Sunday, 25 May 2008

O Açude

Centro Náutico de Ponte de Lima, São Gonçalo
4990-015 - Ponte de Lima
Tel. 25 894 41 58
Encerra Domingo ao Jantar e Segunda Feira. Possui bar

Regional, Portuguesa

Gostei imenso deste restaurante. Boa comida, servida com a simpatia minhota em ambiente agradável junto ao rio.O pudin do Abade de Miranda foi uma surpresa. A voltar com certeza.

Comida

Comida bem confeccionada. Bons doces.

Preço

€€

16 Euros

Ambiente

Em madeira, grandes janelas sobre o rio.

Serviço

Eficiente

Localizado em Arcozelo, o Açude, junto do rio Lima, é um misto de uma bela paisagem com o degustar de uma apetitosa refeição num ambiente rústico com amplas janelas que lhe atribuem uma luminosidade agradável. Debruçado sobre o rio Lima, tem sala espaçosa onde predominam a madeira e o vidro e como panorama Ponte de Lima que se expõe, deslumbrante, na outra margem. Com serviço profissional e simpático, é referência a sua cozinha que reflecte as tradições gastronómicas da região. Nas entradas apresenta favas com fumados, ovas de bacalhau, polvo em molho verde e misto de enchidos e fumados. Entre os pratos mais consistentes tome-se nota do bacalhau com broa, do arroz de tamboril e da lampreia do Lima, na época própria, assim como da presa de porco preto e do famoso arroz de sarrabulho à moda de Ponte de Lima, servido nos fins-de-semana. Nas sobremesas, dois pudins clericais: do Abade de Priscos e do Prior de Miranda.


Localização:

Nosso menu:

  • Presunto, Queijo, Salada de Mexilhão
  • Bacalhau com Broa
  • Posta à Açude
  • Pudin do Prior de Miranda
  • Vinho verde tinto

Outros links:

Friday, 23 May 2008

Alquerja Mudéjar

Calle de los Churruchaos, 2
36002 - Pontevedra, España
Tel. (+34) 98 685 12 58
Muito concorrida pode ser difícil arranjar mesa

Galega

Doses simpáticas mas o sabor e confecção ficam aquém do que já provámos, se juntarmos o ambiente concorrido e um serviço com o seu próprio conceito de velocidade ficamos com uma lembrança algo sensaborona da visita. Não posso dizer que tenha comido mal mas numa próxima ocasião procuro outro.

Comida

Bem servida, mas muito oleosa

Preço

€€

20 Euros

Ambiente

Bem localizada na cidade

Serviço

Lento

Disfrutar tapeando de buenas y abundantes raciones justo detrás del Ayuntamiento es posible gracias a La Alquería Mudéjar. Un local que presume tanto de una variada carta de vinos -incluyendo diversos caldos de autor- como de una más que considerable variedad de revueltos y especialidades de la casa en la que se llevan la palma las tortillas y huevos fritos con patatas. Dispone de terraza.


Localização:

Nosso menu:

  • Revuelto asparagus
  • Tonno takikaki
  • Emperador la plancha
  • Brosquetta de pollo
  • Cerveja

