Wednesday, 5 March 2008

Masstige

Avenida Barbosa du Bocage 107 A
1050-031 - Lisboa
Tel. 21 794 11 48
Lounge

Contemporâneo

Simpático, imaginativo e com uma música numa bela onda. Os pratos se não excelentes de sabor são inovadores. O serviço é amador mas simpático. No fim a factura faz a balança pender para uma relação algo negativa.

Comida

Vale pela imaginação

Preço

€€

18€

Ambiente

Moderno e confortável. Boa música.

Serviço

O dono é 5* mas o resto do serviço não está ao nível do espaço.

Situado no centro de Lisboa, este restaurante aposta na comida contemporânea e abrange todos os estilos da gastronomia, desde refeições rápidas até aos pratos mais elaborados, passando pelos vegetarianos. O Masstige proporciona uma atmosfera descontraída e animada. A sua carta de vinhos engloba vinhos de todas as regiões portuguesas passando também pela Argentina, Chile e Austrália.
Especialidades: Situado no centro de Lisboa, este restaurante aposta na comida contemporânea e abrange todos os estilos da gastronomia, desde refeições rápidas até aos pratos mais elaborados, passando pelos vegetarianos. O Masstige proporciona uma atmosfera descontraída e animada. A sua carta de vinhos engloba vinhos de todas as regiões portuguesas passando também pela Argentina, Chile e Austrália.
Especialidades: Arroz de Chouriço com Folhado de Pato, Couscoz de Legumes com Polvo; Lasanha de Peru com Ricota e Espinafres.Entradas: Rolo de beringela Grelhada com queijo cabra e compota de tomate, Morcela com maça em duas texturas, Misto de brusquetas,Ovos mexidos com farinheira e espargos verdes,Salada de salmão fumado com ricota, lima e alcaparasPratos: Massa salteada em wok com camarão e molho de tomate com manjericão, lasanha de camarão com bróculos. Peito de frango recheado com ricota e espinafres, Pimentos assados recheados com alheira de caça e maça, Crepe vegetariano, Crepe de frango com amendoas laminadas e cogumelos frescos,Lombo de Bacalhau com Crosta de Chouriço.Sobremesas: Petit Gateaux com Gelado de Baulinha, Mousse de chocolate branco, Sorbet com Vodka,Cheesecake de maracuja.


Localização:

Nosso menu:

  • Creme de abóbora com amendoa
  • Pimentos recheados de alheira de caça e maça
  • Peito de frango com ricotta
  • Pequeno grande bolo de chocolate
  • Herdade dos grilos 2003

Crítica:
UMA EXPERIÊNCIA DE CONFORTO E BEM-ESTAR
A necessidade de resposta imediata às contínuas exigências quotidianas limita-nos a possibilidade de repouso, de reflexão ou simplesmente de despendermos momentos especiais com aqueles de quem mais gostamos. O Mastige proporciona uma atmosfera descontraída, de pausa, de relaxamento e de afirmação da nossa forma de ser. Estar no Masstige é experimentar o bem-estar do requinte que os pequenos detalhes nos proporcionam e sentir o conforto e a exclusividade da companhia dos amigos com quem podemos partilhar emoções e momentos únicos. Porque precisamos de nos sentir saudáveis, especiais e activos procuramos um espaço onde possamos cuidar de nós. Porque queremos estar a cem por cento, procuramos a experiência Masstige. O Masstige foi inaugurado no dia 15 de Julho de 2005 e é o novo sucesso numa zona central de Lisboa com carência em espaços lounge. A comida é contemporânea e abranje todos os estilos da gastronomia, desde refeições rápidas até aos pratos mais elaborados, passando pelo vegetariano. A qualquer hora, o conforto, o som e o ambiente estão prontos a receber quem deseja muito mais para além de uma simples refeição: um tratamento diário

por Charme e Conforto
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Saturday, 1 March 2008

Michael Clayton

Filme sobre pessoas e as contradições, morais ou não, em que se envolvem. Após a sua visualização não podemos de deixar de olhar para o mundo capitalista com muito mais cépticismo, onde iremos parar com toda esta ganância que nos envolve. Um bom filme, em termos de ritmo não é o meu favorito.

