Saturday, 4 February 2012

Sé Catedral de Évora

Monumento nacional - Arquitectura Religiosa / Sé, Catedral (1186-1250)


A Sé de Évora é a maior Catedral medieval do país. A um primitivo templo construído entre 1186 e os primeiros anos do século XIII, sucedeu-se o grandioso monumento que hoje existe, resultado essencialmente de duas notáveis campanhas da Baixa Idade Média.

Wikipedia

Friday, 3 February 2012

Pousada dos Lóios

Edifício fascinante. Bons quartos e serviços. Não jantei.


Pernoitar na Pousada de Évora, Convento dos Lóios, significa visitar um passado distante, ter o privilégio de viver a História a cada pedra, cada objecto, inclusive as simples e rudes celas dos antigos dormitórios dos Cónegos Regrantes, hoje convertidos em quartos com decoração afável.
As muralhas da cidade de Évora, classificada pela UNESCO como Património da Humanidade, escondem, no seu interior, uma das mais formosas Pousadas de Portugal. Este luxuoso Hotel em Évora encontra-se situado em pleno centro histórico da cidade, entre a Catedral Gótica de Évora e o Templo de Diana. Aqui irá descobrir que a história, o requinte e o luxo são os vectores que originaram este majestoso Hotel.


Dom Joaquim

Boa comida. Pode ser um pouco confuso. Excelente garrafeira. Vale a pena visitar.


Lifecooler

Thursday, 2 February 2012

Vox Lumiere: Phantom of the Opera

Não gostei. Confuso, mau som, musicalmente discutível. O melhor foi mesmo o filme.
Nesta produção de século XXI, nada é o que foi… The Phantom of the Opera veste uma nova roupagem, com um estilo mais rock, mesclado com a magia dos grandes clássicos do cinema mudo e com efeitos multi-média. The Phantom of the Opera é assim um espetáculo musical, de teatro e multimédia, com música rock, cantada, tocada e dançada e os cenários inspirados no cinema mudo

Sunday, 29 January 2012

Os homens que odeiam as mulheres

Cru e profundamente inquietante, algo está podre no reino do IKEA. Gostei bastante do filme e do ambiente soturno\neurótico do local. Lisbeth soube-me a pouco.
Titulo original: The Girl with the Dragon Tattoo
De: David Fincher
Com: Daniel Craig, Rooney Mara, Christopher Plummer, Stellan Skarsgård
Genero: Drama, Thriller
Classificacao: M/16

GB/ALE/EUA/SUE, 2011, Cores, 158 min. (IMDB)

Mikael Blomqvist (Daniel Craig), jornalista e fundador da revista "Millenium", dedica a sua vida a revelar o crime e a corrupção que minam a sociedade sueca. Como resultado, tem vários inimigos e é tido como culpado num caso de difamação. Um dia é procurado por Henrik Vanger (Christopher Plummer), empresário de renome obcecado em compreender as razões que levaram ao desaparecimento, há mais de 40 anos, da sua sobrinha. Vanger acredita que alguém da família poderá estar relacionado com o desaparecimento de Harriet, cujo corpo nunca foi encontrado. O empresário faz então uma proposta irrecusável ao jornalista: dá-lhe acesso total à sua vida, documentação pessoal e dados familiares em troca da solução para o caso. Com a ajuda de Lisbeth Salander (Rooney Mara), uma "hacker" profissional com um passado misterioso, Mikael vai encontrar a história da sua vida. Um "thriller" de David Fincher ("Clube de Combate", "Sete Pecados Mortais", "O Estranho Caso de Benjamin Button", "A Rede Social"). Depois do enorme sucesso do filme de Niels Arden Oplev em 2009, é a adaptação americana do primeiro tomo da trilogia "Millennium" de Stieg Larsson, obra que já vendeu 65 milhões de cópias em 46 paísesin Publico

Critica:
David Fincher adapta o primeiro dos três romances de Stieg Larsson: é mais cinema que a versão sueca, mas falta-lhe Noomi Rapace Havia, genuinamente, necessidade de voltar a adaptar ao cinema os romances da trilogia “Millennium” de Stieg Larsson, dois anos apenas após a produção de uma versão escandinava (feita originalmente a pensar na televisão, é verdade, mas estreada em sala)? Digamos que, para lá da tradicional fuçanguice autista dos estúdios americanos e da sua alergia a tudo o que seja falado noutras línguas que não o inglês, havia espaço para se fazer melhor. Os três filmes suecos não passavam de peças funcionais à medida de uma “soirée” televisiva meio distraída, com um ponto grande a favor na presença de Noomi Rapace, que encarnava a heroína gótico-psicótica Lisbeth Salander como se nunca tivesse feito outra coisa na vida. E faz todo o sentido que seja David Fincher a assumir as rédeas desta “remake”, ou não fossem Lisbeth e o jornalista Mikael Blomqvist, heróis falíveis e fortes, obsessivos e trágicos, à medida das personagens principais da sua filmografia. Não deve, igualmente, ser mera coincidência que os crimes desvendados pela “hacker” asocial e pelo jornalista desacreditado enquanto investigam o passado de uma rica família industrial sueca transportem longínquos ecos de dois dos filmes-chave do realizador americano: “Sete Pecados Mortais” e “Zodiac”. Nas mãos de Fincher e do argumentista Steven Zaillian, assim, o primeiro dos três romances de Larsson ganha uma fluidez e uma inquietação envolventes, confirmando o cineasta americano como mestre do enquadramento atmosférico. O que “Os Homens que Odeiam as Mulheres” tem que o original de Niels Arden Oplev não tinha é a sensação de pântano traiçoeiro de uma sociedade que esconde uma tonelada de esqueletos no armário por trás da sua aparência de funcionalismo-IKEA. É um filme mais duro, mais impiedoso, que lança igualmente um olhar perturbante sobre uma sociedade da informação onde os segredos o são cada vez menos ou por um menor espaço de tempo. Mas perde-se onde, ironicamente, mais importava ganhar - na Lisbeth de Rooney Mara, mais autista e menos humana que a de Noomi Rapace. É uma criação de uma nota só, que nunca penetra realmente até ao núcleo da personagem, tanto mais quanto Daniel Craig é uma excelente opção para a personagem de Blomqvist e o restante elenco consegue fazer milagres com apenas duas ou três cenas (Steven Berkoff e Joely Richardson são extraordinários). O resultado desvia o centro de gravidade de Lisbeth para Blomqvist, com Fincher a subalternizar o mistério policial no centro da trama, reduzindo-o a um simples pretexto para um exercício de estilo virtuoso na construção de uma atmosfera inquietante de corrupção profunda, à medida de um realizador perfeccionista. É um filme eficaz e intrigante, cerebral q. b., mas ao qual falta aquele “rasgo” que o elevasse acima do mero funcionalismo de luxo.

Jorge Mourinha

Saturday, 28 January 2012

Nortada

Vista imbatível. Bom serviço. Excelente serviço de peixe e marisco. A voltar com certeza.


Menu: Filetes Linguado com arroz lingueirão, Bife de atum grelhado

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Saturday, 21 January 2012

Rota das Sedas

Grande ambiente. Excelente comida. Serviço foi um pouco desligado demais. A voltar rápidamente.


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