Sunday, 23 May 2010

Erdinger


Tipo: Cerveja de Trigo
Origem: Erdinger, Baviera, Alemanha
Características: 5.7º 

ERDINGER Weissbier - the ultimate premium Weissbier
Erdinger Weissbier is not only the undisputed classic in the Erdinger product range, it is also quite simply the wheat beer par excellence.
It is brewed using fine yeast according to a traditional recipe and, of course, in strict accordance with the Bavarian Purity Law. Even today, the beer is still bottle-fermented in the traditional way; it takes three to four weeks for Erdinger Weissbier 'with fine yeast' to mature.
Only the finest ingredients are used in its production. Years of experience and constant quality checks guarantee the beer's unmistakable flavor.
A wheat beer for those who love outstanding and unforgettable wheat beer flavor.

História: The beginnings of Erdinger Weissbräu date back to 1886, the year in which construction of a brewery in Erding was officially recorded for the first time. As the first wheat beer brewery, Erdinger went on to expand beyond Bavaria's boundaries. Today, connoisseurs throughout the world appreciate our specialty beers.

Links:
Homepage

Saturday, 22 May 2010

Casanova

Excelente

Pizzeria . Italiana . Cool place
Morada:Avenida Infante Dom Henrique Cais da Pedra à Bica do Sapato, Loja 7
1000 - Lisboa
Tel:21 8877532 Reserva:Não aceita Encerra:2ª,3ª Almoço
Web:http://www.restaurantecasanostra.com
Preços:(<15€)
Cozinha digna de nota
Serviço de esplanada
Recomendado para grupos

Situado em Santa Apolónia, o Casanova é um espaço inovador. As mesas corridas de mármore fazem lembrar as antigas cantinas italianas, os grandes espelhos ovais e o Tejo mesmo em frente, tornam-no num espaço sofisticado e cosmopolita. A cozinha está à vista de todos, bem como o ritual de confeccionar uma pizza. E já tem fama de ter as melhores pizzas de Lisboa. O difícil é não voltar novamente. Decoração quase perfeita. Um sistema de luzinhas sobre as mesas, que são acesas pelos clientes, para indicar que precisam de alguma coisa. Podemos observar a cozinha, o forno a lenha, permanentemente a funcionar e os cozinheiros a preparar a massa através de uma grande janela.
Pizzas, Crostini, Bruchetas, Calzonne, Salada de Rucola, Spaghetti Alho e Óleo e Spaghetti Carbonara. Doces: Natas Cozidas, Cassata, Tiramisu e Cremolati.
Mapa:
Críticas:
Na minha opinião uma das melhores pizarias da cidade e provávelmente, uma das melhores que conheço. O esquema das luzinhas torna o serviço extremamente eficiente.
Nosso menu:Pizza Boscaiola,
Tiramissu,

Esta bela pizzeria fica situada no Cais da Pedra em Sta. Apolónia, num alinhamento muito promissor (Deli Delux para os lanches, Bica do Sapato para os dias mt mt mt especiais...). Esta pizzeria tem um ambiente simples, confortável, familiar, agradável. A entrada faz-se por um "mini-labirinto" por onde podemos ver todo o processo de confecção das belas pizzas que nos vão confortar o espírito e o estômago dali a pouco. Dali a pouco, ou não...! Não são aceites reservas logo o tempo de espera é algo imprevisível. Numa sexta à noite, por exemplo, por volta das 20h já há fila de espera! Imagino que à hora de almoço também possa haver algum tempo de espera. É preciso alguma persistência, mas vale a pena! Uma coisa que funciona sempre bem é terem amigos que vão primeiro para a fila, e depois vocês aparecem airosamente quando eles já estão sentados... ;)!
A pizzeria tem dois espaços distintos: a esplanada e a sala, ambas com mesas corridas ao estilo cantina. A sala tem janelas enormes, que permitem apreciar a vista para o rio e, por cima de cada mesa, existe uma lâmpada que nós acendemos quando queremos chamar os empregados (obvía aquele problema frequente na nossa restauração, que são os empregados com palas nos olhos, que nós nos esforçamos por chamar e não conseguimos!). Na esplanada existem toldos, que nos protegem do sol durante o dia, mas não existem luzes por cima das mesas (substituídas por dois empregados em permanência na esplanada)....e perguntam vocês agora....então e nas noites frias de Verão, que também as há, e nas noites de Inverno sem chuva, o que nos aconchega na esplanada!!!????
MANTAS POLAR !!!!!! Desculpem o entusiasmo, mas é proporcional à alegria que sentimos quando percebemos que elas existiam e estavam disponíveis para nós...nós, que estávamos qual boneco de neve, a pensar que teríamos mesmo de ir embora e procurar um sítio mais quentinho para estar à conversa (isto porque a nós calhou-nos uma noite menos amena de Verão). Portanto, se por acaso lá forem em condições climatéricas menos amenas, não hesitem...peçam uma mantinha para vos aquecer! A partir da manta tudo se tornou maravilhoso e pudémos então ficar na conversa até às tantas e ser os últimos a sair da esplanada!