Crítica:
La Alquería Mudéjar es uno de esos locales que le gusta a prácticamente todo tipo de gente que desea tapear por el casco antiguo de Pontevedra: rústico, raciones sabrosas y abundantes, buenos caldos y… ¡buen precio! aunque a primera vista las impresiones en la carta puedan parecer elevadas.
Como podemos leer a su entrada en una imponente tabla: Fusionamos el uso de los productos tradicionales gallegos, frescos y de primera calidad con lo mejor da “nosa cociña”, creando una relación de platos especiales para nuestros clientes.
El local -de aspecto rústico- presume de grandes dosis de madera y de un vistoso azulejado repleto de detalles gastronómicos en uno de sus laterales. Multitud de faroles iluminan las mesas suficientemente, apoyados por unos fluorescentes que riegan con un coqueto haz de luz el borde superior de las paredes.
Botelleros repletos de placeres decoran las paredes. Entre las acertadas entradas de crianzas y reservas de Riojas y Riveras del Duero encontramos también excelentes caldos de las denominaciones de origen de Toro, Ribeiro, Rías Baixas, Ribeira Sacra, Campo de Borja y La Mancha, destacando los vinos de autor o vinos de alta expresión, que por sus particularidades o localizaciones tienen un proceso de elaboración diferente con una selección y cuidados por parte del bodeguero que los hacen sumamente especiales.
La piedra que da forma a sus paredes nos traslada en el tiempo y transmite al comensal ese tacto entre frío y acogedor que sólo las mejores taperías ofrecen. Las mesas, amplias y orgullosas, están flanqueadas por coquetos bancos así como resistentes banquetas y sillas.
El escaso pero atinado ladrillo visto que dibuja tímidamente un arco de antaño, nos muestra una presumida entrada a los fogones cuyo funcionamiento despierta los recuerdos de cualquier aficionado a los spaghetti westerns.
Detalles vinícolas poco corrientes conceden cierta personalidad al establecimiento, entre ellos, enormes botellas de 10 litros que no pasan desapercibidas a la vista de los clientes.
La carta realiza un largo recorrido por embutidos, patés, quesos, ensaladas, tablas de la casa, carnes, pescados, revueltos y sus especialidades de tortillas y huevos. En el apartado de las bebidas destaca -como comentábamos anteriormente- una amplia selección de vinos, cervezas de importación y cafés especiales.
Nosotros decidimos compartir algunas raciones y empezamos con un Paté finas hierbas -acompañado de rebanadas pan tostado- que estaba delicioso. ¡Unanimidad en el veredicto!
Le siguió una ración de Chorizo ibérico de las Hurdes (Vegas de Coria) que fue lo mejor de la cena con diferencia… ¡Nos chupábamos los dedos!
Continuamos con unos Chipirones con patatas que estaban de miedo y no nos defraudaron en absoluto. Además, cuando están malos cantan enseguida.
La ración, como podéis observar en la foto, era contundente.
¡Media Tortilla! (en la carta aparece como “media” aunque sea redonda) ¡Enorme! ¡Gordísima! Os vais a dar cuenta unas fotos más abajo donde aparece sobre la mesa… No os podéis imaginar como era una tortilla entera… ¡Desmesurada! Pero no puedo utilizar el mismo adjetivo para definir su sabor, pues se quedaba a medias… Sinceramente, nos defraudó bastante.
El Revuelto de langostinos y acelgas era otra ración monumental, pero patinaba de nuevo en lo más importante: el sabor. Al parecer… todo lo “grande” fracasaba en nuestro paladar.
De todos modos… Susana, Mili y Emiliano disfrutaron de la cena, no creáis que quedó mucho en los platos… ¡El ansia! ¡Es el ansia!
Id a echar un vistazo, merece la pena.


por Cucharete
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Thursday, 22 May 2008

Los Migueliños

C/ Barral, 12
36612 - Catoira, España
Tel. (+34) 98 654 61 32
Possui quartos com Jacuzzi e Sauna

Casa rural

Classificação

Preço

40 - 60 Euros

Nº Quartos

5

CaracteristicasAquecimento, Tv, Wi-Fi, Jardins, Envolvente natural, Salão com Piano, Jardim com churrasqueira, Estacionamento, Pequeno Almoço
Extras

Os Migueliños es una casa rural de Labranza, con más de 200 años de antigüedad, situada en el municipio de Catoira, famoso por sus Torres Vikingas, cuya fiesta está declarada interés turístico internacional. Su situación es excelente para en pocos kms. recorrer tanto las Rías Baixas como las Rías Altas.
Además de sus cuatro habitaciones, la casa dispone de salón con la típica lareira gallega y piano, comedor, cocina equipada y ya en el exterior jardín y huerta. Placer para los sentidos y lugar de reposo para el espíritu.


Localização:

Casa antiga muito bem remodelada oferece 5 bons quartos. A simpatia é a palavra forte nesta casa especialmente uma das irmãs um autêntico furacão de alegria. O pequeno almoço podia ser melhor. Uma excelente base para explorar a região.

+

Recuperação da casa
Simpatia das pessoas
Piano

-

Estacionamento acanhado

Outros links:

Taberna Vikinga

Ctra. Gral. Catoira-Vilagarcía
36612 - Catoira, España
Tel. (+34) 98 654 61 05
Jantares aos fins-de-semana, restantes dias Tapas

Galega

Local simpático onde as Tapas são de eleição. O Polvo estava perfeito o Presunto delicioso, a acompanhar um generoso jarro de tinto verde de muito aceitável qualidade. Na nossa semana por terras Galegas foi a melhor tarte de Santiago. Recomendo-o essencialmente para um copo e "pincho", o jantar se bem que bom fica aquém após as deliciosas Tapas.

Comida

Tapas muito boas, Vinho verde excelente

Preço

€€

20 Euros

Ambiente

Rústico, a sala de jantar algo desconfortável

Serviço

Simples mas muito simpático


Localização:

Nosso menu:

  • Queijo e Presunto
  • Polvo à Galega
  • Pimentos Padron
  • Caldeirada (Sargo, Tamboril e Rascasso)
  • Bacalhau à Galega
  • Tarte de Santiago
  • Vinho verde tinto

Outros links:

Friday, 16 May 2008

São Luiz Café

Rua António Maria Cardoso, 38
1200-026 - Lisboa
Tel. 213257658
Café do Teatro São Luiz

Mediterrânico, Português

Local onde apetece voltar. Ambiente calmo, óptimo para dois dedos de conversa, e um serviço acima da média.

