que recolhe crónicas semanais que Gonçalo Cadilhe publicou no EXPRESSO durante vários meses. É, no fundo, um relato de uma viagem de oito meses em que o jornalista percorreu 27 mil quilómetros através de África, viajando desde o Cabo da Boa Esperança, no Sul, até ao Estreito de Gibraltar, no Norte.
Aconselho vivamente.

Como é seu hábito, Gonçalo Cadilhe recusou o transporte aéreo. Em autocarros e comboios, em balsas e bicicletas de ocasião, à boleia em camiões ou a pé com a mochila às costas, o viajante atravessou África desde o cabo da Boa Esperança, no extremo Sul, até ao Estreito de Gibraltar, no extremo Norte.
Oito meses, quinze países, 27 000 quilómetros e 50 000 palavras resultaram num livro sincero e deslumbrado, em que as amizades, o humor, a tolerância e a humildade conseguem vencer a miséria, a corrupção, as estradas desfeitas e o calor brutal de uma viagem épica por um continente impressionante. Na sua mais recente viagem, Gonçalo Cadilhe redescobre a magia e os mistérios de uma África que continua a fascinar os grandes viajantes.

Extratos:
A península do Cabo da Boa Esperança (...). Aqui teve origem Portugal, penso. Não aquele dos portugueses, mas o país do resto do mundo. Se não fora por este Adamastor por fim domado, o que nos faria aparecer no percurso comum da humanidade? Que espaço nos seria dedicado na enciclopédia? Quantas linhas, que assunto, nos livros de história? Uma nota de pé de página sobre a pesca do bacalhau?

É este o meu projecto: atravessar África. Prosseguir do Sul para o Norte utilizando as estradas do continente, recorrendo aos transportes públicos, aos autocarros maltratados pelos anos, aos comboios que ainda andam, pedindo boleia, viajando com as pessoas da terra - em terra onde estiver, farei como vir. Excluo o transporte aéreo, voar sobre África não é viajar por África. Aliás, voar não é viajar

Thursday, 22 November 2007

Beowulf

Admito que o argumento podia estar melhor, que bastantes movimentos estão mecânicos e perdem fluidez, no entanto, gostei. Os pormenores técnicos em alguns pontos são de cortar a respiração e fiquei com curiosidade de ver a versão 3D. Não é nenhuma obra prima e talvez ganhasse em ter os actores realmente sobre o mundo digital. Para o que é, entretém. Recomendado para quem tenha interesse pela tecnologia e por fantasia sem limites ... todos os outros, esqueçam.

Título original: Beowulf
De: Robert Zemeckis
Com: Angelina Jolie (Voz), Anthony Hopkins (Voz), John Malkovich (Voz)
Género: Ani, Fantasia
Classificacao: M/12

EUA, 2007, Cores.

Numa época em que a Terra vive coberta pelas trevas, Beowulf, um poderoso e corajoso guerreiro, destrói o indomável demónio Grendel, despertando dessa forma a fúria imortal da sedutora mãe da besta. A batalha épica que se segue imortalizará o nome de Beowulf. Realizado por Robert Zemeckis, "Beowulf" é uma adaptação do mais antigo e conhecido poema épico escrito em língua inglesa, que foi uma inspiração capital para a obra de J.R.R. Tolkien.
"Beowulf" será exibido numa versão 3D em alguns cinemas. In PUBLICO

Crítica:

Sangue, baba, espadas, fogo, dentes, mobília, vale tudo menos tirar olhos para atirar à "cara" do espectador devidamente munido da nova geração de óculos polarizados para criar cinema em 3-D sem as dores de cabeça dos bons velhos tempos.

"Beowulf" chega primeiro às salas portuguesas na sua versão em 3-D digital antes de (na próxima semana) estrear na versão normal. O problema é que o efeito inegavelmente espectacular do relevo tridimensional não consegue esconder que, por mais estrelas que esta releitura da gesta nórdica que muitos consideram fundadora da literatura inglesa convoque para dar voz às suas personagens míticas, "Beowulf" é uma manta de retalhos esquizofrénica que ora quer ser levado a sério como épico moral ora se contenta com a sofisticação digital dos seus visuais pensados para parque de diversões.