E agora relativamente ao que nos confortou o estômago: para entrada duas bruschettas, para pratos principais três pizzas e um calzone. Tudo muito bom! Pizzas finas e estaladiças, muito bem apetrechadas; a dificuldade é escolher! Estão ainda disponíveis vários pratos de pasta, mas nós ficámo-nos mesmo pelas pizzas. Para beber, escolheu-se vinho branco com morango (existe vinho com uma imensidão de sabores de frutas) e chá gelado da casa. Nas sobremesas escolhemos tiramisú, panacotta e granizado de café. Estava tudo bem, apesar de a panacotta não sobressair muito relativamente a outros locais. Existem, segundo consta, umas coisas maravilhosas que são as pizzas doces (pizza com nutella parece que é muito boa), que nós não provámos por uma falha de comunicação no grupo (uma queria, outros não ouviram, outros não viram na ementa). Enfim, uma falha que parece grave mas que dá o mote a outra visita...:)!


Aqui fica uma sugestão de um local muito agradável e em que podemos comer por um preço simpático (se saltarem entradas é ainda mais agradável). Nós pagámos 19,5 €/pp; mas para ficarem com uma ideia, as pizzas rondam os 11-13 euros (bom para uma família com adolescentes famintos...estavam lá algumas). A experimentar da próxima vez à hora de almoço.

por 12h30.blogspot.com
Links:Lifecooler

Wednesday, 19 May 2010

Robin Hood

O filme até estava a ir bem até à cena da invasão a lembrar um desembarque na Normandia do séc XIII. As soluções para isto são tantas que acho imcompreensível que Riddley Scott tenha ido por aqui. Vale a pena pela imagem mais realista e por Lady Marion ... mas à justa.

Título original: Robin Hood
De: Ridley Scott
Com: Russell Crowe, Cate Blanchett, Max von Sydow, William Hurt
Género: Aventura, Drama
Classificação: M/12

EUA/GB, 2010, Cores, 148 min. (IMDB)

Inglaterra, século XIII. Robin Longstride (Russell Crowe) toda a sua vida prestou serviço leal ao rei Ricardo I, de cognome Coração de Leão, mas hoje, após a morte do grande soberano, o país atravessa uma grave crise nas mãos do Príncipe João(Oscar Isaac) transformando Nottingham numa cidade saqueada não apenas pelos governantes mas também pelo próprio xerife local (Matthew Macfadyen). Ao encontrar o amor em Lady Marion (Cate Blanchett), na esperança de merecer a sua mão e salvar a população de toda a iniquidade, ele vai criar um grupo de mercenários justiceiros, cujas capacidades guerreiras só se poderão comparar à sua alegria de viver. Assim nascerá a lenda de Robin Hood, o grande herói fora-da-lei que, roubando aos ricos para dar aos pobres, devolveu a glória e a liberdade ao país que o viu nascer.in Publico

