Tuesday, 14 September 2010

Um mundo sem fim


De Ken Follett
Presença 2008

Gostei bastante embora a primeira metade seja um pouco repetitiva e superficial. No fim ganha ritmo e somos enredados. Vale a pena ler.


Depois do enorme êxito de Os Pilares da Terra, Ken Follett regressa à cidade de Kingsbridge, mas desta vez cerca de dois séculos após os acontecimentos do primeiro livro. No dia 1 de Novembro de 1327, quatro crianças presenciam a morte de dois homens por um cavaleiro. O sucedido irá para sempre assombrar as suas vidas, mas Merthin, Ralph, Caris e Gwenda ficarão também marcados pelo próprio tempo em que vivem, e em particular pela maior tragédia que assolou a Europa no século XIV, a Peste Negra

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Friday, 10 September 2010

Ennio Marchetto

Surpreendente, imaginativo, cheio de ritmo e côr ... no entanto ... não me cativou.

Durante uma hora, promete entreter com um número que mistura transformismo, teatro, dança, mímica, origami e a rápida mudança de adereços de cartão coloridos. Eis os ingredientes para uma hora em que desfila 50 personagens de traços carregados e fina espessura, de Elvis Presley a Eminem, passando por Dolly Parton, Tina Turner ou Lady Gaga.

"O meu espectáculo é universal. É atraente para todos. Do menino à senhora idosa. Não me sinto propriamente um actor porque não me consigo ver em palco sem música, cartão e maquilhagem", explica Ennio Marchetto ao CM.

O italiano de 50 anos, inspirado pela Disney e pelas máscaras do Carnaval da Veneza natal, adapta o guião em função do público: em Portugal encarnará Amália Rodrigues, António Variações e as Doce.

Neste espectáculo, que estará durante três semanas no Casino Lisboa, Marchetto criou os próprios fatos, números e coreografias, que duram pouco mais de um minuto cada. O tempo suficiente para conseguir passar a sua mensagem: fazer rir.

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Sunday, 5 September 2010

Castelo de Ourém


O Castelo de Ourém, também conhecido como Paço dos Condes de Ourém, localiza-se na cidade de mesmo nome, freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias, Concelho de Ourém, Distrito de Santarém, em Portugal.
Em posição dominante sobre a vila medieval e a ribeira de Seiça, é considerado um dos mais belos castelos portugueses.
Embora as informações acerca da primitiva ocupação humana de seu sítio sejam escassas, a sua localização e características particulares (em torno de uma fonte de água) levam os estudiosos a acreditar que tenha se desenvolvido desde a pré-história, sucessivamente ocupado por Romanos, Visigodos e Muçulmanos. Estes últimos aí terão erguido uma fortificação.

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A Lúria

Acima média

Tradicional . Regional Portuguesa . Familiar
Morada:Portela de São Pedro
2300-182 - São Pedro de Tomar
Tel:249381402 Encerra:Domingos (Jantares), Segundas
Web:
Preços:€€ (15 a 25€)
Cozinha digna de nota
Recomendado para grupos

Abriu as portas em 1979 pelas mãos de Francisco Rodrigues, na altura era uma taberna antiga que se transformou num excelente restaurante. O nome quer dizer "refugio dos coelhos" e leva-nos ao tempo em que este espaço era ainda uma taberna escura, estreita e comprida, tal como uma toca. Hoje, o Lúria recebe os seus visitantes com duas salas amplas e um café. Situado na estrada de Santa Cita para o Castelo do Bode, é um excelente restaurante que, desde os cogumelos da região (na época) até à açorda de sável, oferece interessantes opções.
Entradas: Cilercas com ovos (cogumelos selvagens); mexilhoada de feijão; saladas de polvo; de Ovas e de Favas e Enchidos; petingas no forno. Peixe:Acordas de sável e de cherne; Polvo no forno com migas; Dourada com acorda de migas; Lampreia com arroz ou à Bordalesa.Carne: Cabrito na brasa com arroz de miúdos e grelos; Magusto de carnes com açorda de cilercas; Espetada de lombinhos com camarão; Posta de vitela mirandesa; Picanha com feijão preto e batatas
Mapa:
Críticas:
Bom ambiente e serviço. Escolha diversificada e qualidade acima da média. Adorei a vitela e os enchidos. A voltar com certeza.
Nosso menu:Vitela assada com açorda de cilercas,
Leite-creme,
Tinto da casa,

Este poiso fica na Portela de S. Pedro- Tomar.