Explicando melhor: "Beowulf" é a segunda empreitada de Robert Zemeckis na animação digital fotorrealista depois de "Polar Express", capturando os movimentos e expressões faciais dos seus actores para recriar as suas "performances" em animação. Daí que passe por vezes a ilusão de estarmos a ver Anthony Hopkins, Angelina Jolie ou Ray Winstone - mas é sol de pouca dura, rapidamente as personagens recuperam a sua vocação de clones rígidos e angulares que nunca conseguem convencer enquanto seres humanos. E esse artificialismo é fatal às ambições do guião de Neil Gaiman e Roger Avary, que reinventa a história do heróico guerreiro nórdico Beowulf (a única saga poética a sobreviver dos velhos tempos anglo-saxões) como uma complexa teia de ambição e orgulho humanos.

Precisamente por isso, depois dos resultados obtidos pela inserção de actores reais em cenários artificiais por Robert Rodriguez em "A Cidade do Pecado" ou Zack Snyder em "300", o realizador de "Quem Tramou Roger Rabbit?" corre o risco de estar a apostar no cavalo errado - é a ausência do elemento humano que dá cabo de "Beowulf". Ou, dito de outra maneira: a saga original pode ter sido uma das influências maiores de J. R. R. Tolkien mas o filme de Robert Zemeckis, por tecnicamente notável que seja, não chega aos calcanhares da trilogia de Peter Jackson.

Jorge Mourinha

Saturday, 17 November 2007

Gangster Americano

Gostei do retrato de época mas perde ritmo no meio.
Gostei do Denzel Washington, Russel Crowe não entusiasmou.

Título original: American Gangster
De: Ridley Scott
Com: Denzel Washington, Russell Crowe, Chiwetel Ejiofor
Género: Dra, Thr
Classificação: M/16

EUA, 2007, Cores, 157 min.

Ninguém costumava reparar em Frank Lucas (Denzel Washington), o discreto motorista negro de um dos principais chefes do crime organizado em Harlem. Mas quando o chefe morre subitamente Frank aproveita o lugar vazio para construir o seu próprio império e edificar a sua visão muito própria do sonho americano. Através do engenho e de uma ética rigorosa de negócio, Lucas começa a liderar o tráfico de droga na cidade, inundando as ruas com um produto mais puro e a melhor preço. Lucas derruba os principais líderes do crime e torna-se não só um dos maiores fornecedores da cidade, mas também parte do seu círculo de estrelas.
Richie Roberts (Russell Crowe) é um polícia marginalizado, suficientemente próximo das ruas para pressentir uma mudança no controlo da droga no submundo. Roberts acredita que alguém está a suplantar as mais conhecidas famílias da máfia e começa a suspeitar de Lucas. Mas Ritchie e Lucas têm vários pontos em comum: ambos partilham um rigoroso código de ética que os afasta dos seus pares e os transforma em figuras solitárias, em lados opostos da lei.
Os seus destinos ficarão cruzados à medida que o confronto entre os dois se torna eminente, um confronto do qual apenas um pode sair vencedor. In PUBLICO

Crítica:

No cinema americano é, definitivamente, tempo de olhar para os anos 70. "Gangster Americano" é mais uma "period piece", mais um filme de época onde a reconstituição dos "seventies" os investe de um atributo simbólico especial - uma charneira, o fim de um tempo e o princípio de outro, e o breve e ligeiramente caótico "mundo de possibilidades" que os medeia.

Podemos supôr que isto seja um produto da época política, e que talvez Hollywood tenha saudades do breve reinado "liberal" nos anos 70; ou então, simplesmente, alguém olhou para trás e reparou como são hoje diferentes as cidades americanas (em "Gangster Americano" vê-se que deve dar uma certa trabalheira filmar a Nova Iorque de hoje e fazê-la passar pela de 70).