Crítica:
Robin Hood antes da lenda

Riddley Scott joga a histeria da câmara como compensação para a ausência de espessura mítica do seu Robin dos Bosques: é a principal imagem de marca do filme, e também a sua principal limitação

O mito de Robin dos Bosques possui uma larguíssima fortuna cinematográfica que podemos radicar no veículo concebido para as acrobacias atléticas do grande Douglas Fairbanks, realizado por Allan Dwan, em 1922, no qual se figurava uma longa sequência de um torneio medieval, tropo incontornável do "swashbuckler" como género, a preceder a partida de Ricardo Coração de Leão para as cruzadas. No entanto, o filme que constitui a matriz para quase todas as variações modernas (cinematográficas ou televisivas) é a obra-prima da Warner Bros, "As Aventuras de Robin dos Bosques" (Michael Curtiz, 1938), em que, num glorioso tecnicolor, se cunhavam as características fundamentais das histórias da Floresta de Sherwood: o carisma aventuroso romântico do herói (genial Errol Flynn), as flechadas certeiras em alvos de cartão e inimigos, uma Lady Marian angelical confiada a Olívia de Havilland, um trio inesquecível de vilões, progressivamente tragicómicos, um Rei Ricardo idealizado, um Frei Tuck glutão e belicoso e, sobretudo, uma ligação directa ao imaginário oitocentista, desde o romance histórico de Walter Scott às vinhetas vitorianas de uma Idade Média herdeira das baladas medievais ou das configurações pré-rafaelitas. Todas as versões posteriores, com a possível excepção de "A Flecha e a Rosa" (Richard Lester, 1976, com Robin e Marian envelhecidos e decadentes), partilhavam desta concepção global, mais lendária do que histórica, feita de reconhecíveis fugas, lutas, amorosos encontros e desencontros.




Esta introdução torna-se fulcral, porque a recente versão de Ridley Scott, revisionista chamar-lhe-ão alguns, opta por uma perspectiva totalmente diferente: em vez do regresso de Ricardo, a apaziguar os confrontos entre normandos e saxõe,s ou da recuperação do estatuto perdido de Robin of Loxley rumo à felicidade eterna dos amantes, partimos da morte do rei, parecemos estar mais próximos da "verdade histórica" com a tentativa da instauração da Magna Carta, e o filme acaba (preparação antecipada de uma sequela?), depois de mais de duas horas de movimentada acção, onde deveria começar a lenda de Sherwood.

Robin (Longstride de sua graça) é filho de um pedreiro, fazendo-se passar por nobre e aproximando-se do velho "Sir" Walter Loxley (o indestrutível Max Von Sydow), Marian (Cate Blanchett de novo em territórios históricos, depois de Isabel I) é uma desmazelada e voluntariosa viúva do verdadeiro Robert Loxley, empenhada em sobreviver das suas terras em tempo de crise, Eleanor de Aquitânia tem um papel activo na acção (mais perto de outra ficção co-relativa, "Um Leão no Inverno", com Eileen Atkins na personagem que Katharine Hepburn tornou sua), a Inglaterra está ameaçada por uma invasão francesa, o vilão principal, Godfrey (um façanhudo Mark Strong) não faz parte do cânone aventuroso tradicional, João Pequeno e Will Scarlett apenas aparecem como companheiros de cruzadas, o Xerife de Nottingham possui um papel lateral, e Frei Tuck cria abelhas e fabrica hidromel.

Dito isto, e apesar da fotografia soturna de John Mathieson, nos costumeiros "tons de caca, tremoço e vomitado" (que saudades do tecnicolor de tempos idos!), a forçar uma nota "realista" e feiosa, não se pense que "Robin Hood" não exibe emoção a rodos e façanhas aventurosas para todos os gostos: batalhas, emboscadas, duelos à espadeirada, chuvas de setas, assaltos a castelos medievais, estranhas invasões de praias desertas, com proezas subaquáticas (a lembrar um "O Resgate do Soldado Ryan" de outros tempos) e sádica violência sobre os camponeses, quase a citar o "peplum" italiano mais primário. E neste amálgama de condimentos, filmados "à la Ridley Scott", ou seja cruzando efeitos publicitários, estratégias televisivas, planos de grua vertiginosos ou câmaras lentas (felizmente poucas), reside a imagem de marca do filme e a sua principal limitação: ao querer trazer à liça a memória de um certo cinema recente - de "Braveheart" a "Gladiador" ou "Rob Roy" -, Scott joga com a histeria da câmara, a fim de colmatar a ausência da espessura mítica, que fez de Errol Flynn "o Robin Hood" cinematográfico por excelência.

Nos ombros avantajados de Russell Crowe, igual a si próprio, repousa a tarefa de conduzir o projecto a bom porto: imperturbável, machão (não faltam as indispensáveis cenas de nu parcial), castigador e possante, o australiano (como Flynn, curiosamente) modela o herói à sua "persona" pesadona e, atrevíamo-nos a dizer, anti-romântica, não sem que esboce, como pode, a sua aproximação ao alvo amoroso, algo masculinizado pela intervenção de Blanchett, de armadura a rigor, na batalha da praia. Desilusão? Sim, sobretudo se permanecermos fiéis ao triunfo da lenda sobre a "verdade histórica" e a um certo conceito da Hollywood que não volta mais, mas esperávamos muito pior desta tentativa de modernizar o mito (desmitificando-o), de construir um Robin dos Bosques do século XXI, destinado a um público-alvo sem memória fílmica para trás dos anos 70. Se compararmos com o "travesti" de Kevin Costner, ao som de Brian Adams (aqui temos uma versão de canto céltico, uma espécie de sub-Enya), ou com a recente série da BBC, não ficamos a perder assim tanto. Só temos que reconhecer que os tempos mudaram e o cinema enveredou por caminhos híbridos sem retorno previsível

Mário Jorge Torres

Saturday, 15 May 2010

Alentejos

Rua Miguel Pais
2830-356 - Barreiro
Tel. 964 857 165
Encerra Domingos ao jantar e Segundas-feiras almoço e jantar

Tradicional Alentejana

Um pequeno lugar onde a tradição alentejana é rainha. Boa comida, bom serviço, a sala não faz juz ... a voltar.

Comida

Honesta e Tradicional

Preço

€€

até 25€

Ambiente

Acanhado

Serviço

Simpatia
Um restaurante inteiramente dedicado à cozinha, aos sabores e à cultura gastronómica das várias regiões do Alentejo. O que há de melhor dos vários Alentejos.

Em todos eles, o restaurante Alentejos recuperou as autênticas receitas da cozinha de outros tempos e trá-las de novo ao prazer de todos. Feitas com ingredientes genuinos, das melhores origens e proveniências, de todas as partes do Alentejo.
Entradas: Empadinhas de galinha; Queijo de ovelha Seco; Queijo quente com ervas; Selecção de enchidos dos alentejos; Linguiça (frita ou assada); Cacholeira preta assada; Cacholeira branca de alegrete; Farinheira com ovos; Salada de pimentos assados; Febrinhas do alguidar; Pezinhos de coentrada; Fatia de tortilha; Cabeça de xara; Febrinhas de coentrada; Galinha de tomatada; Espargos com ovos; Cogumelos recheados ou salteados; Carapaus de escabeche; Tomatada de ovos; Bolinhos de mogango.
Peixe: Bacalhau do Lagar; Cação frito com arroz de tomate; Arroz de espinafres com bacalhau; Sopas de cação; Açorda de poejo com bacalhau e ovo.
Carne: Arroz de Lebre; Ensopado à pastor; Cabidela de galo do campo; Cozido de Grão à moda de Campo Maior; Febrinhas do alguidar com migas (pão ou batata); Plumas de porco preto com migas.
Doces: Sericaia; Toucinho do céu; Pudim de feijão branco de Arronches; Pão de rala; Delícia de limão.