Divide-se em duas salas. Tem uma decoração tradicional, com azulejos nas paredes e telhas por cima do balcão. Fui lá num Domingo ao Almoço, em que a casa estava cheia, demonstrando algum alvoroço e confusão. No entanto, aquilo que veio para a mesa facilmente nos fez esquecer isso.

De entradas comemos petingas no forno (fora de vulgar e muito boas), uns salgadinhos.

Posto isto, veio um cabritinho assado no forno e um bacalhau assado com migas de couve e feijão. O cabritinho sabia mesmo ao que era, e era mesmo "inho", de boa assadura e muito saboroso. Apenas achei algumas parte algo salgadas (penso ser um mal geral da maior parte dos restaurantes). O bacalhau também estava muito bom, bem demolhado e de qualidade acima da média.

O vinho que bebemos era da região, e chamava-se "Casal das Freiras". Este teve nota positiva, mas não me encheu as medidas. De sobremesa, adivinhe-se lá o que veio: lá tiveram que ser umas Fatias de Tomar, optimas, potentes, a pingar. Irrepreensíveis.

Outras Especialidades da casa: Lampreia; Açorda de Sável; Bacalhau na broa; Polvo à Lagareiro com Migas; Magusto de carnes com açorda de cilercas no pão, porco preto com salada saloia; Cabidela de galo vadio; Nispo Mirandês no forno à moda da casa com açorda de feijões no pão.

Ainda tem algumas invenções da artesã da casa, a D.Maria de Fátima, tais como, puré de lampreia com cogumelos; Figo escondido, Sopa de lampreia à moda da casa; sopa de bacalhau; açorda de cilercas no pão e açorda de feijoca no pão.

A VISITAR POIS TEM MUITO EXPLORAR.

por Irmandade dos Poisos
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Convento de Cristo


O Convento de Cristo , histórico monumento na cidade de Tomar (freguesia de S.Joao Baptista), classificado pela UNESCO como Património Mundial, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais, o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede. Sob Infante D. Henrique o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557).

Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.

Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca.
Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.

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Castelo de Penela


O Castelo de Penela localiza-se na vila de mesmo nome, Freguesia de Santa Eufémia, Distrito de Coimbra, em Portugal.

Em posição dominante sobre uma colina calcária, integrava a chamada linha do Mondego, e tinha como função a de guarda avançada de Coimbra, à época da Reconquista. Juntamente com o Castelo de Montemor-o-Velho, constituem o testemunho mais expressivo de seu tipo, do período, na região. De seus muros descortina-se uma bela vista da povoação, e ao longe, a Leste, da serra da Lousã.

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Saturday, 4 September 2010

Mosteiro Santa Clara a Velha


O Mosteiro de Santa Clara de Coimbra, popularmente conhecido como Convento de Santa Clara-a-Velha, localiza-se na margem esquerda do rio Mondego, perto da Baixa da cidade de Coimbra, no Distrito de Coimbra, em Portugal.

Representa um momento de experimentação do estilo gótico no país. A sua fundação, em fins do século XIII, inscreve-se numa conjuntura de gradual influência e aceitação da Ordem dos Frades Menores na Corte e na sociedade portuguesa em geral

A vida do Mosteiro ficou marcada, ao longo dos séculos, por sucessivos alagamentos provocados pelas cheias do Mondego, o primeiro dos quais já em 1331, um anos após a sagração do templo, que anunciou uma difícil convivência com as águas. A solução encontrada ao longo dos séculos foi o sucessivo alteamento do piso térreo até que, no século XVII as religiosas se viram forçadas a construir um piso superior ao longo do templo e a desocupar o inferior, o que sucedeu igualmente nas demais dependências do Mosteiro. No entanto, a deterioração das condições de habitabilidade levaram à construção, por iniciativa de D. João IV de Portugal, de um novo edifício no vizinho Monte da Esperança - o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.

Abandonado definitivamente pela comunidade de religiosas em 1677, o antigo mosteiro passou a ser conhecido como Santa Clara-a-Velha.

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