Comida

Pratos interessantes

Preço

€€

20 Euros

Ambiente

Localizado no teatro

Serviço

Serviço acima da média

Inserido no teatro S. Luiz, este espaço moderno e arejado apresenta uma ementa das quais fazem parte pratos do dia, saladas, tapas, tostas e pratos criados especialmente em função da programação do Teatro. Entre as 16h30 e as 18h00 é hora do Chá nos Teatros, altura em que surgem à mesa os scones, bolos de fatia e croissants. O São Luiz conta com uma confortável zona lounge, que dispõe de jornais e revistas para consulta.


Localização:

Nosso menu:

  • Cogumelos com natas
  • Espetada de lulas, tamboril e camarão
  • Risotto de espargos
  • Vinho verde

Outros links:

Saturday, 10 May 2008

Tango Pasión

Graciosidade, Beleza e Sedução. Durante hora e meia 6 pares enfeitiçam-nos e não conseguimos parar de admirar a magnífica coreografia. Há qualquer coisa de fascinante no tango que simplesmente é irresistível. Digna de nota e a meu ver o melhor do espectáculo a orquestra com interpretações divinais. O pior para mim, o volume de som do cantor estava altíssimo prejudicando imenso a qualidade.

Poderoso, sofisticado e virtuoso, Tango Pasión é, para muitos o espectáculo-Bíblia desta nobre dança argentina com mais de um século de existência.

Em palco, 6 pares de bailarinos, acompanhados peça Sexteto Mayor Orchestra, vencedora de um Grammy, criam quadros únicos embeleza e sensualidade.

Coreografado por Hector Zaraspe e com orquestração e arranjos musicais de José Libertella e Luis Stazo, Tango Pasión conta a história do tango, desde as primeiras milongas (danças) bailadas nos bordéis até aos tangos sofisticados e contemporâneos de Astor Piazzola, passando pela época áurea do cabaré, numa atmosfera intimista que desperta os sentidos e emoções.

Tango Pasión já foi aplaudido em toda a Europa , Ásia e América, revelando-se um verdadeiro sucesso em palcos como o Teatro de Champs-Elysées (Paris), o Teatro do Kremlin (Moscovo), A Sistina (Roma) e o Longacher Theatre (Broadway). Este foi ainda o espectáculo escolhido para a cerimónia de celebração dos 700 anos da Dinastia Grimaldi, no Stade Louis II (Mónaco).

Crítica:

Set in the tango bars of Buenos Aires, Tango Pasión is simply the most exhilarating production. It jumps at you with passion, colourful characters and magical music. This is a totally flawless masterpiece of theatre for this or any season.


Sexy, haunting and superb! From the moment the curtain went up the audience at the packed Theatre Royal in Newcastle, was completely bewitched by the sexy dancing and haunting tango music.


Links:

Friday, 9 May 2008

Quidam

Simplesmente divinal. Tudo perfeito o som, a luz, a organização o Show ... A minha última recordação de um circo foi completamente obliterada por esta, que espero, dure longos e bons anos. Uma maravilha. Os meus preferidos "German Wheel" e "Statue", das personagens gostei muito do alvo.

Quidam, pronunciado “key-dam”, vem do latim e significa transeunte anónimo, uma figura solitária numa rua qualquer, alguém que passa à pressa, que se sente sozinho no meio da multidão.

Quidam: um transeunte sem nome, uma figura solitária numa esquina da rua, uma pessoa a passar apressadamente. Podia ser qualquer um. Alguém a chegar, a partir, a viver na nossa sociedade anónima. Um elemento na multidão, um entre a maioria silenciosa. Aquele dentro de nós que grita, canta e sonha. É este o "quidam" que o Cirque du Soleil celebra.

Uma jovem rapariga enfurece-se; ela já viu tudo o que há para ver e o seu mundo perdeu todo o significado. A sua raiva despedaça o seu pequeno mundo e ela encontra-se no universo do Quidam. A ela junta-se um companheiro alegre, assim como outra personagem, mais misteriosa, que vai tentar seduzi-la com o maravilhoso, o inquietante e o aterrador.

Quidam, dirigido por Franco Dragone, transforma um mundo anónimo num espaço de esperança e de relacionamentos.

Com mais de 50 artistas de mais de dez países, esta produção é uma excitante combinação de arte acrobática, mestria técnica, criações extravagantes e uma inspiração musical excepcional, harmoniosamente entrelaçadas por um fio emocional dramático.

Os números:

German Wheel
Proveniente de um exercício alemão de ginástica, a roda alemã é elevada a um grau absolutamente inovador no espectáculo Quidam. Shayne transforma-se num raio humano enquanto roda, gira, rodopia e manobra a roda, executando saltos mortais e acrobacias que desafiam as leis da gravidade.

