Friday, 12 February 2010

Museo de Arte Romano


O Museu Nacional de Arte Romana em Mérida (Espanha) foi inaugurada em 19 de setembro de 1986, na sua localização actual, projetada pelo arquitecto Rafael Moneo. Este é um centro de pesquisa e disseminador da cultura romana, onde, além de hospedar os achados arqueológicos da antiga cidade romana de Augusta Emerita, realiza conferências, simpósios, conferências, cursos, exposições e outras actividades de âmbito nacional e internacional.

É um dos locais Património Mundial da Humanidade pela UNESCO "Conjunto Arqueológico de Mérida". in Wiki

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Thursday, 11 February 2010

Homens que matam cabras só com o olhar

Delirio alucinante, se estivermos no mood é bem divertido, senão, é uma patetice.

Título original: The Men Who Stare at Goats
De: Grant Heslov
Com: George Clooney, Ewan McGregor, Jeff Bridges, Kevin Spacey
Género: Comédia Dramática, Guerra
Classificação: M/12

EUA/GB, 2009, Cores, 94 min. (IMDB)

O repórter Bob Wilton (Ewan McGregor) julgava ter tudo o que um homem podia desejar até perceber que, afinal, a mulher, com quem pensava estar bem casado, o trocou pelo editor do jornal onde ambos trabalhavam.
Para provar que consegue ultrapassar a traição, deixa tudo e vai para o cenário de guerra do Iraque, procurar um furo que o torne célebre. E é na fronteira com o Kuwait que conhece Lyn Cassady (George Clooney), um agente de forças especiais New Age que revela estar numa missão secreta em nome da sua Unidade de Super Soldados Jedis liderada por Bill Django (Jeff Bridges).
Inseridos num programa secreto do Governo dos EUA, esses guerreiros pacifistas possuem poderes paranormais que lhes permitem atravessar paredes, encontrar pessoas desaparecidas ou vencer o inimigo através da mente, sem necessidade de sangue ou violência gratuita. Decidido a atravessar a fronteira com Lyn e encontrar a história que vai mudar a sua vida, Bob vê-se envolvido numa guerra entre os super soldados e Larry Hooper (Kevin Spacey), um antigo discípulo de Bill com contas para ajustar.in Publico

Crítica:
A cabra filosofal

A história (mais verdadeira do que parece) de uma unidade paranormal do exército americano é uma comédia entre amigos sobre os sonhos que comandam a vida

Dentro da estética "contado ninguém acredita", a ideia de um batalhão paranormal do exército americano cuja existência é, obviamente, negada pelas autoridades parece saída de uma BD ou de um romance de ficção científica. No entanto, a coisa parece não ter sido invenção de argumentista - esta comédia sobre um jornalista regional que parte para o Iraque em busca da história que lhe resolva os problemas pessoais e dá de caras com um operativo do "Exército da Nova Terra", que alega estar em missão com uma unidade que treinava os poderes paranormais, inspira-se, por incrível que pareça, em personagens e situações verídicas.

O que sai daqui, contudo, é menos a previsível sátira militarista ou uma comédia sobre as teorias da conspiração, mas muito mais um retrato surpreendentemente melancólico das obsessões e dos ideais a que as pessoas se agarram e do modo como elas entram em confronto com um mundo real que não se compadece com fantasias ou ilusões. Como quem diz que há algo de grandioso e digno de respeito no aparente delírio "new-age" desta gente e que, mais do que "losers", estamos a falar de gente que vê a realidade de um modo descentrado - o que torna o "guerreiro Jedi" de George Clooney mais do que apenas um tolinho lunático e uma personagem muito mais próxima do seu executivo em viagem de "Nas Nuvens" do que pareceria à primeira vista.