Título original: Michael Clayton
De: Tony Gilroy
Com: George Clooney, Tilda Swinton, Sydney Pollack
Género: Dra, Thr
Classificação: M/12

EUA, 2007, Cores, 119 min. (IMDB)

Michael Clayton (George Clooney) é o homem a quem todos recorrem num dos maiores escritórios de advogados de Nova Iorque, a Kenner, Bach & Ledeen (KBL), quando são precisos métodos pouco ortodoxos para tratar de um processo.
Sob a alçada do co-fundador da firma, Marty Bach (Sydney Pollack), Clayton faz o trabalho sujo e limpa os podres dos clientes da firma. Mas desta vez há um caso que ele talvez não seja capaz de resolver. A KBL está a gerir um processo multimilionário de uma empresa de agroquímica, a U/North, que parece encaminhar-se para um brilhante desfecho do qual depende o posto da consultora legal Karen Crowder. Mas o advogado de topo da KBL, Arthur Edens, tem um aparente esgotamento e começa a deitar tudo a perder, sabotando provas. Clayton é então enviado para gerir o processo, mas quanto mais tenta resolver as coisas, mais tudo se vira contra ele, colocando em risco até a sua própria vida. O filme foi nomeado para sete Óscares arrecadando apenas um: Tilda Swinton, Óscar de melhor actriz secundária.in Público

Crítica:
A Garbo em Clooney

Lembramo-nos que no Festival de Veneza, o final de "Michael Clayton" - um plano de vários minutos, o rosto de George Clooney, tudo num táxi - foi celebrado, havendo quem o comparasse ao final de "Rainha Cristina" (o filme de Rouben Mamoulian de 1933 em que Greta Garbo, sim, ela, nem mais nem menos, ficava a olhar, e assim nos deixava e assim deixava que o seu rosto fosse ele próprio um ecrã, coisa em branco).

Engraçado este delírio estapafúrdio - e em nada belisca a masculinidade de Clooney, porque em termos de masculinidade Garbo... É um delírio que tem a ver, claro, com incorrigível "divismo" da imprensa italiana. Mas é de facto um plano com um segredo qualquer, e tem qualquer coisa de exaltante esperar por ele, esperar com ele: depois de tudo o que ficou para trás no filme, é a tomada de consciência de uma personagem, um homem que faz o "dirty job" para uma empresa de advogados, e é aí, nesse plano, que Clayton/Clooney se decide pela moral e não apenas pelas contingências da sobrevivência.

Esse é o momento da redenção, é assim que se costuma dizer. Mas se esse plano funciona é porque é suficientemente aberto (está longe de ser um final feliz) e "branco" para que o carreguemos emocionalmente - num plano tão parado, muita coisa se passa. É o momento "certo na altura certa", para citar Clooney, que utilizou em Veneza essas palavras para falar do filme e da altura em que ele aparece: hoje. "Michael Clayton", estreia na longa de Tony Gilroy, o argumentista da série "Bourne...", serpenteia pelo mundo das corporações. É filho de uma "família", o "cinema liberal" que Hollywood fez nos anos 1970 - Alan Pakula, Sidney Lumet ou Sidney Pollack, que não por acaso aqui também intérprete e produtor - , assumindo-o não apenas por cinefilia, mas por determinação, arriscaríamos, por militância cívica. Como se dissesse: isto faz sentido hoje e isto é falar sobre hoje (entre outras coisas diz-nos isso o tal plano final...).