Seja lá como fôr, essa breve desordem é aqui representada pela história de Frank Lucas, "gangster" do Harlem, negro, que por uma mistura de inteligência, violência e sentido de oportunidade (neste aspecto era um clássico, são as três qualidades básicas do mafioso bem-sucedido) revolucionou o tráfico de droga nas ruas de Nova Iorque, dando cabo do negócio aos seus tradicionais praticantes (os padrinhos italianos).

Qualquer coisa de novo e revolucionário: por várias vezes no filme se ouve gente a dizer que era "impossível" um negro tornar-se no mais poderoso mafioso da cidade. Em paralelo com a história de Lucas (interpretado por Denzel Washington em registo "bigger than life" forçadíssimo, cabotino como até aqui nunca foi), "Gangster Americano" segue a história do polícia que lhe dá caça, Russell Crowe, indivíduo ele próprio "desordenado" (tem a vida pessoal em fanicos) que como dificuldade suplementar na sua missão encontra ainda a profunda desordem instalada na polícia nova-iorquina - meter Lucas na prisão será também uma maneira de limpar a corrupção na polícia (a acreditar nas legendas finais, uma impressionante percentagem de polícias estava "feita" com os mais diversos bandidos).

Esta espreitadela histórica, com muita informação e (algum) ambiente, é quase tudo o que é interessante em "Gangster Americano". A fama de Ridley Scott, que tem carradas de péssimos filmes no currículo, é um dos mistérios do cinema contemporâneo - e "Gangster Americano" é, como nos melhores filmes de Ridley Scott, um filme do "art director" e do montador.

Ideias zero para além dos "clichés" - pela milésima vez a história do mafioso que constrói um império a partir do nada é filmada como reflexo (nem por isso muito distorcido) do inevitável "sonho americano", acompanhadas (uma série de referências a Martin Luther King metidas um bocado a martelo) por uma integração da saga de Lucas no impulso gerado pela espécie de libertação social dos negros nos anos 60. São as ideias do argumento (onde colaboraram Steven Zaillian e Terry George). Scott não acrescenta nada - até perde as personagens: Denzel é um boneco, Crowe nem boneco é, não existe para lá da função utilitária da personagem (que patéticas são as menções ao seu caos pessoal, como se adiantassem ou atrasassem alguma coisa). Acabamos por achar mais interessantes (mais rápidas e mais sintéticas) algumas das personagens secundárias: o mafioso amigo de infância de Crowe, ou um inacreditavelmente oleoso polícia corrupto.

O que é que mantém isto de pé? A eficácia da reconstituição histórica, uma Nova Iorque suja e pré-giulianesca; e uma montagem, certamente cega e um pouco trituradora (certas cenas parecem sufocadas) que sacrifica a respiração ao ritmo mas que o faz com coerência (embora não salve os dez minutos finais de parecerem um apêndice só para "arrumar" a história). De certa forma, "Gangster Americano" é um filme muito parecido com o "Estranha em Mim" de Neil Jordan: eficácia industrial, e um certa inteligência funcional - mas total deserto de ideias estilistico ou conceptual.

Luis Miguel Oliveira

Furnas

Rua das Furnas - Ericeira
Tel. 261 864 870
Fecha Segundas, Reserva recomendada


Para repetir com gosto ...
Localização extraordinária especialmente em dias em que o mar mostra a sua força nas rochas. Excelente local para saborear peixe fresco escolhido à entrada. A aparente simplicidade da comida não se reflecte na conta que se ressente dos 48€/Kg. O serviço cumpre os propósitos se bem que a recepção pudesse ser mais cuidada. Sala agradável e pouco barulhenta.