É, em grande medida, um filme "de amigos": Clooney é igualmente produtor do filme, realizado pelo seu amigo de longa data (e sócio) Grant Heslov, actor e argumentista de "Boa Noite e Boa Sorte", limitando-se a ilustrar eficazmente o guião do dramaturgo britânico Peter Straughan. Mas, mesmo nesse ilustrativismo, tem o mérito de conseguir acertar no tom bem-disposto e despretensioso de que uma história como esta precisava para se aguentar no balanço - um pouco mais de graça e a coisa tombava na palermice desconchavada, um pouco menos e tudo seria demasiado pesadão. "Homens que Matam Cabras Só com o Olhar" não tem ambições a ser mais do que é e ainda bem que é o que é.

Jorge Mourinha

Wednesday, 10 February 2010

O Simbolo Perdido


De Dan Brown
Bertrand 2009

Mais um exaustivo catálogo de simbologia, conceitos e rituais sobre um tema mais ou menos esotérico. Desta vez muito bem empacotado um autentico dicionário maçónico. Dan Brown descobriu uma fórmula e aplica-a até à exaustão. O livro tem um ritmo mais morno que os anteriores e o final é mesmo fraquinho. Pouco acima de razoável.


Doze horas alucinantes! O leitor mergulha mais uma vez num mundo de misticismo, sociedades secretas e locais escondidos de uma Washington pouco reconhecida. O que esconde, afinal, a Chave de Salomão? Que mensagens secretas estão codificadas nesse livro misterioso? Robert Langdon, o professor de Harvard especialista em Simbologia, tem apenas 12 horas para o revelar. São horas repletas de intrigas, perseguições e reviravoltas, que a Bertrand se prepara para editar já no final de Outubro, mês e meio depois da publicação do livro em inglês. É pois o regresso de Dan Brown ao registo que o tornou mundialmente famoso: pictogramas cifrados, mensagens ocultas, símbolos descodificados, "suspense" e acção a um ritmo vertiginoso.

Crítica:
Numa época em que proliferam teorias sobre o fim do mundo, o Apocalipse, 2012, a Profecia Maya, o juízo final e tudo o que diz respeito ao mundo que conhecemos, foi publicado o mais recente livro de Dan Brown, ‘The Lost Symbol’ ou, traduzido para português, ‘O Símbolo Perdido’.

Claro está que, depois de tal introdução, surgem duas perguntas perfeitamente plausíveis para o leitor: o que é o Símbolo Perdido que merece o título de um romance que mistura ficção com realidade? E porque se relaciona um livro sobre maçonaria (sim, o livro fala-nos principalmente sobre este grupo que cultiva a filantropia e valores como a liberdade, democracia e igualdade) com o fim do mundo?

Todos devem saber que a personagem fulcral é o famoso e aclamado Robert Langdon, já tão conhecido depois das suas aventuras no Vaticano e em Paris. Aqui, ele terá de se embrenhar numa nova aventura, desta vez para perceber um mapa antigo e maçónico, que o conduzirá a um lugar onde estão guardados os Mistérios Antigos, dos quais fazem parte os conhecimentos valiosos, sobre a humanidade, a natureza, a ciência e todo o mundo que conhecemos.

Numa viagem alucinante pelo coração da capital dos EUA, Langdon desenvolve o seu projecto debaixo de grande pressão, no breve período de 12 horas, numa corrida louca para conseguir encontrar os Mistérios Antigos e para que, dessa forma, possa revelar ao raptor do seu melhor amigo, uma palavra antiga e poderosa, que deverá ser tatuada no seu corpo. O principal objectivo do raptor é, portanto, obter conhecimento para que se consiga tornar num ser divino.

Misturando Maçonaria com uma nova ciência, a Noética, a escrita de Dan Brown é ainda inovadora, porque apesar de termos uma surpresa quanto á identidade do verdadeiro conspirador, já não encontrámos aquele cliché em que o vilão é, afinal, o aliado mais inesperado. É importante referir também que este romance, ao contrário dos dois livros anteriores, não envolve Robert em nenhum caso amoroso e não faz referências a anteriores.