Podemos falar, ainda, da curiosidade com que "Michael Clayton" olha para o mundo das corporações e dos advogados, curiosidade em relação a tudo o que é humano, quer sejam os "maus da fita" (Tilda Swinton), quer sejam os "loucos" que denunciam a corrupção (Tom Wilkinson, numa "drive" suicidária que lembra o Peter Finch de "Network", de Lumet). Mas aí teremos de tropeçar na evidência de que há, excessivamente, "filme de argumentista": o preciosismo em relação aos pormenores - foi Gilroy que explicitou a sua obsessão (como é que ele disse?)..."molecular" - multiplica personagens e situações que saturam o filme com informação, dispersam energia, prejudicam a nitidez, o recorte, da estrutura global.

Mesmo assim: inteligente, complexo, e sobre pessoas... contraditórias.

Vasco Câmara

Moinho D. Quixote

Rua dos Moinhos Lote 5 - Azoia
2705-001 - Colares
Tel. 21 929 25 23
Fecha segundas, aberto até às 2h

Bar\Esplanada

Um belo local para alargar a vista. Vale pela localização e pelo ambiente descontraído. O gelado D.Quixote é uma delícia.

Comida

Fast food. Bons gelados

Preço

€

Cerca de 12€

Ambiente

Belo jardim e vistas

Serviço

qb

É o resultado da transformação de um moinho em bar. Vale-se da bela vista para fazer sucesso. De ambiente romântico é aconselhado para os namorados.
Possui excelente vista de mar e funciona das 12h às 02h. Dispõe de 70 lugares no interior e 100 na esplanada.
Aceita grupos só até 20 pessoas.


Localização

Nosso menu:

  • Hamburguer barbecue
  • Quiche com fruta
  • Cerveja

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Thursday, 28 February 2008

Palazzo delle Stelline

Corso Magenta, 61
20123 - Milano, Itália
Tel. +39 02/48 18431
Fax. +39 02/48 519097
Em. info@hotelpalazzostelline.it

Hotel

Classificação

Preço

€€€€

160 Euros

Nº Quartos

105

CaracteristicasAr condicionado, TvCabo, Vista claustros, Peq. Almoço, Centro conferências, Restaurante, Bar
ExtrasWi-fi, Parque coberto

In the city of Milan, the ancient 15th century structure of the Palazzo delle Stelline hosts the 3-star hotel and the Conference Center offering to its clientele an elegant environment provided with every convenience.

The high professionalism of our staff guarantees excellent service and a competent support to any activity of meetings, conferences and working meetings.

Among the splendid arches of the cloister and a beautiful magnolia, theHotel Palazzo delle Stelline is an oasis of peace and tranquility that must not be missed, right in the heart of Milan.

The Palazzo delle Stelline was created after the plagues in Milan in 1576. A land of conquest and theater of bloody encounters, the Lombardian city remained at the mercy of these events for a good part of the 16th century; orphans, the marginalized, and the homeless were found in the streets.

In the attempt to alleviate an extremely serious situation, San Carlo Borromeo, archbishop of Milan, leased the former monastery of the Benedictines of Santa Maria della Stella, founding in January 1578 the Ospedale dei Poveri Mendicanti and Vergognosi della Stella (Hospital for the Poor and Humble Beggars della Stella) .

In the middle of the 1600s, the structure offered its services almost completely to needy children, especially housing young orphans renamed “stelline”, in memory of the ancient monastery. Renovated over the course of centuries, the palazzo has maintained up to today its ancient architectural characteristics that even today show the profile to one of the most important cultural sites of the city of Milan.


Localização:

O edifício era promissor, os quartos com vista de claustro pareciam um luxo, no entanto algo foi esquecido durante a renovação, a alma do edificio desapareceu. Para uma estadia de trabalho está acima da média para lazer tem bastantes lacunas.