Diabolos
O diablo, ou ioiô chinês, é uma brincadeira de crianças que os chineses elevaram a forma de arte. Quatro jovens artistas chineses, cada um com dois paus ligados por um fio em que um carretel é atirado, equilibrado e manuseado de forma quase mágica, tentam superar-se uns aos outros neste espantoso jogo de destreza e talento. Este acto foi premiado com a Medalha de Ouro, na edição de 1995 do Festival do Cirque de Demain, em Paris.

Aerial Contortion in Silk
Intensidade, força e graciosidade combinam-se à medida que Anna se torna una com a coluna de tecido vermelho que a suporta e embala. Ao som de uma música inesquecível, tecido e contorcionista entrelaçam-se, separam-se e voltam a unir-se. O tecido translúcido abraça ocasionalmente o corpo da artista, criando um efeito visual de impressionante beleza.

Aerial Hoops
Em arcos suspensos por cima do palco, os artistas giram e contorcem-se no ar, por vezes a solo, outras vezes em uníssono, realizando proezas incríveis com toda a graciosidade e destreza.




Skipping Ropes
Lembra-se da alegria que sentia quando era criança a saltar à corda com os seus amigos? Retirando da dança, das acrobacias e da arte da manipulação a sua inspiração, o Cirque du Soleil transformou esta conhecida brincadeira de crianças num efeito coreográfico. À medida que as cordas marcam o ritmo, um grupo de 20 acrobatas, dotados de excepcional capacidade de coordenação e ritmo, executam uma corrente seguida, a solo, em duos ou em grupo, de saltos e dança.

Statue – Vis Versa
Sem nunca perderem contacto um com o outro, dois artistas fortes e flexíveis movem-se de uma forma quase imperceptível, assumindo posições que seriam impossíveis sem um extremo sentido de equilíbrio. Asa e Jerôme apelam à sua sensibilidade e poder de concentração na busca de uma perfeita harmonia. O acto, testemunho da beleza natural do corpo humano, permitiu-lhes ganhar um Palhaço de Prata, em 2000, no Festival Internacional de Circo de Monte Carlo.

Spanish Webs
Quebrando a tradição, o Quidam apresenta a rede espanhola como um acto em grupo. Os artistas voam pelo palco, presos a um transportador, criado especialmente para este fim, a que se chamou teleférico. De repente, é como se o tempo parasse quando os acrobatas, alternadamente ou em grupo, mergulham no vazio, suspensos apenas pelas cordas enroladas às cinturas ou tornozelos.

Cloud Swing
As técnicas do trapézio e da rede espanhola combinam-se no ímpar e audacioso Baloiço nas Nuvens. A artista lança-se numa série de arrojadas acrobacias que a fazem mergulhar e rodopiar bem acima do palco.



Banquine
Proveniente da tradição acrobática italiana e com origem na Idade Média, o acto Banquine é uma exibição da espantosa agilidade do corpo humano. Quinze artistas realizam sequências de acrobacias e pirâmides humanas espectaculares, surpreendendo o público com os seus movimentos perfeitamente sincronizados. Este acto absolutamente impressionante foi premiado com um Palhaço de Ouro, na edição de 1999 do Festival Internacional de Circo Monte Carlo.

As personagens:

Aviador
Aviador tem asas esqueléticas mas ainda não parece estar pronto para voar. Talvez não saiba que tem asas. Talvez saiba que tem asas, mas não consiga voar. Talvez, como Ícaro, tenha tentado e falhado. Ou talvez só queira fugir deste mundo e dos seus problemas.

Boum-Boum
Boum-Boum é agressivo e psicologicamente forte. É um solitário, pois apenas o seu corpo sobrevive porque a sua alma recusa-se a deixá-lo.

John
Com o seu trágico penteado, John é uma espécie de senhor dos anéis. Embora estranho, consegue ser encantador: em parte uma personagem de televisão, em parte um professor substituto com o seu próprio plano de uma lição de traição, um circum-navegador numa viagem misteriosa.

O Alvo
A graciosidade em movimento, o Alvo escolhe viver num espaço vazio, presente e ausente em simultâneo, tornando-se durante algum tempo companheiro da rapariga perdida.

O Palhaço
Traz-nos uma visão contemporânea do que é um palhaço. Com números subversivos e irreverentes, em que a audiência participa, conta a sua própria história, trazendo ao Quidam a alegria, o burlesco e a linguagem livre de um palhaço. Este mundo colorido, impetuoso e louco recorda-nos que o circo é, eternamente, um espectáculo universal.

Zoë (criança)
Zoe é uma pequena rapariga. Ela está aborrecida mas curiosa, e anseia por diversão e entusiasmo, acredita que está tudo fora do seu alcançe.


Apresentado sob o ambiente único do Grand Chapiteau, Quidam é verdadeiramente uma experiência única do Cirque du Soleil.


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