No fim, falando do Apocalipse, Dan Brown explica este fim do nosso mundo com uma teoria muito mais plausível, que só poderá ser descoberta se os leitores se atreverem a partir nesta demanda pelo conhecimento antigo e para conseguirem encontrar o Símbolo Perdido!

Com uma escrita fluente, por vezes complexa devido a noções científicas, com capitulo curtos e de leitura fácil, que prendem o leitor às páginas do livro!

wordpress.com

Links:

Sunday, 7 February 2010

Meandro Rio Malo de Abajo


Curva do rio Alagon, Provincia da Extremadura, Espanha

Localização:

Saturday, 6 February 2010

Parador Plasencia

Plaza San Vicente Ferrer, s/n
10600 - Plasencia
Tel. 00 34 927425870
Fax. 00 34 927425872
Em. plasencia@parador.es

Parador Histórico

Classificação

Preço

€€€€

100 a 150 €

Nº Quartos

60

CaracteristicasAr condicionado, TvCabo, Mini-Bar, Wi-fi, Roupões, Piscina, Salas lazer, Restaurante, Bar
ExtrasEstacionamento(12 €), Peq Almoço(17 €)
El Hotel se ubica en el convento de Santo Domingo, fundado por los Zúñigas a mediados del siglo XV, siendo su estilo gótico en el interior y parte del exterior.

Estratégicamente situado en pleno casco monumental de Plasencia, es el lugar ideal para conocer las bellezas arquitectónicas de esta singular ciudad así como los maravillosos paisajes naturales que la rodean.

Localização:

O trabalho de recuperação do convento é simplesmente divinal. Bons quartos, boa comida, bom serviço. Foi um privilégio.

+

Edificio

-

Estacionamento

Crítica:
I had seen photos from Parador de Plasencia on the Internet before I visited it and I was really looking forward to the stay. I was NOT disappointed! When I strolled around in the old convent I felt very privileged. Without emptying my wallet, I was able to stay here with atmosphere and history everywhere and to dine in the fantastic restaurant. I have visited several Paradors, but this one is one of my favourites.

por TripAdvisor
The Parador was the former Convent of Santo Domingo, founded in the middle of the 15th Century, built in Gothic style in the town walls.

The name ”Plasencia” was given to this town by its founder king Alfonso VIII, meaning ”pleasant for God and for men” and it certainly was. Absolutely fantastic

The restaurant served the local dishes of the region so the theme here was the food from Estamadura - dishes are very much meats and veg.

Great value lovely location

por TripAdvisor
Outros links:

Arzuaga 2006

Ruby carregado. Fruta e madeira bem estruturada. Final agradável médio. Boa surpresa mas algo caro.


Tipo: Tinto Crianza
Origem: Arzuaga Navarro, D.O. Ribera del Duero, Espanha
Características: 2006, 14º, Tinta Fina, Cabernet Sauvignon, Merlot

La Denominación de Origen Ribera del Duero incluye términos municipales de las provincias de Burgos, Soria, Segovia y Valladolid. Esta es una amplia zona de producción en la que los principales municipios vitivinícolas son los de Pedrosa del Duero, La Aguiera, Gumiel de Hizán, Aranda de Duero, La Horra, Roa, Peñafiel y Valbuena del Duero.
El clima es continental, muy seco y ventoso; los inviernos son muy duros, con frecuentes heladas, aunque escasas nevadas.
En los viñedos de la Denominación de Origen Ribera del Duero domina una variedad que supera con mucho a todas las demás: la Tinto del País, excelente y muy similar a la Tempranillo.
El vino tinto se obtiene con éxito en esta zona. Es un vino aromático, muy afrutado y de color rojo muy vivo en su juventud y más suave, aterciopoelado y con gran riqueza en elegantes sensaciones olfativas y sápidas que se ponen de manifiesto a lo largo de su evolución.
Típicos de Ribera del Duero son los rosados ('claros') frescos y de fácil tomar. Su color es muy atractivo y con una graduación alcohólica moderada

Vendimiado a mano en su punto óptimo de maduración en cajas de 15 Kg. Los racimos pasan por la mesa de selección y a continuación se despalillan, las uvas son encubadas en depósitos de acero inoxidable, se mantienen unos días en frío, con una lenta fermentación alcohólica a unos 27º C. Una crianza de 15 meses en barricas mitad de roble francés y mitad de americano hace un vino potente y frutal, pero con elegancia y finura.