+

Vista do claustro
Localização central
Magnólia impressionante

-

Quartos a necessitarem de renovação
Duche fixo

Crítica:
The staff at this hotel were very nice, but my room, a deluxe single, reeked of smoke, had no blanket (only a paper-thin coverlet) and was actually on two levels. Don't believe for a second that this place has any character because of its situation inside a converted convent. The insides are like an American motel. One nice thing, however, is that as a conference hotel, there is a bar and a restuarant onsite. I am sure that the food isn't very good, but if it was pouring rain or you just wanted to grab somethign and get back to work in your room it would be fine. Good location for the Castle and the Duomo, and for the Catholic University.

por TripAdvisor
arrived in Milan with a reservation at a different hotel that turned out to be such a dump I had to scramble to find something on the spur of the moment. I called the Hotel Palazzo delle Steline and they were incredibly accommodating. Although they could only guarantee me a room for the first night out of the four I needed, the friendly desk staff assured me that if they couldn't accommodate me, they would find me someplace nearby, so that I didn't have to do all the calling myself. In the end, I was able to stay all four nights, and I was very glad I did.

As some of the other reviews have noted, the hotel is rather lacking in character, being part of a conference center. Walking around at night was a bit odd, as there were never any people in the large spaces for the conference center. But my room was very large, clean, with nice ameneties (fridge, safe) and a nice view. Breakfast was very good, with great variety. It was located in a good part of town, near the center, but far enough away that it was nice a quiet.

I would stay here again if traveling on business. For a romantic vacation I might try and find something a bit quainter - but then, if I was in Italy for romance, I wouldn't go to Milan!

por TripAdvisor
There is simply no soul here. The desk people are without warmth, the rooms are weird, the lobby is awful. We stayed there because friends lived around the corner and we had early morning appt to see Last Supper, which is a across the street. We would never stay at Stelline again.

por TripAdvisor
This is a very good hotel with clean, modern and quiet rooms which couldn't be faulted. The hotel was formerly a monastery and our room overlooked the garden and cloister which is a unique experience in Milan. That said, the modernity of the hotel and the fact that it is used largely for business conferences and congresses means that there isn't quite as much atmosphere here as I expected - it's all quite clinical in fact. The staff are polite if somewhat superior and not particularly keen to be helpful but we had quite a good deal on the price so there were no complaints! The location is just fine for sightseeing - it's within 1 km of the Duomo and across the road from the church of Santa Maria delle Grazie (with Leonardo da Vinci's The Last Supper Mural so although the area isn't particularly charming it's quite convenient.I would stay here again if the price was right!

por TripAdvisor
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Quattro Mori

Largo Maria Callas, 1
20121 - Milano, Itália
Tel. +39 02 878483
Fecha sábados ao almoço

Ristorante

Comida saborosa e muito bom serviço, mas a preços que não estamos habituados.

Comida

Bastante saborosa

Preço

€€€€€

Mais de 45 Euros

Ambiente

Simpático

Serviço

Bom

Quattro Mori restaurant is situated in Milan 2,in San Giovanni sul Muro street now named 1,Largo Maria Callas opposite Largo Cairoli point of confluence among Piazza Castello, Dante street and Foro Bonaparte and it disposes of a big and welcoming garden with secular plants,an oasis in the centre of Milan.

Quattro Mori restaurant opens in 1952 with Duilio Matteoni that makes it over to Arrigoni Egisto in 1958.The restaurant head office was situated in 9,Dante street not far from the actual head office,where it was moved in May 1969.

The building that today hosts the restaurant was built in 1870 and it was reorganized during the past years,it is the Teatro dal Verme seat, lighthouse of the Milanese musical activity, seat of concerts, meetings and debates.

Quattro Mori restaurant disposes of a bright large hall that shows itself on the garden,and a smaller one,enlightened by chandeliers and appliqués from '700,large tables spaced out from one to the other,allowing the customers cosiness.

A clear planning is given straight away to the restaurant,based on the qualità of a high level food,on a paper that suggests plenty of dishes from the tuscan tradition,based on the genuine products and on the style of the several manufactures according to the tuscan tradition,the care in the presentation,not ignoring the meneghine customs.

Are mostly to go often there Stock Exchange and Chamber of Commerci officials,stockbrockers,bank Managers and Directors and Presidents of important businesses situated in the area,the musical artistic ,shows world representatives,the RAI,journalists and politicians.

In november 2005 the Quattro Mori restaurant is made over to a well-known restaurateur,of tuscan origin and gastronomic traditions:Mr Cortesi Vasco Alberto;already knight of the traditions respects of the historical workshop with the restaurant “ A Santa Lucia” ( historical local)in San Pietro all'orto streetand the “Trattoria Torre di Pisa” in Fiori Chiari street(historical workshop). In 2006 Quattromori restaurant became historic workshop.
Elegant and refined,Quattro Mori restaurant,disposes of a bright large hall that shows itself on the garden ,and a smaller one,enlightened by chandeliers and apliques from 700,large tables spaced out from one to the other,allowing the customers cosiness.

Quattro Mori restaurant knows how to give to its own clients the taste of the good food containing fish,as a matter of fact,one of the many requirements is to satisfy all the senses emphasizing and exalting in this way the pleasure of taste.In the name of a logic that wants to satisfy the view besides the taste ,the courses might look like artistic compositions.


Localização:

Nosso menu:

  • Schoflatiegle rosa con tonno
  • Entrecot al fine erbes
  • Tiramissu
  • Clement VII, Chianti 2005

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Saturday, 23 February 2008

O Nobre

Avenida de Olivença Junto à Praça de Touros
2870-108 - Montijo
Tel. 21 231 75 11
Encerra às 3ªfeiras, Reserva aconselhável

Tradicional

Para mim um dos melhores restaurantes do país. Infelizmente, neste mundo, tudo tem um preço e no Nobre pode ser elevado, se bem que a qualidade e satisfação acompanham. Na nossa visita foi dia de buffet de bacalhau, fiquei pelo à pescador, uma espécia de caldeirada com postas que estava uma delícia. Já há muito tempo que não comia um Pudin Abade Priscos e este foi divinal.

Comida

Do presunto ao Bacalhau ... Excelente

Preço

€€€

30 Euros

Ambiente

Só falta uma vista

Serviço

Do patrão ao empregado, simpatia e qualidade

Trata-se um restaurante moderno, luminoso . Tem as paredes forradas de madeira clara e os tons de verde azeitona povoam aleatoriamente a sala, dando-lhe um ar elegante. A cozinha eleita é a regional portuguesa.
Saúda-se o regresso do casal Justa e José Nobre. Desta vez no Montijo, num espaço amplo e luminoso, junto à Praça de Touros. Como era de esperar encontra-se um serviço profissional e afável comandado por José Nobre. Na cozinha, Dona Justa continua a chefiar uma equipa que prima pelos paladares portugueses e por um empratamento que agrada ao olhar. As escolhas são muitas. E enquanto o comensal não se decide as diversificadas entradinhas vão aguçando o apetite. Quanto aos pratos mais substanciais há diariamente dois fixos que se mostram na entrada da sala e uma vasta lista de onde se destacam o lombo de robalo à Justa, cataplana de cherne com marisco, folhado de caça brava, perninha de cabrito assada no forno à transmontana e o carré de borrego com redução de vinho do Porto. Nos doces há uma dúzia de tentações.


Localização:

Nosso menu:

  • Presunto pata negra
  • Bacalhau à Pescador
  • Pudin Abade de Priscos
  • Monte Velho 2006

Critica:
No passado dia 24 de Novembro fez dois anos que Justa e José Nobre abriram O Nobre, no Montijo. Tiveram que atravessar o Tejo, eles, que tinham feito nome em Lisboa, no 33, no Constituinte, n''O Nobre da Ajuda, com passagem pelo Iate Ben, em Carcavelos, e ainda n''O Nobre da Marina da Expo 98, começando aqui um período de dificuldades ao tentarem dar um passo maior do que a perna.
Fecharam o restaurante da Ajuda, talvez o mais famoso restaurante lisboeta dos anos 90, e multiplicaram-se nas Torres de Lisboa, Centro Comercial Vasco da Gama, Doca do Espanhol e Marina de Cascais. Saíram-se mal nesta tentativa, penso que única em Portugal, de expandir, no sector da restauração, o que se tinha tornado uma marca de prestígio: O Nobre. Ainda fizeram uma tentativa de reabertura do restaurante da Ajuda, mas falharam.
O casal, que sabe fazer boa cara ao mau tempo e não tem medo do trabalho, ainda esteve no restaurante de um barco que fazia viagens no Tejo e no Real Caffé, na Rua da Escola Politécnica. Por pouco tempo, porém. Depois de uns meses de hesitações e dúvidas, decidiram-se a aceitar a oferta de instalações, amplas e cheias de luz e com uma cozinha à vista, e instalaram O Nobre no Montijo. Tudo indica que para ficar.

Resultou sem mácula este reencontro com O Nobre montijense, que recupera o melhor das casas por onde Justa e José passaram, incluindo a presença na cozinha de Ana, irmã de Justa, dueto que esteve separado durante algum tempo. Juntas, dão à cozinha do restaurante, muito bem posto, de mesas amplas e bem ataviadas, uma consistência de paladar e de apuro sápido que os clientes mais fiéis guardam na memória. Depois, deixa-nos bem dispostos, à entrada, como sucedia na Ajuda, a banca repleta dos melhores peixes do mar, incluindo os populares jaquinzinhos ou a muitas vezes rejeitada chaputa que, na ementa do jantar de sexta-feira, 9 de Novembro, era oferecida "frita com açorda de tomate" (11,80 euros).

A ementa d''O Nobre abre com uma rubrica de "petiscos" (oito frios e 12 quentes), seis "entradas", uma quantidade variável de peixes "do mar para cozer, grelhar, escalar ou ao sal", 12 "especialidades", 12 propostas de "mariscos", seis "peixes", três "pastas", ou seja, massas, oito pratos de "carne", e um painel de sobremesas que, entre queijos, doces, gelados e frutas, alcança o expressivo número de 30 itens. Elenco a que se tem que juntar as recomendações do dia de Justa e que são, pelo menos, uma sopa, uma entrada, quatro pratos de peixe e outros tantos de carne, mais uns dois que a ementa não regista e que são transmitidos à mesa por José Nobre.

No almoço do dia 9 de Setembro, revisitaram-se dois clássicos da casa, a deliciosa e delicada sopa de santola (6,80 euros), que continua a ser servida na carapaça da caranguejola assente sobre sal grosso, e a espectacular, pela apresentação, com a sua calota de massa folhada, que esconde o caldo quentíssimo, sopa de crustáceos (8,80 euros). A sopa de santola, sem a presença discreta do marisco desfiado, seria um "bisque"; assim, é um caldo com mais substância. Quanto à sopa de crustáceos, com as suas natas e alho francês, mais os pedacinhos de mariscos, ao romper-se a massa folhada, invadem-nos os aromas que nos fazem salivar na antecipação do prazer da mastigação.

Depois, das sugestões do dia, regalámo-nos com o "duo de peixes" (filetes de imperador e de dourada, 22,80 euros), frescos, bem temperados e suculentos e um rústico e muito bom "bacalhau assado no forno à minhota" (14,80 euros). Como sobremesa ficámo-nos por uns recomendáveis "profiteroles com gelado de noz" (4,10 euros). Bebeu-se o branco Luz (42,50 euros), uma parceria de Dirk Niepoort com Pedro Abrunhosa, bom, mas caro.

O jantar de 9 de Novembro alargou as provas: confirmou-se que o Sanches Romero 5 Jotas (14,80 euros o pratinho) é um dos melhores presuntos de "bellota" à face da Terra e que os pastéis de massa tenra de O Nobre (2,60 euros/dois) são dos melhores dos poucos restaurantes portugueses que os cozinham. Os jaquinzinhos fritos, servidos como entrada, apresentaram-se perfeitos.

Belíssima a associação feliz do lombo de pregado recheado com camarão e alho francês (19,90 euros), de fritura no ponto; na tranche de garoupa com alho e laranja (14,80 euros), com a espevitada liliácea a fazer as vezes de escamas, mas atenção ao seu ponto de assadura, pois, quando passa o ponto, amarga. Muito bons, bem temperados e de carne gelatinosa e tenríssima, os rojões de porco ibérico com castanhas (9,90 euros), e de assadura impecável e acompanhamento a condizer o rodeão de novilho mirandês com massa de feijão (11,80 euros). Queijo de ovos com amêndoa (4,40 euros), sopa de morangos com gelado de natas (4,90 euros) e um gelado de chocolate (5,80 euros), adoçaramnos, e muito, a boca. Bebeu-se, com as entradas, o espumante Vértice 2001 (32 euros), de bolha fina, fresco e de acidez viva, muito bom, e um excelente, no binómio qualidade/ preço, tinto Prazo de Roriz 2002. A carta de vinhos está muito bem.

O Nobre do Montijo é um grande restaurante e merece que quem gosta de comer e beber bem e ser bem servido se sente às suas mesas.

por Público
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Thursday, 21 February 2008

Lucca

Travessa Henrique Cardoso, 19 B
1700-227 - Lisboa
Tel. 21 797 26 87
Encerra às 4ªfeiras

Pizzaria

Tenho sentimentos mistos em relação a esta casa. Tem potêncialidade para ser um sítio de eleição no que toca a pizzas, mas nesta visita deixou-me desiludido. O que correu mal? Fomos recebidos com alguma relutância apesar de nem estar cheio, nem ser dia para isso. O investimento no serviço é baixo, simpatia não falta, mas algumas falhas são gravissímas a certo nível, por exº o chefe de sala deixou um cliente a meio de um pedido para receber um conhecido, voltando largos minutos depois. A minha pizza apesar de excelente peca pelo excesso de ricotta, para o meu gosto, que me deixou enjoado. A sobremesa foi uma desilusão. Apesar de tudo tenho a sensação que é sítio para voltar.

Comida

Boas pizzas

Preço

€€

16 Euros

Ambiente

Um pouco barulhenta

Serviço

Simpático mas com falhas graves

Lucca é o nome de uma província, cuja capital possui o mesmo nome, situada no caração de Itália, no noroeste da magnífica região da Toscana.
Uma região rica em arte e cultura tradicional, rodeada por torres, igrejas medievais, palácios renascentistas e uma gastronomia ímpar.
Gastronomia essa que mantém e preserva os produtos tradicionalmente genuínos, ricos em ervas aromáticas e regados com a cor dourada dos magníficos azeites da Toscana.
A acompanhar toda esta rica gastronomia, outro dos tesouros da mais afamada região vinícola de Itália : o vinho Chianti.
Como não podia deixar de ser, a especialidade da casa são as pizzas, confeccionadas pelo método tradicional e em forno de lenha. Mas há muito mais para além disso, como massas, saladas e carne.
Constituído por duas salas, uma ampla e outra mais pequena e acolhedora, este restaurante aposta na qualidade dos seus produtos, traduzindo-se numa qualidade ímpar.


Localização:

Nosso menu:

  • Pizza Lucca (tomate, mozzarella, ricotta, fiambre e rucola)
  • Calzoni Romulo (mozzarella, ricotta e espinafres)
  • Sottobosco
  • Cerveja

Critica:
O verdadeiro sabor italiano.

No Lucca, aposta-se na cozinha italiana de grande qualidade. Para além do prato mais popular de Itália, esta casa tem ao dispor massas, saladas e carne. Tudo confeccionado «con il vero sabor italiani».

Aberto há pouco mais de dois anos, numa transversal à Avenida de Roma, este restaurante deve o seu nome a uma província italiana localizada no noroeste da região da Toscana.

Como se depreende, a denominação não foi escolhida ao acaso. O proprietário, Carlos Sousa, trabalhou alguns anos como ‘pizzaiolo’ em Roma, num restaurante com mais um século de tradição na confecção de massas e pizzas. E foi aqui que aprendeu o segredo da célebre massa italiana.

Nas viagens que fez pelo país do mediterrâneo, apaixonou-se pela gastronomia ímpar de Lucca, que aposta nos sabores das ervas aromáticas e dos pratos regados com a cor dourada dos magníficos azeites da Toscana.

No regresso a Portugal, não deixou de aperfeiçoar os seus dotes culinários, tendo trabalhado em vários restaurantes italianos conceituados de Lisboa. Com o objectivo de abrir uma casa de qualidade a preços acessíveis, Carlos Sousa decidiu apostar a sua larga experiência num espaço só seu. Chamou para esta aventura a filha Liliana que partilha com o pai o gosto por esta cozinha.

Bella Italia

A ementa apresenta-se em italiano. Que isso não sirva de desculpa para a falta de compreensão pois os empregados estão sempre dispostos a esclarecer a composição dos pratos da infindável lista.

Só de Antipasti (entradas), incluindo saladas, contam-se 25 pratos. E como isto de ser o mais italiano possível é levado muito à séria, as sugestões vêm divididas em Primi Piatti (prato principal), onde se pode escolher entre Spaghetti, Tortellini e Lasagna e o Secondi Piatti (segundo prato) com sete pratos à escolha, onde a carne prevalece.

Quanto aos primeiros, arriscámos no Penne Lucca, uma especialidade da casa que consiste numa mescla dos vários tipos de cozinha italiana, onde a massa com molho de carne é envolta em alcaparras, azeitonas, cogumelos e malagueta verde. Para quem gosta de arriscar.

Na lista de Pizze, há nada mais nada menos que 38 variedades, e nem cá faltam as Calzoni (dobrada ao meio). Aposte na Umbria, com mozzarela e trufas, ou delicie-se com a Casanova, com mozarella, asiago (queijo italiano) e porcini (cogumelos).

Se vai com ideias de escolher a pizza a seu gosto, está no sítio certo. Porém, livre-se de pedir uma pizza com fruta, que aqui quase que é tomado por afronta pois trata-se de uma ‘americanice’. O único fruto que entra na confecção das pizzas é o figo, que sempre fez parte da gastronomia italiana, e só se confecciona no Verão.

Para quem aprecia paladares picantes, pode sempre experimentar o Diavolino, com tomate, mozarella, salame picante (da zona da Calábria) e orégãos.

Para sobremesa, imperam os dolci (doces) e os gelati (gelados), já para não falar da fruta e dos cremes. Uma perdição.

Segredos

Aqui, 90 por cento dos produtos são oriundos de Itália. Uma enorme janela de vidro separa a sala da cozinha, o mesmo é dizer que não existem segredos nesta casa. O próprio proprietário não se acanha em contar qual a razão para tamanho êxito entre os lisboetas. O modo como se toca e molda a massa é de extrema importância. Para não falar do tempo de fermentação, responsável pela sua leveza.

Mas não é só. O azeite é um dos ingredientes mais importantes, se não fundamental, na concepção dos pratos. Esse é o motivo pelo qual se encontram expostas fotografias de oliveiras e azeitonas.

A acompanhar esta rica gastronomia mediterrânica, propõe-se outro dos tesouros de Lucca - o vinho Chianti. Para quem não aprecia bebidas alcoólicas, um chá tipicamente italiano, com canela e limão é o líquido perfeito para acompanhar uma refeição neste restaurante.


por LifeCooler

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