Localização:

Nosso menu:

  • Queijo quente com ervas
  • Cabidela de Galo do campo
  • Mousse de chocolate negro

Outros links:

Girassol

Estrada Nacional 11
2870-502 - Sarilhos Grandes
Tel. 212891820
Encerra 3ª

Portugês, Regional

Fiquei surpreendido pela qualidade do tempero e pelo ambiente. O que no estacinamento parece uma tasca de beira de estrada, não que eu tenha algo contra, revela-se um local com ambiente familiar e acolhedor extremamente agradável. Os filetes estavam no ponto em sabor e textura, o arroz podia estar melhor. Recomendo o pão com manteiga, doce de ovos onde grãos de café dão um toque especial. A voltar.

Comida

Bem confeccionada

Preço

até 15€

Ambiente

Ambiente agradável

Serviço

Aceitável


Os quadros nas paredes e a indumentária ligada às corridas de toiros, expressam vivamente que esta é uma casa de aficcionados. Dona Arminda, a co-proprietária, é quem manda na cozinha. ï/oo grande a diversidade de propostas, desde a perdiz de escabeche ao «carpaccio» de bacalhau, passando pela cabeça de xara. Durante a semana há cabrito assado com arroz de miúdos e rabo de boi estufado em vinho tinto (à 4ª) e cozido à portuguesa (à 5ª) . Os doces, conventuais, são todos caseiros.
Peixe: Ensopado de enguias; Enguias fritas; Bacalhau à lagareiro; Carpaccio de bacalhau. Carne: Pato com arroz no forno; Cabrito assado no forno com arroz de miúdos e batatinhas; Caldeirada de borrego; Cozido à portuguesa; Iscas. Doces: Sericaia de Elvas; Encharcada; Toucinho do céu.

Localização:

Nosso menu:

  • Filetes de peixe-galo com arroz de pimentos
  • Pão com manteiga

Outros links:

Friday, 14 May 2010

La Finestra

Avenida Conde Valbom 52A
1050-069 - Lisboa
Tel. 217613580
Não encerra, Reserva aconselhada

Italiano

As pizzas são muito boas, mas tudo o resto não é a meu gosto. O facto de estar na moda e se esperar por um lugar porque é suposto, apesar da reserva na realidade não o terem feito, o serviço muito abaixo do esperado ... enfim talvez daqui a um ano valha a pena lá ir, se já não tiver falido.

Comida

Boas pizzas

Preço

€€

até 25 €

Ambiente

Lugar da moda

Serviço

Sofrível


O proprietário da famosa Pizzeria Lucca, Carlos Sousa, abriu um novo restaurante Italiano na zona das Avenidas Novas o `La Finestra`, onde antes se localizava o ´Café Creme´. A ementa do novo italiano é similar à do Lucca, pizzas variadas com massa fina e crocante, feitas em forno a lenha. A sala iluminada por clarabóias é um espaço agradável, tendo as mesas as familiares toalhas aos quadrados vermelhos e brancos. Experimente uma das melhores pizzarias da cidade.
Pizzas, calzoni e carpaccios

Localização:

Nosso menu:

  • Pizza Modena

Outros links:

Sunday, 9 May 2010

Minas do Lousal


Das minas do Lousal, entre Canal Caveira e Ermidas do Sado, foram extraídas pirites de cobre entre 1900 e 1988. Após o seu encerramento foi criada a Fundação Frederic Velge, que envolve a empresa proprietária da mina e a Câmara de Grândola. Esta fundação tem um projecto de dinamização com uma vertente cultural, uma vertente científica e outra pedagógica.
O Museu Mineiro pretende preservar a memória e o conhecimento das gerações de trabalhadores que escavaram as minas do Lousal, hoje transformadas numa espécie de local arqueológico, onde se pode observar e aprender o funcionamento da mina através dos vestígios do trabalho que lá foi feito ao longo das décadas.


Localização: