Sunday, 20 March 2011

Bardolino

Garrafa oferecida. Surprendeu-me, suave, um pouco seco, muito agradável no palato. Foi uma boa experiência.



Tipo: Vinho tinto
Origem: Azienda el Molino, Bardolino, Itália
Características: 12.5º, Corvina, Rondinella

Fermentazione sulle bucce e maturazione in serbatoi tradizionali. Indicato per primi piatti, carni magre o bianche. Temperatura di servizio 16-18°

Links:
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Wednesday, 16 March 2011

O discurso do rei

Um filme capaz e bem conseguido. Mas filme do ano parece-me demais.


Titulo original: The King's Speech
De: Tom Hooper
Com: Colin Firth, Geoffrey Rush , Helena Bonham Carter, Guy Pearce, Timothy Spall
Genero: Drama, Biografia
Classificacao: M/12

GB/EUA/Austrália, 2010, Cores, 118 min. (IMDB)

Desde os cinco anos que Bertie (Colin Firth), Duque de York e segundo filho do rei Jorge V de Inglaterra (Michael Gambon), sofre de gaguez, algo que sempre abalou a sua auto-estima. Depois do embaraçoso discurso de encerramento da Exposição do Império Britânico em Wembley, a 31 de Outubro de 1925, Bertie, pressionado por Isabel (Helena Bonham Carter), futura rainha-mãe e sua esposa, começa a consultar Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta da fala pouco convencional. Em Janeiro de 1936, o rei Jorge V morre e é o seu irmão Eduardo quem ascende ao trono até, menos de um ano depois, abdicar por amor a uma americana divorciada em favor de Bertie. Hesitante perante o peso da responsabilidade e obcecado em ser monarca digno do reino, o novo rei apoia-se em Logue, que o ajuda a superar a gaguez... Realizado por Tom Hooper ("Maldito United"), "O Discurso do Rei" inspira-se na história verídica do rei Jorge VI e é o filme favorito na corrida aos Óscares, estando nomeado para 12 categorias, entre as quais melhor filme, melhor actor (Colin Firth), melhor actor secundário (Geoffrey Rush), melhor actriz secundária (Helena Bonham Carter), melhor realizador e melhor argumento original.in Publico

Critica:
Há que distinguir entre "clássico" e "conservador", palavras que podem ter significados em comum mas não são necessariamente sinónimas. "O Discurso do Rei" é um filme clássico no modo como se articula de acordo com regras narrativas e padrões estéticos tradicionais, sem ser forçosamente conservador (os ângulos forçados com que Tom Hooper filma as suas personagens, enquadradas nas geometrias sociais que balizam a Inglaterra dos anos 1930, servem ao mesmo tempo para subverter o classicismo e para sublinhar o estatuto de "inadaptados" destas criações).
"O Discurso do Rei", história verídica do modo como o Duque de York, futuro Jorge VI de Inglaterra (e pai da actual rainha Isabel II), venceu a sua gaguez, é tão clássico que está mais próximo do telefilme de prestígio da BBC - o que está longe de ser um insulto porque tomara muitos (tele)filmes serem como a ficção de época britânica (e Hooper é rapaz formado nessa escola). Só que vai um passo muito longo de um telefilme acima da média a um êxito de bilheteira que parte à cabeça do pelotão dos Óscares. E aí a coisa já fia mais fino. Colin Firth, Geoffrey Rush, Helena Bonham Carter, Derek Jacobi, Timothy Spall, Guy Pearce são actores notáveis - mas não fazem mais do que aquilo que sempre fizeram (Firth ia tão melhor o ano passado no "Homem Singular" de Tom Ford, que explorava melhor a sua reserva natural do que este papel de aristocrata inglês que ele faz com uma perna atrás das costas). A história é bem contada e bem apresentada - mas daí a considerá-la "um dos melhores filmes do ano" vai um passo que só um marketing particularmente afinado permite. É um filme bem feito mas anónimo, cuja popularidade junto dos votantes dos Óscares e dos espectadores anglo-americanos se encaixa na perfeição numa ideia conservadora do cinema partilhada por muita gente: uma boa história, bem contada, com bons actores. Nada contra. Mas isso não chega para distingui-lo com os encómios que tem recebido.

Jorge Mourinha

Saturday, 12 March 2011

Época das Bruxas

Tão fraquinho e previsível ... e no entanto tem os ingredientes certos para uma bela saga ... pena.


Titulo original: Season of the Witch
De: Dominic Sena, Peter Goddard
Com: Nicolas Cage, Ron Perlman, Stephen Graham
Genero: Terror, Aventura
Classificacao: M/16

EUA, 2010, Cores, 95 min. (IMDB)

Depois de anos de cruzada na Terra Santa, os cavaleiros Behmen (Nicolas Cage) e Felson (Ron Perlman) regressam a Inglaterra, onde descobrem um país assolado pela Peste Negra. Acusados de deserção, só uma missão os pode livrar do cárcere: escoltar uma jovem acusada de bruxaria que todos acreditam ser a responsável pela epidemia. O destino é um mosteiro isolado nas montanhas, onde ela será julgada pelos monges e purificada num ritual religioso... Uma aventura medieval realizada por Dominic Sena ("60 Segundos", "Operação Swordfish") in Publico

Friday, 4 March 2011

Cragganmore

Riqueza subtil com um pouco de fumo. Elegante mas pouco marcante.



Tipo: Single Malt Whisky
Origem: The Cragganmore Distillery, Speyside, Escócia
Características: 12 anos, 40º, 

Speyside today is widely revered for its sublime malt whiskies and for its fine salmon fishing. It is here, in this fertile triangle of land between mountain and sea, long been known as the Garden of Scotland, that Cragganmore single malt whisky is distilled. One of Speyside's greats. Elegant and austere. Gradually, almost reluctantly, reveals itself. A palate blossoming with flavours, and a long, lingering, finish

Crítica:
A fairly polished malt. A little nondescript with the faintest possible farmy notes in the background.
Cragganmore was never a real favourite of mine in the 'Classic Malts' series, and I'm not growing any fonder.
Hey wait - something vaguely metallic after a few minutes of breathing. All in all, a lot remains hidden.
Taste: Decent whisky, but very little remarkable about it. A suggestion of smoke on the palate, very subtle?
A lightly malty, medium dry centre with a decent mouth feel but little character. A fairly light finish

75/100 por Maltmadness


História: The Cragganmore Distillery was founded in 1869 by John Smith, who is said to have been the most experienced distiller of his day. He had been manager of Macallan, Glenlivet and Wishaw distilleries, and was lease-holder of Glenfarclas Distillery when he persuaded his landlord, Sir George Macpherson-Grant, to lease him the land to build a new distillery at Ballindalloch beside the Strathspey railway line.
Cragganmore was the first distillery to be deliberately sited to take advantage of the railway line and a private siding was built to accommodate distillery traffic. John Smith was a great railway enthusiast, but since he weighed 22 stones (140kg) and was too wide to enter a railway carriage, he was obliged to travel in the Guard’s van.

Links:
Malts.com

Saturday, 19 February 2011

Mappamundi


Esta exposição contém obras que entram em diálogo com mapas, procurando completá-los ou contestá-los. Passemos à definição de mapa: representação gráfica de parte da superfície terrestre. São eles que reescrevem o mundo, e os artistas, por seu lado, fazem uma viagem ao desconhecido de forma a escreverem o seu próprio mapa através das mais variadas formas de expressão artística, seja o desenho, a pintura ou a cartografia.
“Mappamundi” começa com uma confrontação entre a cartografia portuguesa do século XVI e a sua releitura contemporânea. Assim, Adriana Varejão presta homenagem ao trabalho fundador de Lopo Homem (Biblioteca Nacional de Portugal).
Existe ainda uma releitura do mundo invertido segundo José Monteiro Salazar (portulano da Sociedade de Geografia de Lisboa) e mapas reinterpretados em jeito de espelho longínquo de Portugal. Do leque de artistas fazem parte Noriko Ambe, Alighiero e Boetti , Hong Hao, Joseph Kosuth, Miguel Palma e Cristina Lucas, entre outros.


in Time Out

Ficha:
Mappamundi
Museu Colecção Berardo, Praça do Império 1449-003 Lisboa, Portugal
Telf: +351 213 612 878 | E-mail: museuberardo@museuberardo.pt
Horario: 10:00 - 19:00
De: 31 Janeiro 2011 | 25 Abril 2011


. Pdf Download

Friday, 18 February 2011

Spazio Buondi

Acima média

Tradicional . Autor, Portuguesa . Cool place
Morada:Avenida Sacadura Cabral, 53B
1000-273 - Lisboa, Portugal[Mapa]
Tel:217970760 Reserva:Aconselhável Encerra:Sábados ao almoço e Segundas
Web:www.buondicaffe.com/
Preços:€€€ (25 a 35€)
Garrafeira digna de nota
Zona de fumadores



Restaurante de cozinha tradicional portuguesa e também de autor, com a assinatura da chef Justa Nobre Cozinha, com a supervisão na sala do seu marido José Nobre. Uma cozinha criativa que todos os dias vai inovando com 4 pratos de peixe e 4 pratos de carne,além da carta habitual.
Lombo de robalo à justa; Sopa de Sapateira, Perdiz à transmontana; Lavagante frito com arroz de alho; Leite creme.
Críticas:
Para quem já conhecia o Nobre não é novidade a qualidade apresentada. Bom serviço e comida bem acima da média. A factura acompanha.
Nosso menu:Sopa Santola,
Bife Espadarte,
Cabrito frito Migas espargos verdes,
Tarte cerejas,
Bolo chocolate,
Herdade Bombeira,

Nunca me imaginei a entrar, carregado de expectativas de bem comer, num sítio chamado Spazio Buondi. Aconteceu e o motivo é Nobre.

Não que a errância lhes seja intrínseca ou lhes constitua propósito, porém as voltas da vida têm obstado a uma duradoura fixação no mesmo espaço de Justa e José Nobre. Depois do período áureo do restaurante Nobre, na Ajuda, um extraordinário êxito ao longo da década de 1990, veio o frenesim da expansão, ao apelo sirénico da Expo-98, que haveria de acabar em desastre, por via da desmesura dos empreendimentos e de uma sociedade comercial infeliz.

A seguir a essa voragem em que se viram despojados de tudo aquilo a que tinham dado nome e trabalho, ei-los a recomeçar e a dedicar o melhor de si ao barco-restaurante Lisboa Vista do Tejo, onde permaneceram pouco mais de um ano até Outubro de 2004, a um estabelecimento no Rato, desde aí a Junho de 2005, até que em Novembro desse mesmo ano, correspondendo a convite e condições irrecusáveis, assentaram arraiais no Montijo.

Voltou o sucesso, consolidado, a satisfazer velhos e novos admiradores. Todavia, mais uma vez, ao cabo de dois anos e meio, a sociedade mostrou-se indesejável e o casal Nobre pôs fim à sua experiência do lado de lá do Tejo. Porque é que os seguimos quase sempre? Porque, evidentemente, a demonstradíssima categoria profissional e humana da Justa e José Nobre obrigam a que se ande restaurativamente atrás deles.

Agora aparece, no nº 53-B da Avenida Sacadura Cabral (à esquina com o Campo Pequeno), o tal Spazio Buondi, local que os Nobre oficiam desde Outubro de 2008, obrigados pelo contrato de cedência a manter o nome italiano durante cinco anos. A instalação está atractiva. Para a esquerda de quem entra, a seguir ao balcão, vai-se abrindo e alargando a sala principal, de lareira modernista e um ou outro ponto com uma ponta de privacidade que, com outra mais íntima, assegura 75 lugares. Embora haja cores acinzentadas e até pretas, a tonalidade geral é clara e alegre, com bastante luz natural e artificial, e amesendação obviamente irrepreensível.

A lista é copiosa. São 9 Petiscos Frios, 7 Petiscos Quentes, 4 Entradas, 4 para Crianças, 3 Vegetarianos, 4 Saladas Compostas, 4 Massas e Risottos, 13 Os Clássicos da Justa, 6 Mariscos, 8 Peixes e 8 Carnes. Acrescem as Recomendações do Dia, sempre com 1 sopa, 1 marisco, 4 peixes e 4 carnes. É obra e é uma espécie da obra completa das Justas.

Às provas. O "rebuçado de marisco" (€8,80) agradável, massa bric albergando um picadinho do dito mais cenoura, courgette e alho francês. "Santola gratinada" (€13,80) em conformidade, que esqueci (problema meu) que era necessariamente quente. Nos "pastéis de massa tenra com arroz de ervilhas" (€12,80) prescindiu-se deste para comer os pastéis como entrada. Eles, o melhor possível dentro do actual padrão da carne do recheio em papa e não granulada. A maravilha já esperada do "lombo de robalo à Justa" (€28,30), o peixe cozinhado ao vapor em papelote, com pitada de ervas secas, cebolinho, aneto, manjericão e grãos de pimenta. Bem executado exterior e interiormente o "folhado de bacalhau" (€13,80).

Nos "rissóis de pescada com arroz de camarão" (€14,80), este muito bom e rico, o creme do recheio rissoleiro a reclamar mais pescada. Tudo certo no "fricassé de lulas com gambas" (€13,80), a dar graça ao arroz branco do costume. A "perninha de cabrito assada no forno" (€22,80), aliás mãozinha, atingiu a plenitude. Primeiro cozida com chouriço e toucinho entremeado, depois, corada na companhia dos mesmos, a "galinha do campo cerejada à Loulé" (€13,80) esteve de se lhe tirar o chapéu.

Queijos (4) e doçaria (12) do melhor. Carta de vinhos com inúmeros vendidos a copo, e um total em garrafas de 200 tintos, 100 brancos, 7 verdes brancos, 7 champanhes e 7 espumantes. Serviço idóneo e amável.

Já sabem onde os encontrar: Justa (e as irmãs) na cozinha, José (e o cunhado) na sala, a incumbirem-se do nosso bem-estar gastronómico. O Spazio Buondi é na verdade o espaço Nobre.

por Expresso
Links:Guia do Lazer
TimeOut







Saturday, 12 February 2011

Hotel Santa Maria


Hotel . Negócios . Comtemporâneo
4* - €€€ (75 a 100E) - 173 quartos

Morada: Rua de Santo António, 2495 - 430 - Fátima (Portugal)
[Mapa]
Tel:(+351) 249 530 110
E-mail:info@hotelstmaria.com
Web:http://www.hotelstmaria.com/
Servicos:ClimatizadoTVWIFIMini BarRestauranteBarJardinsEstacionamentoSalas ReuniãoPequeno Almoço



A 2 minutos a pé do Santuário de Nossa Senhora de Fátima, a arquitectura moderna deste hotel permite a entrada de muita luz do dia. Apresenta quartos espaçosos e obras de arte de artistas portugueses.
O restaurante do Santa Maria encontra-se no jardim verdejante do hotel. Serve cozinha regional portuguesa, assim como diversos pratos internacionais. Tem um bar para bebidas.

Os quartos incluem ar condicionado, mini-bar e produtos de higiene pessoal. Os quartos têm acesso Wi-Fi gratuito e suaves pisos alcatifados.
O Hotel Santa Maria também dispõe de uma sala de meditação e de uma capela do hotel. Existe um terraço no 4º andar com vista para o Santuário de Fátima.
O Castelo de Ourém pode ser alcançado em 20 minutos de carro.
Muito bem localizado. Condições excelentes. Imbatível qualidade \ preço
+Quarto
Criticas:
O hotel, além de excelente em tudo, é pertinho do Santuário. Já estive no Estrela de Fatima e no Cinquentenário. Todos os 3 são 4 estrelas, mas este deveria ser 4 estrelas e meia. Estive na suite 337, excelente !

por TripAdvisor
Links:
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