Comida

Produtos de excelente qualidade

Produtos de excelente qualidade

Preço

€€

16 a 31 Euros

Ambiente

Localização excelente sobre o mar

Serviço

qb

Se procura uma esplanada agradável ou, mais do que isso, um ponto privilegiado para ver o mar, então chegou ao sítio certo. Ocupa as cavidades rochosas com o mesmo nome, no centro da vila, há mais de 20 anos. No entanto, a remodelação de que foi alvo em 2004 conferiu-lhe um aspecto moderno e despretensioso. Na decoração alusiva ao interior de uma embarcação, predominam as madeiras e o vidro, que deixam (quase) imaculada a paisagem. Dos pitéus que aqui se podem degustar, só peixe e marisco, claro está, salienta-se a cataplana. In lifeCooler


Localização:


Nosso menu:

  • Pão de lenha, tostas com paté de Sapateira
  • Ameijoas à "Bulhão Pato"
  • Linguado e Dourada do mar grelhados com batata nova
  • Taça de gelado "Branco e Negro"
  • Vinho verde branco


Crítica:

Na zona das Furnas, na Ericeira, a proximidade com o Atlântico tornou os rochedos colossais em seres adamastorianos. Isto de noite, porque de dia, as cavidades rochosas costumam atrair banhistas que parecem esquecer o facto de aqui não haver areia, para procurarem nas rochas, cura para as maleitas do corpo.

No que toca às furnas, o dicionário esclarece quanto às origens desta palavra curiosa. A tal água quente proveniente do interior da terra parece ter secado, mas ficou o nome e a memória dos mais velhos de uma zona que era de banhos quentes, ali a escassos metros do mar.

Naquela zona fica hoje um restaurante de linhas depuradas. Ao peixe fresco proveniente do oceano, juntarmos uma localização sobranceira ao mar da Ericeira e temos a Esplanada Furnas.

Os olhos também comem

Este restaurante foi totalmente remodelado há cerca de dois anos e meio, embora já exista há mais de uma vintena e nas mãos destes proprietários há uma década.

Compraram os actuais donos uma velha caravela com o objectivo de lhe retirarem o miolo e com ele decorarem o restaurante. À embarcação, ou melhor, ao restaurante, não falta nada. Vigias, lemes, escotilhas e outros objectos do imaginário náutico estão aqui bem presentes.

Água à vista

Para se ir a este restaurante há que tomar uma decisão. Ou se fica na esplanada, abrigados dos ventos por uma das paredes do próprio restaurante, ou no interior, onde as vidraças deixam à vista a proximidade com o mar. De Verão então, a simples visão do Atlântico funciona como um refresco. Quando chega a hora de sentar à mesa é, quase invariavelmente, peixe que apetece. E quem diz peixe diz marisco.

De um ou de outro, os da Ericeira percebem bem. Aqui no Furnas não há segredos de maior. O peixe não vem de viveiros, mas sim do mar, é variado e de grande qualidade e frescura.

Mar no prato

À entrada damos logo de caras com ele. É aliás, nesta altura que se deve escolher o que se pretende. Linguado, goraz, sargo, pregado e salmonete, entre outros estão ali à vista, num sistema de refrigeração que os conserva frescos antes de chegarem ao prato. Quase que nem é preciso levantarmos os olhos para ficar a saber o que está escrito no quadro a giz.

E deixa-se logo de parte, outras ideias que não sejam o peixe grelhado. Bom, ao sal também é uma hipótese. Caldeirada e cataplana nem sempre. De proveniência algarvia, este último prato o prato difundiu-se por toda a costa, mas reclama certo tipo de peixes e uma forma diferente de os trabalhar.

A grelha encontra-se no mesmo espaço e está à vista, como que a realçar a sua importância e da mestria de quem maneja o carvão. Os mariscos e bivalves ainda estão vivos no aquário também à entrada. Daqui podem sair amêijoas, lagostas...

Doce final

Mas como cada regra tem sempre uma excepção, aqui também há sugestões de carne. Na carta de vinhos há consagradas de peso que acompanham qualquer gosto.

As sobremesas são comuns, indo algum destaque apenas para a tarte de maçã com gelado, e de receita trazida do outro lado do Atlântico, de onde regressaram os actuais donos.

No final, na altura de olhar para a conta, e com esta qualidade, o preço pode revelar-se apenas um pormenor.

Paula Oliveira Silva


Outros links: