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Friday, 17 December 2010

Wall Street . General English


Milestone 2 - Use of 'will' for offers, promisses & predictions; Modals; Parallel structures & correlative conjunctions; Combining and connecting; Future perfect continuous; Subordinate clauses; Expressing certainty & opinion.

Friday, 9 July 2010

Wall Street . General English


Milestone 1 - Present and Future tense review; Phrasal and Prepositional Verbs; Talking about trends; Expressing uncertainty and disagreement; Relative clauses; Prefixes/suffixes; Expressing past intentions.

Monday, 13 July 2009

Curso 1º Socorros e Suporte Básico de Vida

Prestar um primeiro socorro é saber aplicar um conjunto de conhecimentos que permitem, perante uma situação de acidente ou doença súbita, estabelecer prioridades e desempenhar acções adequadas, com fim de estabilizar ou, se possível, melhorar a situação da vítima.

  • SBV (Suporte Básico de Vida)
  • Obstrução de vias aéreas
  • Hemorragias
  • Choque
  • Síncope
  • Queimaduras
  • Traumatologia
  • Electrocussão
  • Dor pré-cordial
  • AVC

Saturday, 22 November 2008

Curso iniciação ao Bonsai

Bonsai (em japonês: 盆栽, bon-sai), significa "árvore em vaso".

Um bonsai precisa ter outros atributos além de simplesmente estar num vaso raso. A planta deve ser uma réplica artística de uma árvore natural, em miniatura. Deve simular os padrões de crescimento e os efeitos da gravidade sobre os galhos, além das marcas do tempo e estrutura geral dos galhos. Essencialmente é uma obra de arte produzida pelo homem através de cuidados especializados.

História
Apesar da forte associação entre o cultivo de bonsai e a cultura japonesa, na verdade foram os chineses os primeiros a cultivar árvores e arbustos em vasos de cerâmica. Há provas de que, já em 200 d.C. os chineses cultivavam plantas envasadas (mais conhecidas como Penjing) como prática habitual da sua atividade de jardinagem.
Penjing é o nome que os chineses dão à arte de fazer paisagens miniaturas com rochas, musgos, árvores, etc.… É desconhecida a data do aparecimento destas artes, porém, as primeiras pinturas
retratando Penjing datam do séc. 2 A.C..
Na Idade Média, quando a China invade o Japão, os Monges Budistas transportam consigo a arte Bonsai.
Durante séculos a arte de Bonsai esteve restrita aos nobres e à alta sociedade.

No Ocidente o cultivo de bonsai como hobby desenvolveu-se bastante nos últimos 20 anos e hoje estas pequenas árvores estão espalhadas por todo o mundo. O crescente interesse pelo bonsai é partilhado com a crescente atenção dada às artes orientais nos últimos anos. Apesar de parecer um hobby extremamente exótico, o cultivo de árvores em miniatura não é por si só muito mais complexo do que a jardinagem comum aplicada a plantas em vasos. A diferença básica é o cuidado para reproduzir as características de uma árvore de porte muito maior, e aí reside a dificuldade. Mais do que cuidadosa poda e adubação, é preciso também muita paciência e alguma habilidade artística.

Técnicas
O crescimento das árvores é controlado com a aplicação de várias técnicas.
As árvores não são modificadas geneticamente. Praticamente qualquer espécie pode ser utilizada, sendo as mais famosas, as dos gêneros Pinus(pinheiros), Acer (bordo), Ulmus (olmos), Juniperus (junípero/zimbro), Ficus(figueira), Rhododendron (rododendro), entre outras.

Poda - Tem a dupla finalidade de formar e conter o crescimento da planta. Manutenção (poda de secos, danificados e cruzados, reduções de emergência), Formação (intuito de formar o aspecto geral da árvore), Radicular (Contenção do desenvolvimento).
Transplantes - Troca de solo e restruturação das raízes.

Cuidados
Exposição - Cada planta tem as suas necessidades, Exterior (as endemicas), Interior (Tropicais) e Misto (Inverno recolhido). Ter em conta que a exposição solar e a correntes de ar potenciam a evaporação o que pode resultar em seca.
Rega - em quantidades moderadas: Entenda-se por moderada a rega feita com critério, não com economia. O que não podemos fazer é molhar nosso bonsai todos os dias, se ele não seca de um dia para o outro, por isso o clima, o vento, a localização da árvore vão sempre incidir directamente na frequência de rega. A rigor, deve usar-se a sensibilidade, regar quando a terra estiver seca, e não regar quando ela estiver ainda húmida.
Adubos e Vitaminas - Uso de adubos com menor quantidade de nitrogénio: O nitrogénio em excesso provoca crescimento acelerado e folhas com tamanho maior que o desejado.

Estilos
Os Japoneses, ao tomarem contacto com a arte de Bonsai, "regraram" as forma em que estes eram criados, para desta forma "simplificarem" a sua avaliação estética.
Estas regras vulgarmente chamadas de "estilos clássicos Japoneses", serviam também para simplificar e garantir, a manutenção estética dos Bonsai ao longo de gerações.
Estes estilos são inspirados nas formas que as árvores criam na natureza, aperfeiçoadas ao detalhe através da técnica Bonsai.

Hokidashi (nome em japonês) – Árvore de copa redonda, normalmente com o tronco recto, podemos vê-la na natureza em várias espécies e locais (ex: laranjeira).



Moyogi – Direito informal, árvore cujo tronco apresenta diversas curvas com pernadas no lado externo de cada curva.



Chokan – Direito formal, árvore de tronco recto, com varias pernadas distribuídas em seu redor.



Shakan – Inclinado – São árvores que apresentam o tronco, mais ou menos
recto, mas descentrado do sei eixo, ou seja inclinado.



Bunjingi – Literário – Este estilo surgiu entre os boémios, que cansados da
rigidez dos estilos tradicionais e inspirados pelos pintores chineses “Sung do
sul”, começaram a criar bonsai de linhas fluídas, ligeiras e limpas em que a
massa verde apenas tinha uma pequena representação. São bonsai em que a
linha dominante é a altura e em que o vazio está muito presente.



Fukinagashi – Batido pelo vento, facilmente vemos árvores na natureza tomarem esta forma, junto a zonas costeiras com ventos dominantes do lado do mar.



Yose –eu - Floresta, conjunto de diversas árvores da mesma espécie, de alturas e espessuras de tronco diferentes conjugadas entre si em harmonia.



Kabudachi – Maciço, Troncos múltiplos – A copa de cada tronco é
trabalhado tendo em conta o conjunto, de modo que alguns troncos
podem-se usar como pernadas, não sendo necessário que tenham um
ápice definido, fazendo com que a copa seja formada pelo conjunto
dos diferentes troncos.



Ikadabuki – Balsa – Na sequência de uma intempérie, uma árvore cai, fica
na horizontal. A partir dessa árvore criam-se novas raízes ficando o tronco a
parecer uma raiz comum quase recta. Os ramos laterais formam os novos
troncos.



Sekijojo – Agarrado à rocha, planta cujas raízes “abraçam e engolem” uma rocha formando um conjunto em profundo equilíbrio, neste estilo a planta alimenta-se no solo que se encontra no vaso por baixo da rocha.



Is-hitsuki -Plantado na rocha, uma ou mais plantas plantadas sobre uma rocha que lhes serve de vaso visto conter solo em cavidades na própria rocha.



Kengai – Cascata, planta cujo ápice cresce para baixo, é usual verem-se árvores na natureza adquirirem esta forma quando crescem em montanhas em que o peso da neve e os ventos as fazem crescer para baixo protegendo-se pela encosta da própria montanha.



Han-kengai – meia cascata, neste estilo é a primeira pernada que se estende para baixo, tendo um movimento dominante sobre o ápice.



Sharimiki – planta com várias zonas de madeira morta, neste estilo mais importante que a forma do Bonsai (que até se pode incluir noutro estilo, é a quantidade de zonas do tronco mortas (shari), bem com de ramos mortos (jin), normalmente representa uma árvore bastante velha e fustigada pelas condições climatéricas.



Neagari – raízes expostas, neste estilo a base da planta é composta por várias raízes expostas, como que pela erosão do solo e pelas constantes inundações.



Links
Wikipédia
Peijing-Bonsai
Luso-Bonsai

Wednesday, 3 September 2008

As Mulheres do Rei

de Dinah Lampitt
Edições da Actualidade 1994

Gostei. Deu-me oportunidade de espreitar uma época da história que não conhecia bem. Fiquei com interesse de investigar mais Joana D'Arc.

França no início do século XV, à sua frente um rei louco e uma rainha cujos apetites de prazer sensual eram insaciáveis. Os grandes senhores feudais da Borgonha e Armagnac erguem-se para tomar a coroa - direito inalienável de um pequeno garoto feio, o Delfim Carlos, sobre quem recai o futuro de toda a França.
Só Iolanda, a corajosa e elegante Duquesa de Anjou, rainha da Sicília, entende a responsabilidade da pobre criança, e o recebe no seu belo e arejado chateau para que cresça longe da terrível influência da corte.
Mas a própria Iolanda não é livre de problemas. A fugaz visita do jovem Conde de Richmond, traz uma paixão à sua vida que ela não consegue dominar e um segredo ameaça o seu estatuto como a impertubável procuradora do seu marido.
No entanto, é a partir desta união pouco provável da duquesa estadista com o jovem nobre selvagem - uma das mais belas histórias de amor da história - que irá nascer a esperança do reino : uma menina inocente irá liderar o diminuído exército francês e levá-lo ao triunfo sobre os Ingleses, reinstituindo Carlos como o mais deslumbrantes rei, que a França jamais conheceu.
Uma obra-prima em romance, AS MULHERES DO REI traz à vida um tempo vibrante de glória e de dissipação quando astrólogos e clérigos detinham enormes poderes e quando o caminho sinuoso da Sorte escolheu mulheres para moldar o destino dos homens.

Links:

Sunday, 3 August 2008

A ordem de Cister

A Ordem de Cister (Ordo cisterciensis, O. Cist.) é uma ordem monástica católica, fundada em 1098 por Robert de Molesme, seguindo a regra beneditina; os monges cistercienses são conhecidos como monges brancos devido à cor do seu hábito.
A Ordem de Cister, baseada na doutrina de São Bento, foi fundada num sítio ermo conhecido por “deserto de Cister”, perto da cidade de Dijon, em França.
Quando São Bernardo tomou o hábito de monge de Cister, juntamente com 30 companheiros por volta do ano de 1100, essa ordem de frades, iniciou um grande desenvolvimento e expansão por toda a Europa, incluindo Portugal, onde se construíram dezenas de mosteiros, sendo o mosteiro de Alcobaça o de maior nomeada. Daí resultou que os religiosos da ordem da Cister passaram a ser conhecidos também por religiosos da ordem de São Bernardo, ou mesmo por Bernardos.

Os Cistercienses em Portugal:

Fixada em Portugal desde o século XII, a Ordem de Cister acompanhou a formação do território e a afirmação política da primeira dinastia. Estendendo progressivamente os seus mosteiros nas regiões centro e norte graças à especial protecção régia, os monges brancos contribuíram de forma decisiva para a colonização e desenvolvimento das vastas áreas que ocuparam, aplicando técnicas agrícolas inovadoras e intensivas e, sobretudo, uma grande disciplina de organização do espaço.

Os conjuntos monásticos, que seguiam métodos de implantação e distribuição espacial muito semelhantes, revelam também partidos arquitectónicos e construtivos afins, o que lhes confere um inegável ar de família. Muitos deles conservam, ainda hoje, importantes espólios artísticos que incluem azulejaria e pintura, talha dourada, ourivesaria, escultura e outros testemunhos da evolução da arte portuguesa ao longo dos últimos séculos.

É, no entanto, a privilegiada relação com a paisagem que os torna, aos nossos olhos, singulares. Se os mosteiros de Cister conseguiram transformar as envolventes, mercê do desbravamento de terras e da planificação de engenhosos sistemas hidráulicos, com encanamento e encaminhamento de caudais, construção de enormes condutas subterrâneas ou regularização das margens de rios e ribeiras, eles fazem actualmente parte integrante de unidades paisagísticas mais vastas, às quais dão um valor acrescido que importa preservar e valorizar.

A Ordem estabeleceu-se em Portugal pela primeira vez em Tarouca em 1144, antigo mosteiro beneditino. Todos os mosteiros cistercienses do século XII mudaram de observância, só Alcobaça foi fundado de novo. Durante o século XII as fundações mais importantes e numerosas são as das monjas: Lorvão, Celas, Arouca e São Bento de Cástris, protegidas pelas infantas-rainhas Teresa, Sancha e Mafalda, e Odivelas todas dependentes de Alcobaça. Durante este período não houve em Portugal ordem mais poderosa, devido sobretudo à riqueza de Alcobaça que foi também o centro artístico e intelectual da Ordem.

As tentativas de reforma renovaram-se no princípio do século XVI, durante o qual viveu Fr. João Claro e se fundaram os mosteiros femininos de Tavira e Portalegre e o Colégio do Espírito Santo em Coimbra e se chamaram beneditinos de Monserrate para reformar Alcobaça. A reforma não conseguiu promover a separação de Alcobaça, favorecida pelo cardeal D. Afonso e o cardeal D. Henrique. Os cistercienses mostraram então grande vitalidade fundando vários mosteiros, para monges: o Colégio da Conceição, e o Mosteiro do Desterro em Lisboa e para monjas, Mocambo em Lisboa e Tabosa deram grande realce aos estudos históricos, onde se notabilizaram todos os autores da Monarchia Lusitana. No século XVIII entram em decadência e são extintos em 1834, seguindo-se a posterior extinção dos mosteiros femininos.

O pensamento de Joaquim de Fiore, um cisterciense calabrês e filósofo milenarista, teve profundo impacto em Portugal, estando na origem do culto ao Divino Espírito Santo, ainda hoje bem presente nos Açores e nas zonas de expansão açoriana nas Américas, e influindo no pensamento do padre António Vieira (o Quinto Império) e dando uma base filosófica ao sebastianismo.

A existência de um curso de água ou um lago é condição essencial para a fixação desta ordem. Por isso não é de estranhar que muitos dos conventos cistercienses tenha nomes associados à água, tais como Fontaine-Guérard, Fontenay, Fontenelle em França ou Fountain em Inglaterra.

Arquitectura cisterciense:

Planta tipo cisterciense
1- Igreja
2- Porta do cemitério
3- Coro dos conversos
4- Sacristia
5- Claustro
6- Fonte
7- Sala Capitular
8- Dormitório dos monges
9- Dormitório dos noviços
10- Latrinas
11- Caldarium
12- Refeitório
13- Cozinha
14- Refeitório dos conversos

As Abadias cistercienses ficam isoladas das cidades, caracterizadas pela racionalidade na articulação dos espaços e despojamento de elementos decorativos. Usam-se soluções locais com materiais disponíveis e tradições culturais existentes. O seu revestimento é branco.
A planta padrão respondia às exigências de funcionalidade e economia de espaço e de movimento abolindo o supérfluo. A planta articula a vida e as obrigações distintas de monges, noviços e conversos.
A igreja situa-se no ponto mais alto e estava do lado norte com o claustro imediatamente a sul. A igreja adapta-se à rectangularidade global da composição com cabeceira recta (na Batalha já é redonda) com capelas no transepto. No braço sul uma escada comunica com o dormitório. A igreja divide-se a meio entre monges e conversos. Não tinha uma fachada monumental nem torres a acentuar a massa exterior. A planta baseia-se na relação 1:2. Há uma simplificação da tipologia e exibição da própria arquitectura, a decoração centra-se nos capitéis. As naves laterais surgem quase à mesma altura da central.
O refeitório, mais a sul, sempre com a fonte em frente articula-se com o claustro. A cozinha, a oeste, divide o refeitório dos monges e o dos conversos. Cozinha e refeitório voltam-se para o curso de água.
No lado Este alinham-se a sala do capítulo e a sala comunitária. O dormitório ocupava longitudinalmente todo o piso superior. O complexo do edifício era rectangular marcado por contrafortes. Não havia casas de banho nem uma residência independente para o Abade. Os dormitórios não possuem celas individuais.
Há dois tipos de claustro: o claustro do silêncio e claustros de carácter agrícola. O mosteiro cresce claustro, a claustro.

Mosteiros:



. Santa Maria de Alcobaça, Alcobaça, Leiria, Portugal
O mosteiro de Santa Maria de Alcobaça tornou-se, desde a sua fundacão em 1153, casa-mãe da Ordem em Portugal. Obra maior do primeiro gótico nacional, conserva daquela época o edifício da igreja, de três naves, deambulatório e capelas radiantes, o dormitório, o refeitório e o claustro de D. Dinis.
Sucessivamente alterado e ampliado, com especial incidência nos séculos XVI e XVII, quando se construíram novos claustros e se barroquizou a frontaria, deu origem a um conjunto monumental que constitui, actualmente, o mais importante dos testemunhos cistercienses em toda a Europa.


. São Cristovão de Lafões, São Pedro do Sul, Portugal
Um dos primeiros mosteiros do país anterior à própria fundação. Reconstruído por particulares, após anos de abandono, é actualmente uma unidade hoteleira.


Links:

Saturday, 24 November 2007

Poda de Roseiras

Certificado


Há três maneiras de agir sabiamente:
uma pela reflexão, que é a mais nobre,
outra pela imitação, que é a mais fácil
e a teceira pela experiência, que é a mais amarga.

Provérbio chinês


Declara-se que PJTM sabiamente aprendeu e reflectiu durante o curso de "Poda de Roseiras", que decorreu na Escola de Jardinagem no período compreendido entre os dias 10 a 24 de Novembro de 2007, com a duracção de 9 horas.

Conceitos:

  • Época da poda de roseiras
  • Método de execução
  • Problemas provocados pela poda
  • Higiene e segurança nos trabalhos de poda
  • Introdução à Estacaria
  • Introdução à Enxertia


Ficam aqui desde já os meus agradecimentos à fabulosa equipa dos cursos livres de jardinagem da CML, coordenadoras e formadores, pelo fantástico trabalho que torna a nossa participação em qualquer curso uma experiência única.