Rojo picota con ribetes violáceos, con un bonito brillo. Aromas de vino consistente, muy complejos, lleno de matices frutales aderezados con notas de
torrefactos. Es un vino en continua evolución, vivo y fresco. Equilibrado y denso llena la boca con multitud de sensaciones frutales y cremosas. Es sabroso y elegante, perfecto para maridar con multitud de platos. Es un vino que no deja indiferente por las buenas sensaciones que aporta.


Crítica:
Vino que visualmente se presenta vestido de color cereza,capa alta y ribete amoratado.
En nariz recuerdos torrefactos y mucha presencia de fruta negra. Tras un tiempo en la copa se aprecian vainillas, cacao, regaliz y una presencia cada vez mas acusada de ciruelas y moras en licor.
En boca es de persistencia media, con unos matices balsámicos muy acusados en la botella catada. Buena carga frutal y taninos bastante bien integrados, aunque aún con recorrido para mejorar en botella.
Un mas que correcto crianza de corte clásico.

8 em 10 por Verema

Rojo picota de capa media, ribete sin evolución, limpio brillante. Lagrima ligeramente coloreada pero poco abundante y rápida.

En nariz predominio de tostados, cacao, vainillas sobre un fondo de fruta roja madura u notas de regaliz. Nariz poco expresiva, plana con predominio de las notas de la crianza en buenas maderas.

En boca entrada ligera, recorrido corto, buena acidez y taninos marcados y secantes que son la nota dominante de este vino

7 em 10 por Verema

Tonalidade ruby escuro com concentração média/alta.

Nariz com fruta madura de qualidade, presente na vertente negra (cereja e groselha) em sintonia com a barrica, um ponto assente e causador de imediata empatia. O bouquet desenrola-se para as especiarias com toque de cravinho e canela, e a baunilha a dizer que também gosta de aparecer de vez em quando, discreta mas presente. Em fundo surge um ligeiro toque que faz lembrar amêndoa torrada, juntamente com herbáceo, dando a sensação de alguma secura, que complementa com os aromas a café torrado. Delicado na sua complexidade, é um vinho muito elegante e fora de modas, sério, nada vacilante e com uma boa evolução no copo durante toda a sua prova.

Boca de entrada bem estruturada e de corpo médio, boa espacialidade, sereno sem causar grandes alaridos, entra e ocupa calmamente o seu lugar, dando lugar a uma fruta bem presente, novamente a baunilha com a especiaria a dizerem presentes, num fundo que remete para uma suave amêndoa torrada. Em grande momento de consumo, arredondado nos taninos macios e bem domados, tem uma frescura na medida certa, toda a sua envolvência na boca permitem desfrutar durante largo período de tempo, com final de persistência média.

16 em 20 por Cop3


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Bodegas e Vinos

Cáparra


Caparra ou Cáparra foi uma cidade romana situada no que é hoje a parte norte da província de Cáceres, na comunidade autónoma da Extremadura, Espanha. Situadas numa área fértil do vale Vale do Ambroz, próximo das localidades de Oliva de Plasencia e Guijo de Granadilla, as ruínas de Caparra foram, durante séculos, motivo de atenção por parte de curiosos e eruditos, centrada especialmente em seu elemento mais atrativo e melhor conservado: o Arco Tetrapylon, único do seu género na Península Ibérica.

in Wikipédia

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